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11 maneiras de aliviar gargalos na rede corporativa

Publicado em 5/mai/2017 5:00:00

O maior problema é a falta de administração proativa da rede.

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Rede lenta, lotada, em que arquivos demoram para abrir ou realizar download. Muitas empresas já estiveram em um contexto semelhante e não necessariamente a causa é a utilização completa da sua infraestrutura. O problema pode ser uma variedade de gargalos que incapacitam a rede de acompanhar as expectativas e demandas dos seus usuários.

 

Porém, é possível realizar algumas ações por todo o complexo sistema para trazer ganhos significativos de performance nas redes corporativas. Algumas delas são padrões e conhecidas dos especialistas, sendo uma primeira varredura pela rede. Porém, outras são cartadas extras que podem significar um grande corte de custos no investimento em novas ferramentas.

 

Os gargalos de rede são muito comuns e variados e vamos discutir várias maneiras de aliviar esses nós na rede corporativa, dividindo este post em algumas subcategorias para facilitar o entendimento das possibilidades.

O primeiro passo é saber como encontrá-los:

 

1- Manter a rede atualizada

É necessário manter a rede atualizada. Isso porque, ao invés de adaptar plataformas antigas a sistemas de última geração, por exemplo, o investimento na modernização da rede é o mais ideal. Em algum momento da vida útil da rede, será necessário fazer uma nova aquisição, especialmente porque redes de 10 anos atrás não estavam preparadas para altas demandas de Virtualização, Internet das Coisas, Big Data, Nuvem e muitas outras novidades do mundo de TI que surgiram na última década. Se uma rede tiver que suportar todas essas ferramentas, o investimento é totalmente necessário.

 

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2- Testes no sistema

Os testes e ensaios de performance de sistemas também devem estar nesta lista, já que são uma excelente solução para identificar gargalos e encontrar a configuração de memória e recursos ideais para o servidor.

 

3- Monitoramento

O monitoramento é outra possibilidade, pois existem muitos recursos para acompanhar o desempenho de diferentes aspectos da rede, desde latência e carga, requisição de discos, até a área de armazenamento. Com as ferramentas certas, é possível recolher dados e criar gráficos para facilitar a interpretação e o acompanhamento da eficiência de cada área.

Além disso, com um diagnóstico pronto sobre os principais pontos em que há escape de recursos, é possível colocar em ação algumas práticas que exigem pouca tecnologia e mais gestão.

 

4- Configuração adequada de servidores

Os servidores estão sendo solicitados a fazer mais do que conseguem, lidando com diferentes tipos de dados e aplicativos, o que exige várias camadas de tráfego. O ideal é que se faça uma configuração de desempenho adequada para cada trabalho que cada servidor deve cumprir. Pode ser um processo demorado, mas com ganhos de desempenho relevantes.

 

5- Definição das principais ferramentas

Para cada função da rede existe a possibilidade de adquirir um aparelho que irá melhorar a performance desta ação, como dispositivos de segurança e firewalls. Porém, os aparelhos costumam ser gerenciados por um software que adiciona ainda mais tempo de processamento dentro da rede. A solução é decidir quais são as funções que podem ser feitas sem os aparelhos e quais obrigatoriamente devem ser mantidas para o funcionamento efetivo da rede.

 

6- Segmentação errada

Muitas são as redes que na verdade são emaranhadas e não organizadas, comprometendo o tráfego, perdendo toda a segmentação e eficiência de suas ações. O ideal é investir em áreas que precisem de desempenho e segmentá-las distantes das áreas que não necessitam de tanto desempenho. O planejamento e execução da rede devem ser o mais eficiente possível.

 

7- Aplicativos grandes demais

Antes de comprar algum aplicativo e colocá-lo em funcionamento na rede, é necessário fazer um teste sobre sua utilização e pesar se o custo-benefício do aplicativo vai valer a pena para o negócio. Existem muitos aplicativos que podem trazer certas soluções, mas que geram grande impacto no tráfego da rede. Outras ações precisam de ferramentas tecnológicas ou reorganizações nas redes atuais para desamarrar os gargalos.

 

8- Balanceamento de carga

A conexão com Internet é um dos pontos de congestionamento de rede e para aliviar a navegação, algumas empresas contratam dois ou mais links para fornecer redundância. Esta ação é um tanto quanto desnecessária, já que um link trabalha isolado automaticamente e só aciona o segundo se o primeiro interromper o tráfego do roteador. Eles não trabalham juntos. Uma solução simples é a utilização de dispositivos de balanceamento de carga nas conexões com a Internet a fim de fornecer redundância adicional, bem como a capacidade de utilizar mais de um canal de Internet simultaneamente.

 

9- Reduzir congestionamento da WAN

São duas tecnologias que surgiram ao longo dos anos para ajudar a reduzir o congestionamento da WAN. Um deles é a implantação de aparelhos na final da conexão da WAN, que usam uma série de ferramentas de otimização baseada em software para espremer a eficiência de um link. A outra tecnologia é a SD-WAN, que adiciona outra camada de inteligência de otimização, criando uma sobreposição virtual. Este software monitora os links e roteia os pacotes pelo caminho ideal em qualquer ponto. Caso seja detectado qualquer congestionamento, o tráfego é desviado para evitar um gargalo.

 

10- Utilização de canal de Porta Virtual (vPC)

As vPCs eliminam a necessidade da operação de STP entre switch downstream e vários switches upstream. No novo modelo, os switches são configurados para trabalhar em conjunto para criar um canal de porta única, oferecendo redundância necessária em muitas redes, assim como a capacidade de utilizar toda a largura de banda disponível em links agregados.

 

11- Alterar o design de rede

Um novo desenho de rede está sendo utilizado especialmente por empresas com alto grau de virtualização de seus processos, que encontraram dificuldade no tráfego de dados leste-oeste, é a arquitetura leaf-spine no Data Center. Essa técnica desmonta o tradicional design de três camadas e sugere uma malha completa de conectividade de rede entre a camada de acesso ao Data Center (nós da folha) e a camada de agregação (nós de espinha). Todos os nós são conectados e assim, os recursos dão os mesmos números de saltos de distância.  

 

Em uma conclusão geral, existem muitas possibilidades que devem ser avaliadas e constantemente monitoradas para que os muitos gargalos não passem a dominar a rede e fujam do controle dos técnicos de TI. Por isso, o maior gargalo, sem dúvidas, é a falta de administração proativa da rede.

 

Fontes:

http://www.networkcomputing.com/data-centers/4-ways-ease-network-bottlenecks/1238515892

http://www.networkcomputing.com/networking/fixing-your-networks-five-worst-bottlenecks/1218296404

http://www.ehowenespanol.com/localizar-cuellos-botella-red-como_220973/

http://computerworld.com.br/tecnologia/2010/06/02/8-dicas-para-melhorar-a-performance-da-rede-corporativa

 

Categorias: Redes