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14 principais tendências de tecnologia para 2016

Publicado em 15/jan/2016 5:00:00

Descubra quais são as novidades tech no mundo e fique por dentro de tudo que promete revolucionar a sociedade.

14 principais tendências de tecnologia para 2016

Nos últimos anos, a tecnologia digital tem modificado intensamente a forma como as pessoas trabalham, se relacionam, se comunicam, fazem compras, cuidam de si mesmas, entre tantas outras atividades sociais. A própria economia tem apresentado grandes empresas de tecnologia, além de uma revolução totalmente disruptiva: o surgimento das startups, empresas de base tecnológica que estão surpreendendo a todos com inovação e tecnologias que transformaram a maneira tradicional de fazer negócios.

Sabendo da importância da tecnologia digital para o mundo, o Canal Comstor resolveu apresentar uma lista com as principais tendências desse assunto para o ano de 2016.

Aproveite!

 

1- Impressão 3D

Para muitos a tecnologia de impressão 3D já deixou de ser novidade há alguns anos, no entanto o consumidor final ainda espera ansioso para testar as potencialidades desse tipo de impressão. É por isso que para muitos especialistas, como o analista de pesquisa de marketing do Gartner, Mike Walker, “a oportunidade real não é o widget, mas sim a propriedade intelectual que você está criando.”

Planos para todos os tipos de produtos, peças e suprimentos estará disponíveis para download, algo parecido com arquivos de mp3. Para Walker, quem ganha com isso são os designers, que faturariam com os royalties para cada download, da mesma forma que as gravadoras e os artistas donos dos direitos autorais das músicas.

Outro ponto muito empolgante dessa tendência são os materiais que podem ser utilizados para criar objetos 3D: materiais biológicos para a criação de tecidos órgãos humanos, plásticos feitos de fibra de carbono, comida e até mesmo material para a construção de casas ultrarresistentes.

A questão é: que projetos serão comumente baixados e impressos, não só por parte dos consumidores, mas também pelas empresas? Com certeza haverá uma abundância de itens de uso diário, mas você não pode descartar um futuro no qual montadoras farão download e impressão de carros e cirurgiões vão imprimir modelos médicos de plástico em que se pode praticar procedimentos complexos. E esse futuro, muito provavelmente, já será realidade em 2016.

 

2- Novas formas de fazer publicidade

Com o avanço das mídias sociais, do uso de social vídeo e dos dispositivos móveis, a publicidade tem criado uma nova forma. Um exemplo bastante interessante é o jogo Minecraft, recentemente comprado pela Microsoft por US$ 2,5 bilhões. A razão para uma valorização tão grande é a de que a Microsoft percebeu uma nova e totalmente efetiva oportunidade de fazer publicidade dentro de jogos com o Minecraft.

Para James McQuivey, analista de disrupção digital da Forrester, as empresas poderiam criar uma definição no jogo, na qual os jogadores / consumidores pudessem, por exemplo, criar os próprios carros ou experienciar novos modelos virtualmente, construídos por outros usuários. Em um ambiente de jogo como este, diz McQuivey, os anunciantes poderiam construir uma experiência de marca e apresentá-la aos potenciais clientes cujas preferências de jogo torna-os público-alvo. Atualmente, as companhias vão lá e inserem um “outdoor” dentro do jogo, mas ano que vem elas pretendem focar em interação e engajamento dos consumidores / jogadores com a marca. Isso significa que o público deixará de ser um espectador passivo com relação a um anúncio, e se transformará em um participante extremamente ativo.



3- Aprendizado de Máquina (Machine Learning)

A capacidade de aprender e "parecer que compreende" é, em última análise, o que define máquinas inteligentes para além de seus parentes não-inteligentes. Há uma série de tecnologias competindo neste espaço, mas a maioria delas têm o simples objetivo de detectar e aprender com os padrões.

Um exemplo recente disso é o estetoscópio Eko Core. O dispositivo transforma o estetoscópio comum e, acrescenta a capacidade de ver, registrar e compartilhar sons do coração. Isso é incrivelmente útil para os clínicos gerais, pois permite-lhes fornecer dados precisos para os especialistas, permitindo efetivamente guiá-los em uma consulta mais específica.

Desenvolvedores trabalham com aprendizado de máquina
Atualmente, uma série de provedores de Cloud oferecem serviços de analytics e APIs de aprendizado de máquina na própria Nuvem. Além disso, ferramentas de aprendizado de máquina abertas são facilmente encontradas na web. Uma capacidade de aprendizado de máquina ubíqua permite aos desenvolvedores criar aplicativos que reconhecem padrões em áreas de segurança, por exemplo - para detecção de fraudes e reconhecimento de face -, ou para diagnósticos médicos, otimização de infraestrutura, Web ad-serving, entre outros.

É claro que alguns softwares comerciais e sites já possuem recursos de aprendizado de máquina há anos (para antecipar as ações do usuário, recomendando produtos relacionados, e assim por diante). A diferença hoje, é que a aprendizagem de máquina é dividida como um recurso separado que qualquer desenvolvedor pode explorar, e agora temos toneladas de dados e capacidade de Computação em Nuvem para analisar essas informações, incluindo novos servidores sofisticados, equipados com aceleradores de GPU para executar algoritmos de aprendizado de máquina.

Entra aqui as Redes Neurais Profundas (DNNs) que, em aprendizado avançado de máquina, são responsáveis por ir além da computação clássica e a gestão de informação para criar sistemas que podem - de forma autônoma - aprender a perceber o mundo, sozinhos. Isso é necessário, pois com a explosão de fontes de dados e a complexidade da informação, a classificação manual e análise ficam quase inviáveis e não rentáveis. Com as DNNs, as tarefas são automatizadas, o que torna possível enfrentar os desafios-chave relacionados à tendência conhecida como Information of Everything - que será mencionada neste texto.

As DNNs (uma forma avançada de aprendizagem de máquina especialmente aplicáveis a grandes conjuntos de dados, complexos) é a tecnologia que faz parecer que as máquinas são inteligentes. Ela permite que máquinas de hardware ou baseadas em software aprendam por si mesmas todos os aspectos do seu ambiente, desde os mais pequenos detalhes até grandes classes abstratas de conteúdo. Esta área está evoluindo rapidamente, e as organizações devem avaliar como podem aplicar essas tecnologias para ganhar vantagem competitiva.


4- Arquiteturas e Plataformas voltadas para a IoT

A Internet das Coisas não é mais um sonho distante. Na verdade, ela já existe e nós todos interagimos diariamente com uma infinidade de dispositivos conectados. O problema é que agora a Internet ainda tem um quê de faroeste, um espaço a ser estruturado.

O problema agora está com os fornecedores de plataformas da Internet das Coisas. O que as plataformas da IoT fazem é fornecer os gateways e informações para as Coisas, sejam postes nas ruas ou smartwatches. Atualmente, essas plataformas são incrivelmente fragmentadas, sem líderes de mercado em vista. Inclusive, o Gartner não vê mudanças claras neste cenário pelo menos até 2018, e calcula que os líderes de TI ainda precisarão compor soluções da Internet das Coisas através de uma série de provedores diferentes por um bom tempo ainda.

No entanto, após esse período inicial de agitação, é possível esperar que o mercado se movimente em direção à plataformas de IoT mais integradas.


5- Sequenciamento de DNA personalizado

Cada molécula de DNA contém uma ordem exata de nucleotídeos. O sequeciamento de DNA é um processo que faz uso de ferramentas de ponta para determinar essa ordem. Dá para perceber que pesquisas feitas nesta área podem levar a benefícios médicos significativos.

O sequenciamento de DNA personalizado talvez consiga levar o estudo do genoma à população comum. Parece improvável? Mas é bom acreditar, já que muitas pessoas já foram beneficiadas a partir de terapias com análise de DNA. A atriz de Hollywood Angelina Jolie é uma delas. Ela teve seu DNA testado e descobriu que possuía 87% de chance de contrair câncer de mama.

No futuro, todo mundo terá seu DNA testado para saber a probabilidade de adquirir doenças fatais. E muito provavelmente essa técnica já se torne uma realidade em 2016.


6- Display holográfico interativo

A tecnologia de hologramas não é tão nova assim, mas a tela holográfica 3D é definitivamente uma novidade. Uma tela de alta qualidade que promete revolucionar toda a indústria de tecnologia.

O protótipo da 2ª geração do display holográfico é interativo. A tecnologia é um pouco complicada, e compreende o seguinte:

• Uma lente óptica holográfica
• Um controlador digital
• Um projetor a laser
• Um sensor de movimento

O display interativo permite aos usuários tocar nos ícones do ar e realizar determinadas atividades. A interatividade deve-se ao sensor de movimento cinético, um recurso de vanguarda, que muitos fabricantes de dispositivos portáteis estão usando.


7- Carros à prova de colisão

É possível que, já em 2016, veremos carros à prova de falhas e colisões adentrando o mercado automobilístico. Esse carro vai depender de tecnologias como o sistema de alerta motorista, radar embutido no automóvel e um sonar. Mortes no trânsito são uma preocupação para os EUA e para vários outros países. Carros à prova de colisão podem diminuir essa taxa de mortalidade.


8- Big Data vai além do hype para o pragmatismo

Em 2016, vamos começar após o grande hype de dados, à medida que mais empresas começam a aplicar algumas das práticas já conhecidas de análise de dados em suas fontes de dados que não estão incorporadas no espaço de Business Intelligence. Ao invés de tratar novas fontes de dados como desconhecidas, o uso de dados está evoluindo para uma paisagem mais rica e complexa de várias fontes, criando casos de uso de dados variáveis e práticos. Afinal de contas, o valor máximo de decisão está localizado nos dados de BI tradicionais - digamos, transações financeiras.

Mais histórias contadas com dados = a mais engajamento
As pessoas estão o tempo todo contando histórias em tarefas de trabalho. Na verdade, ao fazer uma proposta a um grupo, 86% dele quase sempre ou frequentemente pedia um tempo para analisar que aconteceu anteriormente, e 80% quase sempre ou frequentemente pediu um tempo para projetar o futuro ou para prever possíveis resultados.

Storytelling não apenas personaliza a tarefa do profissional, mas também pode torná-la mais memorizável, impactante e relevante para aqueles que colaboram na realização dela. Em 2016, não existirá mais uma desculpa para trabalhar em uma tarefa mais complicada offline. Os profissionais vão usar a contação de histórias interativa para entregar a informação de uma forma mais convincente, com o intuito de levar os colaboradores a agir no momento, quando o insight surge.


9- Cisco ACI revigora SDN

A própria ideia de redes definidas por software (SDN) sugere que, eventualmente, as chaves de hardware se tornarão commodities, razão pela qual as SDNs têm sido vistas como uma ameaça existencial para a Cisco. Até agora, porém, a adoção de SDN foi largamente confinada aos provedores de telecomunicações e de serviços em Nuvem e têm tido pouco impacto sobre a empresa.

Agora a Cisco saltou à frente e introduziu um novo esquema de SDN apelidado de Application Centric Infrastructure (ACI), ou infraestrutura central de aplicação, que inclui um novo protocolo de controle de operações, o OpFlex, para substituir o OpenFlow. Projetado para implementações de grande escala, o ACI empurra as SDNs em uma nova direção, distribuindo uma parte do controle de configuração à rede e dando aos administradores a capacidade de ajustar as configurações em um alto nível com base em requisitos de aplicação.

O mais surpreendente de tudo pode ser o grau de abertura: A tecnologia ACI usa APIs RESTful, e a Cisco publicou um SDK de código aberto, juntamente com várias ferramentas ACI no GitHub. Além disso, a empresa propôs o OpFlex como um padrão IETF ou como um projeto OpenDaylight, e o OpFlex já tem o apoio da Microsoft, IBM, F5, Citrix, Red Hat, Canonical, e outros. Considerando a enorme quota de mercado empresarial da Cisco, este pode ser o empurrão que a tecnologia de SDN precisa.

10- Blockchain irrompe

A tecnologia de moedas digitais, uma delas sendo a Bitcoin, tem sido manchada muitas vezes ao longo dos últimos anos. Mas a blockchain, a magia matemática por trás bitcoin, está à beira de se tornar uma forma viável de garantir a integridade de todos os tipos de transações.

Em um artigo recente, da InfoWorld, Peter Wayner contou mais de 100 empresas que exploram maneiras de estender a blockchain para plataformas de negociação, cartões de identificação, contratos, armazenamento seguro, entre muitas outras ideias. Sim, até mesmo os bancos estão testando a tecnologia - uma indicação de que veremos muito mais notícias sobre blockchain e moedas virtuais nos noticiários em 2016.


11- A Nuvem Híbrida se torna realidade

Muito se discute sobre o que quer dizer Nuvem Híbrida: significa a integração entre uma infraestrutura on-premise com a Nuvem Pública? A integração entre quaisquer duas nuvens? Se é necessária uma Nuvem Privada criada como uma Nuvem Pública, então a Nuvem Híbrida provavelmente é um mito, já que existem pouquíssimas Nuvens Privadas ativas.

Mas a Microsoft está modificando isso com o Azure Stack para o Windows Server, que permite aos clientes duplicar pelo menos parcialmente a infraestrutura de Nuvem Pública Azure localmente. Quando o Windows Server e System Center 2016 chegarem no próximo ano, integra-los com Azure promete render um verdadeiro ambiente de IaaS híbrido. Através de seus serviços profissionais, a IBM parece estar trabalhando na mesma direção, com implantações de Nuvem OpenStack públicas e privadas híbridos. A Cisco também trabalha com soluções de Cloud Computing Híbrida, utilizando a tecnologia Cisco Intercloud Fabric para integrar uma Nuvem Privada a uma Nuvem Pública.


12- Comunicações incorporadas

Ninguém quer mudar aplicativos no meio de uma compra ou caçar uma maneira de entrar em contato com o SAC quando surge um problema. Isso pode não ser um grande problema para os consumidores que compram coisas em um desktop ou visitam sites da web a partir de um laptop, mas torna-se um enorme problema para os usuários de dispositivos móveis.

Esta necessidade de comunicação contínua a partir de dispositivos móveis está levando ao surgimento de comunicações ricas, incorporadas aos aplicativos e diretamente das páginas da web. E 2016 será o ano em que torna-se mais fácil entrar em contato com o suporte ao cliente em um ambiente de comunicações rico.

Tecnologias como WebRTC estão possibilitando que empresas incluam serviços de comunicações ricos diretamente nos apps e nos sites corporativos com a adição de apenas algumas linhas extras de JavaScript. Empresas como Agora.io também estão utilizando o padrão de código aberto WebRTC e transformando-o para ficar mais amigável para empresas, com a adição de monitoramento de serviços ponta a ponta de qualidade e a inclusão de APIs que permitem aos desenvolvedores entregar facilmente chats de vídeo contextuais, compartilhamento de tela, chat de voz, o que facilita as vendas e melhora serviço de atendimento ao cliente.


13- Marketing de Localização

Essa tendência já está presente há algum tempo e tem evoluído com grande velocidade. A tecnologia de marketing de localização, também conhecida como geomarketing aproveita a localização do usuário - geralmente de dispositivos móveis - para oferecer anúncios sob medida para onde quer que esteja. E ela está prestes a se tornar mais exigente: se você procurar restaurantes tailandeses em Edimburgo por exemplo, os anúncios exibidos são mais propensos a refletir o seu histórico de pesquisa, oferecendo outras coisas na mesma área e com relação aos seus gostos.

O marketing baseado em localização também torna mais fácil a busca por mais coisas que você gosta e ajuda a evitar coisas que você não faz ou que não gosta. No entanto, isso pode não ser necessariamente benéfico para os usuários:

de acordo com o professor Bill Buchanan, diretor do centro de pesquisa em Computação distribuída, Redes e Segurança da Edinburgh Napier University, há mais de 120 agências de propaganda cadastradas no AdChoices - um programa de anúncios usado pelo Google - e que trabalham com clientes para empurrar marketing direcionado para o usuário. “É uma tecnologia preocupante, especialmente porque você tem o Google te rastreando o tempo todo. O AdChoices é quase impossível de desligar, ele está espiando você sem você ter qualquer controle".


14- Realidade Virtual

Sempre quis visitar Paris? Que tal Marte? E pilotar um carro de F-1? Enfim, com a tecnologia de realidade virtual, qualquer uma dessas experiências será possível. E enquanto a realidade virtual vinha sendo apenas pouco mais que um sonho reservado para os desenvolvedores de videogames e membros de alguns departamentos de P&D das empresas, 2016 pode ser o ano de introdução da tecnologia no mercado consumidor de massa. E se a realidade virtual decolar, tudo, desde jogos de entretenimento até o comércio, vai mudar.

Uma das empresas que está preparando essa revolução é a Oculus Rift - comprada recentemente pelo Facebook em uma transação bilionária - que lançará seu primeiro produto durante o trimestre de 2016. ele virá com o par de headphones integrados, criados para maximizar a experiência de realidade virtual. E muitos fãs de games já acreditam que a tecnologia vai revolucionar tanto os jogos de console quanto de PC.


[Guia] Os 10 empregos de TI mais valorizados em 2016


Fontes:
http://www.information-management.com/gallery/information-of-everything-among-top-tech-trends-for-2016-10027729-1.html
http://www.information-management.com/blogs/information-strategy-leadership/2016-predictions-firms-will-turn-data-into-insight-and-action-10027719-1.html
http://pt.slideshare.net/adelphidigital/16-digital-trends-to-shape-2016
http://www.inc.com/ilan-mochari/seismic-shifts-change-business.html
http://memeburn.com/2015/09/10-top-strategic-technology-trends-for-2016/
http://www.infoworld.com/article/3007057/cloud-computing/9-enterprise-tech-trends-for-2016-and-beyond.html
http://www.scotsman.com/lifestyle/personal-finance/top-consumer-tech-trends-to-watch-out-for-in-2016-1-3950571

 

 

 

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