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A IoT e a cibersegurança dos carros conectados

Publicado em 14/nov/2016 5:00:00

Veja como as empresas estão trabalhando para evitar problemas com ataques virtuais em carros autônomos.

A IoT e a cibersegurança dos carros conectados

Na era da tecnologia virtual, cada vez mais dispositivos estarão conectados à internet. E os carros não escapam dessa realidade. De acordo com dados americanos, o mercado de carros conectados sinaliza um crescimento de mais de 45% nos próximos 5 anos, o que representará um acréscimo de quase 10% em relação ao próprio mercado de carros tradicionais.

Também o relatório divulgado pelo BI Inteligence identifica que, até 2020, 75% dos carros que serão lançados em todo o mundo poderão, por exemplo, compartilhar músicas e filmes, efetuar uma ligação, enviar e receber arquivos, acompanhar as condições de trânsito e climáticas em tempo real e oferecer aos motoristas opções de suporte como, por exemplo, o auto estacionamento.

As invenções permitidas pela conexão wi-fi e virtual prometem tornar a vida das pessoas mais fácil de muitas formas. No caso dos carros conectados, as aplicações buscam, sobretudo, melhorar as experiências de condução, dizendo, inclusive, qual é o caminho com menos congestionamento e oferecendo as mais diversas formas de entretenimento para um deslocamento seguro e agradável.

No entanto, nesse contexto, os fabricantes precisam, além de explorar todas as possibilidades em aplicações que tragam conforto, comodidade e entretenimento, estar atentos à questões de segurança e privacidade.

Com tantas possibilidades de conexão, aumentam os riscos de ataques cibernéticos. Para se ter uma ideia, as capacidades inovadoras de um carro conectado são possibilitadas por mais de 300 milhões de linhas de códigos, mais do que possui um Boeing. Dessa forma, percebe-se o tamanho da preocupação que os desenvolvedores têm em conceber tais produtos.

 

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Mapeando riscos

Como todo software, os sistemas de controle em um carro conectado podem ser comprometidos e controlados remotamente caso ocorra um ataque. Isso se deve principalmente à falhas causadas por um software mal escrito e representa um comprometimento real no que tange à segurança física e pessoal dos motoristas. Exemplificando o exposto, em 2015, uma falha em um Jeep Cherokee permitiu que dois especialistas em segurança cibernética conseguissem facilmente manipular remotamente o carro ligado, comprometendo as suas funções básicas.

 

Um ciberataque em um desses veículos conectados representa, portanto, uma ameaça bastante significativa, uma vez que, além de controles básicos, como desbloquear o veículo, poderia ser usado para, por exemplo, para violações de privacidade, como o rastreamento ou perseguição de pessoas e até mesmo o roubo ou a própria destruição do carro. Outro ponto de atenção da segurança cibernética nesse setor diz respeito à exposição de dados bancários e outras informações financeiras dos proprietários, uma vez que algumas dessas aplicações presentes nos veículos, em algum momento, se utilizem desses dados.

 

O papel da cibersegurança e medidas preventivas

Fica evidente um desafio enorme do setor de engenharia em trabalhar na melhoria efetiva dos sistemas de segurança dos automóveis conectados. No entanto, a realidade do mercado hoje mostra que, embora os riscos sejam reais, a indústria não está levando o assunto a sério o suficiente. Isso pode ser demonstrado pelo fato das fabricantes não manterem registros de possíveis invasões e que quase todos os fabricantes de equipamentos originais ou fornecedores de componentes para carros conectados são atualmente incapazes de responder aos ataques em tempo real.

 

Algumas iniciativas já começam a despontar na tentativa de abordar este problema. Uma delas inclui o recolhimento e análise de informações sobre hacks em carros conectados, formando uma espécie de observatório de tendências de ataques desse tipo. Mas, até os fabricantes estarem agindo efetivamente em medidas de segurança, os proprietários estão, de fato, expostos a ataques. O que pode ser feito é checar o que esses aplicativos existentes poderiam permitir alguém fazer quando seu carro estiver conectado, além da recomendação de só baixar aplicativos utilizando lojas certificadas, como o iStore ou Google Play. Aplicativos de terceiros também devem passar por um pré-processador, que pode avaliá-los para os riscos de segurança.

 

Os carros conectados já são uma inovação presente no cotidiano das pessoas, principalmente nos países mais desenvolvidos. Sua existência cada vez mais comum na era da Internet das Coisas demonstra uma necessidade real e desafiadora do desenvolvimento de medidas de segurança cibernética para proteger, de fato, os consumidores.

 

Fontes:

https://datafloq.com/read/cyber-security-connected-car-internet-of-things/2275

http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2016/03/11/opiniao-ciberseguranca-dos-carros-conectados-ja-desafia-a-engenharia/

Categorias: Big Data