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A lenta evolução da Internet das Coisas.

Publicado em 5/set/2017 5:00:00

Entenda porque, ao contrário do previsto, a adoção desses aplicativos caminha em ritmo tão lento.

 

A lenta evolução da Internet das Coisas

Possuir dispositivos inteligentes sempre esteve entre os desejos das pessoas, sendo retratado em diversos filmes e desenhos animados (quem não se lembra da família Jetson e suas calçadas rolantes e máquinas de fazer comida com apenas um botão). No entanto, ao contrário do que se esperava, a Internet das Coisas, agora uma realidade, tem evoluído de maneira muito lenta e com adoção muito restrita, reflexo, principalmente, das exigências de alto investimento em pessoal capacitado e gerenciamento.

 

É fato que a grande maioria das empresas não está preparada para conviver com a IoT, adotando suas aplicações em níveis mínimos, sendo um dos motivos para essa postura a falta de profissionais qualificados para lidar com as exigências técnicas que elas apresentam ao cotidiano das organizações. De acordo com especialistas da área, consultados durante o desenvolvimento de uma pesquisa realizada pelos sócios da McKinsey, empresas do ramo industrial são limitadas, ainda, por longos ciclos de capital e inércia organizacional.

 

Alguns elementos importantes foram destacados por essa pesquisa, entre eles o fato de muitas empresas usarem sensores IoT para receber dados em tempo real, ainda que a implementação em larga escala seja evitada e que a aplicação se resuma a uma forma de testar o conceito na realidade da organização.

 

Outra realidade que se observa no cenário atual é de que, mesmo as empresas que utilizam a Internet das Coisas como forma de coletar grandes volumes de dados, os gerentes analisam apenas cerca de 1%.

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Além disso, as informações provenientes dos sensores IoT raramente são consideradas no momento da tomada de decisão por parte dos líderes das empresas, como destacado por pesquisa da MGI, incluindo as que se relacionam com o planejamento de manutenção ou aos procedimentos de automação. As razões apresentadas são a de falta de pessoal para a análise e de que a confiança ainda reside mais em conselhos de outras pessoas e suas experiência do que de um acumulado de informações automatizadas.

 

Especialistas ainda destacam que muitas empresas têm receio em adotar a IoT por questões de segurança, uma vez que seus dispositivos são uma potencial porta de entrada para ciberataques. Ainda que existam diferentes formas de proteger as redes de empresas que adotam essa tecnologia, como criptografia, programas de detecção de ataques, controle de acesso biométrico, entre outras, elas apenas reforçam a opinião de diferentes empresas sobre a necessidade de contratar profissionais capacitados.

 

Tendência de crescimento

 

Em um futuro imediato, segundo indica a pesquisa da McKinsey, a maior parte das empresas vai se manter com um uso mais simples das funcionalidades oferecidas pela Internet das Coisas, de forma que os benefícios de seu uso não serão conquistados em um futuro imediato. Já com relação ao longo prazo é difícil oferecer um panorama, uma vez que o quadro se mostra incerto e confuso.

 

A questão da segurança também é abordada pelos especialistas, que afirmam que as vulnerabilidades de segurança dos dispositivos IoT “não podem ser eliminadas através de criptografia, programas de detecção de ataques, controle de acesso biométrico ou outras tecnologias sofisticadas. Isso significa que as empresas que querem expandir seus esforços em IoT terão de lançar iniciativas de segurança que abordem as fraquezas resultantes das vulnerabilidades tecnológicas e da falta de cautela entre aqueles que usam os equipamentos”.

 

Possibilidades

 

Ainda que o que se veja atualmente seja um inserção lenta da Internet das Coisas no âmbito empresarial, os sócios da McKinsey acreditam que é possível que empresas de tecnologia invistam em novas estratégias, capazes de acelerar o crescimento da IoT. Eles concluem que “em vez de se concentrarem nas atualizações de tecnologia, podem desenvolver produtos que melhoram os resultados dos clientes em termos de custo, desempenho e outras métricas importantes”.

 

Mesmo que o crescimento dessas tecnologias se mostre mais lenta que o esperado e da necessidade de investimento para a sua implementação, o controle, integração e rapidez que elas oferecem não podem ser desprezadas, sendo essencial destacar seus benefícios e possibilidades como forma não apenas de permitir seu crescimento, mas também de aumentar a qualidade dos resultados dos clientes.

 

 

Fontes:

https://www.tiespecialistas.com.br/2017/05/os-entraves-da-revolucao-por-que-o-avanco-da-iot-esta-mais-lento-que-o-esperado/

http://www.itforum365.com.br/conectividade/internet-das-coisas/por-que-o-avanco-da-iot-esta-mais-lento-do-que-o-esperado

http://economia.ig.com.br/2017-05-15/internet-coisas.html

 

Categorias: Mercado de TI, Virtualização, Transformação Digital, IoT