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Arquitetura de Microsserviços agiliza implantação de softwares

Publicado em 5/fev/2018 15:16:59

Saiba como as arquiteturas de microsserviços, aplicadas à geração de softwares, contemplam operações independentes para resolução de tarefas complexas, oferecendo maior rapidez para as empresas.

 

Microsserviços agilizam implantação de softwares

O modelo de microsserviços é uma nova maneira de se trabalhar um software. Ao invés de ter todas as funções inseridas em um bloco, como na arquitetura monolítica, a aplicação gigantesca é transformada em pequenos pedaços, sendo trabalhados de forma autônomas e independentes.

 

Com esse modelo, os programadores estão desmontando arquiteturas de sistemas maciços, privilegiando componentes menores e independentes que trabalham em conjunto para resolverem problemas complexos.

 

Um software pode ter, por exemplo, um microsserviço destinado apenas ao controle de estoque, outro para banco de dados dos clientes, outro para vendas e outro para receber pedidos. Como eles trabalham de forma independente e se comunicam através de serviços, quando há necessidade de uma atualização em algum dos itens, não é necessário mexer em toda estrutura do bloco, como acontece com o monolítico.

 

A arquitetura de microsserviços define, justamente, o agrupamento desses subsistemas, que são escalados de maneira separada, trazendo inúmeros benefícios para o programador e o especialista que futuramente fará a conservação desse software. Entre eles estão:

 

Manutenção facilitada

Como o software está segmentado, a manutenção de cada item é feita de forma separada, acompanhando as necessidades de cada empresa. Conforme o produto vai evoluindo, as funções podem ser trabalhadas separadamente.

 

Testes mais rápidos

Para implantar o sistema como um todo, os subsistemas são testados de forma independente e depois agrupados para se comunicarem. Se há uma falha em algum dos microsserviços, ela é trabalhada de forma isolada de todo o bloco.

 

Atualizações mais rápidas

A autonomia dos serviços permite que cada subsistema tenha suas ferramentas próprias, podendo ser substituídas ou atualizadas quando for necessário.

 

Agilidade de implantação

Quando as funções são desacopladas do bloco monolítico, elas podem ser personalizadas e trabalhadas com detalhes. Ter um contexto bem definido de funcionalidades, assim como controle da regra de negócios mais fácil.

Treinamentos Comstor Americas

Gerenciamento das falhas de modo otimizado

Mesmo que se um serviço falhe, os outros continuarão funcionando.

 

Segurança independente

Cada microsserviço tem seu próprio API Gateway, permitindo o controle de acesso, utilizando dispositivos como autenticação de usuários e logs, o que reforça a segurança do software como um todo.

 

Também por esta autonomia, os microsserviços podem ser substituídos, utilizando tecnologias mais novas, outras ferramentas, novas interfaces, buscando mais eficiência para a operação de um negócio, sem a necessidade de trocar o sistema como um todo.

 

Cada uma das ‘caixinhas’ presente no grande bloco possui seu próprio armazenamento de dados, podendo conversar entre si ou não, o que faz com que as informações não se misturem e torne mais fácil para que sejam encontradas e classificadas.

 

Transformar arquitetura monolítica em microsserviços exige planejamento

 

Especialistas em programação concordam que o ideal é considerar o microsserviço como uma opção no momento de iniciar um novo software. Porém, para arquiteturas monolíticas já prontas com alto grau de complexidade, a segmentação pode ocorrer aos poucos, seguindo um planejamento para que o sistema como um todo não seja paralisado.

 

Desacoplar os microsserviços de um bloco monolítico incluiu em primeiro lugar criar um serviço e definir qual será a sua função, seus objetivos e quais bancos de dados devem ser considerados neste subsistema. Na sequência, os dados que serão utilizados neste bloco menor podem ser copiados para uma base privada para os testes serem iniciados.

 

Se necessário, o novo microsserviço pode ser reformulado, aprimorado e modificado seguindo as necessidades de cada empresa antes de ser inserido no sistema. Assim que pronto, um novo serviço deve ser trabalhado até que todo o bloco monolítico esteja desmontado e transformado em pequenos sistemas independentes.

 

 

Categorias: Arquitetura de Microsserviços