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As empresas precisam repensar as estratégias de segurança digital

Publicado em 23/fev/2017 5:00:00

Contar com uma equipe capacitada e focada em diminuir vulnerabilidades pode ser a chave do sucesso das empresas.

 As empresas precisam repensar as estratégias de segurança digital

 

Melhorar os processos para a detecção de vulnerabilidades em um sistema é a principal dica da Cisco para aprimorar as estratégias de segurança digital. De acordo com o Relatório Anual de Cibersegurança, divulgado no final do mês de janeiro de 2017, grande parte das empresas focam suas ações na compra de produtos.

 

De acordo com o estudo, 65% dos 3 mil CSOs (Chief Security Officers) e líderes de operação de empresas de 13 países, utilizam de 6 a 50 produtos e serviços de segurança, sendo que muitas vezes não atuam de forma integrada com possibilidades de troca de informações, perdendo consideravelmente a eficiência para barrar invasões.

 

Não é de se estranhar que mais de um terço dos entrevistados sofreram com alguma falha de segurança, perdendo oportunidades financeiras no ano passado. 22% das organizações atacadas perderam clientes, sendo que 40% delas perderam mais de 20% da sua carteira. 29% perderam receitas e 30% deste grupo se refere a perdas superiores a 20%. 23% das empresas atacadas perderam oportunidades de negócio, sendo que 42% perderam mais de 120%.

 

O tema cibersegurança é tão fundamental que o atual presidente dos EUA, Donald Trump, deu mais atenção ao assunto. Mesmo depois de declarações com promessas vagas para parar ataques digitais no início do seu mandato, Trump acatou recomendações de especialistas e criou um projeto de ordem executiva sobre segurança cibernética.  

 

No Relatório, 90% dos entrevistados afirmam melhorar as suas tecnologias e processos de defesa para enfrentar ameaças separando as funções de segurança com as de TI (38%), melhorando a consciencialização dos colaboradores através de ações de formação (38%) e implementando técnicas de mitigação do risco (37%). Porém, para a Cisco, alguns pontos devem ser levados em consideração e reforçados em qualquer sistema, seja de pequenas ou grande corporações, seja em âmbito público ou privado.

 

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O primeiro deles é envolver especialmente a alta liderança para que difundam entre suas equipes que a segurança é uma prioridade do negócio. Outro fator é revisar as práticas de segurança, criando indicadores para medir a operação de varredura e proteção de sistemas. Além disso, é preciso estabelecer métricas claras de segurança e testar constantemente sua eficiência. Por fim, criar conectividade entre os produtos que foram adquiridos para a defesa da rede, agilizando a operação e reduzindo o tempo de detecção e anulação de um ataque.

 

O tempo de se encontrar o ataque e mobilizá-lo, aliás, é uma das principais métricas do Relatório de Cibersegurança da Cisco, que indica que o tempo ideal é de seis horas, reforçando ainda mais que as equipes devem se concentrar em investigar e resolver as ameaças. Para os CSOs, o alcance desses patamares em ambientes cada vez mais complexos são barrados pelos orçamentos limitados, pouca compatibilidade de sistemas e falta de profissionais capacitados para atuarem nos processos de segurança.

 

A pesquisa aponta também que os ataques aumentaram sua complexidade, mas que continuam usando formas de invasões clássicas, como adware e spam, em superfícies diferentes, que cresceram consideravelmente. Se antes os celulares e desktops eram os alvos, hoje os invasores utilizam dispositivos vestíveis, dispositivos que se conectam à Internet das Coisas e aplicações em Nuvem. De acordo com a Cisco, no ano passado eram 222 mil aplicações corporativas disponíveis em Nuvem, sendo que 27% eram de alto e 58% de médio risco, considerando a forma de oferta do serviço e a troca de dados com outras aplicações.

 

Resumindo, mesmo com verba suficiente, a pesquisa da Cisco aponta que os especialistas estão investindo errado e que precisam mudar suas estratégias de segurança digital. Apostar mais em uma equipe capacitada, que esteja focada em vulnerabilidades do sistema pode ser um passo importante para a diminuição dos índices de invasão.  

 

Fontes:

http://cio.com.br/tecnologia/2017/01/31/e-preciso-repensar-as-estrategias-de-seguranca-afirma-cisco/

https://www.wired.com/2017/02/tom-bossert-trump-cybersecurity/

http://pmemagazine.com/mais-de-um-terco-das-organizacoes-sofreram-um-ataque-de-ciberseguranca-em-2016/

 

Categorias: Segurança, Cibersegurança