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Cibersegurança e criptomoedas: o novo alvo dos malwares

Publicado em 5/abr/2018 5:00:00

Saiba como hackers têm utilizado malwares instalados em sites para superar a cibersegurança de usuários e minerar criptomoedas.

 

Cibersegurança e criptomoedas: o novo alvo dos malwares

De maneira geral, as criptomoedas representam uma das grandes mudanças proporcionadas pela Transformação Digital. O mundo todo se viu mergulhado na tendência da mineração de moedas virtuais, em especial do Bitcoin, que ganhou mais notoriedade no ano passado quando o seu preço foi às alturas.

 

A mineração de criptomoedas é baseada na utilização de recursos de um sistema para resolver grandes cálculos matemáticos. Empresas dos mais variados tamanhos se utilizam do poder de processamento de computadores de usuários finais para fazer análises de dados gigantescos. Esse trabalho com um amplo número de dispositivos para garantir maior desempenho nas análises fornece como “prêmio” uma certa quantidade de criptomoedas aos usuários.

 

No entanto um especialista em cibersegurança recentemente descobriu uma falha de proporções globais em alguns sites na web e que enganou uma série de usuários roubando, exatamente, o poder de processamento das máquinas deles.

 

Trata-se de um plugin que foi instalado em mais de 1.000 websites das mais variadas empresas. Esse plugin trabalhava com a mineração de criptomoedas de forma oculta, ou seja, enquanto o usuário acessava o website, o plugin agia no backend do site e usava o poder de processamento do computador do usuário para conseguir bitcoins ou outro tipo de criptomoeda para os criminosos.

 

Os cibercriminosos já estão familiarizados com esse tipo de atividade e dessa vez eles optaram justamente por não utilizar um ransomware e sim um malware instalado, que conseguiu despistar até mesmo especialistas da própria empresa responsável pela produção do plugin.

 

Esse tipo de ataque apenas destaca como os sites são vulneráveis e, geralmente, possuem falhas em componentes terceirizados que afetam diretamente os usuários com ameaças digitais.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

 

 

Cibersegurança na Mineração

 

Uma série de países já começaram a aceitar criptomoedas como forma de pagamento para bens e serviços, como o Japão, a Austrália e os EUA. Mas o que a adoção de moedas virtuais tem a ver com ameaças online?

 

Na verdade, as criptomoedas não possuem fronteiras, ou seja, qualquer pessoa pode enviá-las a qualquer momento, de qualquer lugar, sem atrasos ou cobranças adicionais de intermediários. Dada a sua natureza, elas são mais seguras contra fraudes e roubo de identidade, pois as informações pessoais estão por trás de uma proteção criptográfica.

 

A crescente popularidade das criptomoedas coincide com o aumento da incidência de malwares que infectam sistemas e dispositivos, transformando-os em exércitos de máquinas de mineração dessas moedas virtuais.

 

Por meio de vetores de ataques semelhantes aos já utilizados anteriormente, os cibercriminosos se utilizam de dispositivos e máquinas conectados à internet, em especial os novos dispositivos IoT, que possuem seguranças relativamente padronizadas, para processar dados de rede.

 

Com a grande quantidade de máquinas conectadas de forma conjunta realizando as operações matemáticas como se fossem uma única máquina, é possível conseguir quantidades significativas de criptomoedas.

 

 

7 milhões de dólares em criptomoedas roubadas em 6 meses

 

Levantamos da empresa Kasprsky Lab, especialista em segurança virtual, aponta que hackers arrecadaram cerca de 7 milhões de dólares em criptomoedas em apenas 6 meses, utilizando a técnica de malware.

 

Os criminosos encontraram brechas em jogos e softwares pirateados, além de mineração em páginas da web infectadas. A pesquisa aponta que, só em 2017, 2,7 milhões de usuários foram atacados por mineradores mal-intencionados e que o software de mineração Coinhive tem sido a ferramenta mais utilizada, sendo responsável por 81% de todos os casos registrados e avaliados.

 

 

Câmbio positivo e em crescimento incentiva novos roubos

 

O Bitcoin tem visto o valor de sua unidade oscilar entre 33 e 39 mil reais, gerando grande euforia entre hackers, que veem novas perspectivas de lucrarem com a criptomoeda, principalmente com o surgimento de casas de câmbio e a possibilidade da troca de papel moeda por moedas virtuais e por já existirem países que as usam recorrentemente como forma de pagamento.

 

Categorias: Cibersegurança, Ciberataques, Malware