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Como implementar a tecnologia blockchain nos negócios?

Publicado em 11/mai/2018 5:00:00

Blockchain traz expectativa de novos negócios, economia de recursos nos modelos atuais e ainda maior confiabilidade nos dados disponíveis em rede compartilhada.

 

Como implementar a tecnologia blockchain nos negócios?

 

A tecnologia é relativamente recente, porém promissora. Trata-se do Blockchain, que é essencialmente uma rede de compartilhamento de informações interligadas que funciona sem intermediários. Ela pode revolucionar o mercado empresarial ao promover economia anual na casa dos R$ 35 bilhões e criar novas possibilidades de negócio em várias cadeias produtivas, médicas e financeiras, por exemplo.

Entre as várias possibilidades advindas da tecnologia está, inclusive, o surgimento de novo modelo de negócio com valor estimado em US$ 10 bilhões, de acordo com pesquisas recentemente divulgadas.

Especialistas acreditam que a importância do blockchain é tão grande e disruptiva que nos próximos 20 anos deve representar tanto quanto a internet na mudança da vida da sociedade.

Do outro lado, mercados já existentes podem usufruir de economia bilionárias, bem como bancos de investimentos podem reduzir os custos em valor equivalente a US$ 12 bilhões com o uso da tecnologia, uma vez que o compartilhamento de informações diminui ou elimina processos, como os que envolvem a liquidação de títulos.

Em contrapartida a criação de negócios, a tecnologia pode resultar no fim de muitas empresas.

Isso porque o blockchain basicamente transfere a responsabilidade das informações de pessoas, empresas, para um software, o que aumenta a segurança das informações em muitos negócios, aumentando a confiabilidade e reduzindo a possibilidade de fraudes, isso por que os dados são amarrados e praticamente impossíveis de serem alterados.

Instituições de grande porte sediadas nos Estados Unidos, de acordo com amostra da consultoria Gartner, enxergam vários benefícios para os negócios a partir do uso do bloco de informações compartilhado, apesar de 39% dos entrevistados assumirem possuir pouco ou nenhum conhecimento técnico sobre a tecnologia.

A mesma amostragem contou com a participação de pouco mais de 300 executivos sêniores. Do total, 36% deles acreditam na potencialização dos negócios, com economia de tempo e recursos nas operações, enquanto 37% consideram os ganhos em segurança a grande vantagem do blockchain. Os outros 24% têm expectativas para a criação de novos tipos de negócios e fluxos de receitas.

 

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Entre as novas possibilidades de mercado estão: criação e comercialização de ativos, rastreamento de proveniência, gerenciamento da cadeia de suprimentos, gerenciamento de identidades e fornecimento de serviços auxiliares ao próprio software, entre outros.

Da mesma forma que se espera o surgimento de empreendimentos inexistentes no mercado atual, é possível que a utilização em larga escala elimine funções presentes em empresas no mundo todo – ou mesmo do negócio por completo, tornando-o irrelevante diante dos serviços que a tecnologia oferece.

Além de revolucionar a comunicação entre as instituições, como a disponibilização de dados sobre pacientes na rede compartilhada que pode impactar positivamente a saúde mundial, há outras vantagens. Com o blockchain, o valor agregado das empresas deve subir em até US$ 3,1 trilhões em apenas 12 anos, segundo a pesquisa.

Empresas multinacionais e líderes no mercado já utilizam a tecnologia na rastreabilidade de produtos. Informações que demorariam semanas para serem compartilhadas ficam disponíveis em poucos dias. O que só corrobora com a relevância dada ao blockchain por empresários ouvidos em pesquisa, onde 55% deles afirmaram que estariam em desvantagem competitiva se falhassem na adoção da tecnologia.

 

 

Blockchain no Brasil

 

No Brasil, o setor bancário pode ser bastante afetado pelo blockchain. Por isso, há uma corrida das empresas do setor e mesmo da entidade reguladora, o Banco Central (BACEN), para entender e aproveitar a tecnologia em prol da economia de recursos e desenvolvimento do modelo de negócios.

Em 2018, um banco brasileiro começou a usar a tecnologia para o controle das margens de transações de derivativos. Esse tipo de negócio não conta com intermediários, assim pode ser facilitada pelo recurso.

Ao usar o blockchain a transação é fechada em ambiente virtual e fica registrada, criando um lastro que poderá ser consultado futuramente. Outro banco, com agências no mundo todo, estuda formas de transacionar no país transferências internacionais entre contas do mesmo titular e instituição por meio da rede.

 

 

Categorias: Criptografia, Cibersegurança