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Como usar a inteligência artificial para a prevenção contra ameaças virtuais?

Publicado em 22/jun/2017 5:00:00

Agilize o processo de proteção dos sistemas detectando anomalias de forma mais rápida.

Como usar a inteligência artificial para a prevenção contra ameaças virtuais?

Diante do aumento das ocorrências de invasões a redes corporativas, toda novidade no mercado de TI que vier para somar forças contra ciberataques será bem-vinda. Atualmente, muito se fala sobre as ferramentas de Inteligência Artificial (AI, em inglês), que são capazes de automatizar funções e processos para melhorar a eficiência da segurança sem necessidade de vasta intervenção humana, pois a máquina aprende sozinha a realizar ações padronizadas.

 

Com a AI, os equipamentos detectam anomalias nos sistemas e geram alertas que podem ser resolvidos automaticamente se já existir uma regra para determinada ação. Caso contrário, vão precisar da ajuda humana para não parar sistemas em situações de funções que não estão programadas, são reconhecidas como anomalias, mas não são ataques.

 

Alguns benefícios dessa tecnologia são a agilidade de resposta e contenção dos incidentes para reduzir o tempo de permanência dos vírus; melhorar a eficácia da equipe de segurança, além de diminuir o impacto comercial de qualquer risco de vazamento de informações, sequestro e/ou exclusão de dados.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

 

Ferramentas mais novas de AI, que combinam as verificações das máquinas com as intuições humanas, já são capazes de identificar até 85% dos ataques, porcentagem três vezes maior do que outros mecanismos. Atividades suspeitas são encontradas e informações são agrupadas em padrões significativos usando aprendizagem automática sem supervisão.

Esse agrupamento é apresentado a analistas humanos que confirmam se os ataques são reais ou não e incorporam o feedback nos modelos para a continuidade de varreduras nos próximos conjuntos de dados. É um processo misto, entrelaçando homem e máquina  que foi criado pelo Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory (CSAIL), do MIT.

 

Empresas fornecedoras de soluções de segurança já utilizam este modelo e oferecem ao mercado um esquema semelhante, com processamento baseado em Nuvem. De forma remota, um analista avalia o grupo de dados com anomalia e dá seu parecer sobre a continuidade da ação: se é mesmo um vírus que precisa ser eliminado ou se é uma nova configuração no sistema.

 

Conhecendo a causa raiz, é possível usar as informações de ataque bloqueados para melhorar a postura de proteção de uma forma geral, compreendendo onde se instalam os vírus, por onde entram as ameaças e quais são as lacunas na estrutura.

 

De acordo com a pesquisa “Getting Smarter by the Day: How AI is Elevating the Performance of Global Companies”, promovida pela Tata Consultancy Services, 68% dos que responderam utilizam mecanismos de Inteligência Artificial justamente para prevenir riscos e ataques virtuais.

 

Foram entrevistados 835 executivos, de 13 setores, em diferentes países, de organizações com receita média de 20 bilhões de dólares. São grandes empresas, que hoje são capazes de investir com mais facilidade em inovação, mas que balizam o mercado para tornar ferramentas mais acessíveis para os pequenos negócios, além de realizarem ‘testes’ que podem servir com casos de sucesso no momento em que a tecnologia tiver maior permeabilidade no mercado.  

 

Nessas empresas, 84% dos executivos definiram a AI como essencial para a competitividade. Pouco mais da metade reconhecem essa tecnologia como transformadora, com fortes impactos até 2020 em vendas, marketing e atendimento ao cliente, além de funções corporativas, como finanças e gestão de pessoas.

 

O relatório aponta ainda que haverá crescimento no investimento em AI, já que foram encontradas relações de ganho e impacto positivo nos negócios. As empresas que tiveram melhores benefícios com a tecnologia, devem investir cinco vezes mais nos próximos anos para ampliar a plataforma de serviços e ações.

 

Fontes:

http://www.informationweek.com/analytics/threat-intelligence/using-artificial-intelligence-for-threat-prevention/v/d-id/1328926

http://sites.tcs.com/artificial-intelligence/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Intelig%EAncia%20artificial%20ter%E1%20grande%20impacto%20nos%20neg%F3cios%20at%E9%202020%2C%20aponta%20Estudo%20da%20TCS

http://news.mit.edu/2016/ai-system-predicts-85-percent-cyber-attacks-using-input-human-experts-0418

http://cio.com.br/tecnologia/2017/04/26/seguranca-cibernetica-e-a-maior-razao-para-adocao-de-inteligencia-artificial/

 

Categorias: Cibersegurança