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Internet das Coisas requer realinhamento organizacional

Publicado em 27/set/2016 5:00:00

Entenda por que a tendência tem mais a ver com melhores experiências do que apenas mais objetos conectados.

160927_MAN_BLOG.jpgA maior parte dos líderes de TI abordam a IoT com a visão de que o seu alcance só envolve a solução de novos problemas com novas coisas. Na verdade, os desafios são muito mais profundos e implicam um legado existente há muito tempo de relações técnicas e organizacionais entrelaçadas que devem ser aproximadas.

Para o CIO que trabalha com maior foco em softwares, a Internet das Coisas é uma novidade. Para o gerente de uma fábrica que faz a gestão dos equipamentos, por exemplo, a Internet das Coisas é apenas um novo nome. A desconexão entre esses silos é sutil, mas problemática.

Isso porque no plano de tecnologias operacionais de cada empresa, os gestores ao redor do mundo têm utilizado 50 bilhões de objetos habilitados para rede, com softwares embutidos para construir e movimentar nosso planeta há mais de 25 anos. Essas tecnologias já produziram trilhões de dólares em atividades econômicas e ainda estão sendo implantadas no mesmo ritmo até hoje. No entanto, diferentes espaços de armazenamento os controlam.

Essa realidade está mudando. A revolução da Internet of Things está ofuscando as linhas entre as responsabilidades do líder de TI e as de um gerente de operações, com os dois tendo que trabalhar de forma mais colaborativa do que nunca. A maior parte das máquinas industriais de hoje não possuem APIs modernas e possuem limitações quanto aos recursos de hardware eletrônico e software, ambos os quais são não atualizáveis e patenteados. Com muitas delas tendo um ciclo de produtividade de aproximadamente 20 anos, não dá para esperar que uma companhia faça a substituição dessas máquinas com o objetivo de aumentar a interoperabilidade com dispositivos IoT mais modernos e outros apps.

Essencialmente, a natureza dessas máquinas definidas por hardware tendem a bloquear a utilidade TI organizacional, que é o motivo pelo qual a maior parte dos líderes de TI não têm noção que essas máquinas existem. Além disso, quanto mais cedo a empresa adotou a Internet das Coisas, maior a probabilidade de possuir 60 dispositivos, transmitindo informações para 60 diferentes Nuvens, por meio de 60 diferentes formatos de API, que possuem 60 aplicativos de smartphone diferentes. Padrões para a interoperabilidade entre redes de máquinas industriais já existem há mais de 25 anos – Modbus e BACnet, por exemplo - ainda assim utilizar tecnologias antigas com objetos inteligentes é bastante difícil.

 

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Com bilhões de máquinas de tecnologia operacionais continuamente se conectando, é claro que as máquinas estão dominando a Internet e vão ultrapassar o número de pessoas online por uma margem gigantesca. Ao mesmo tempo, a TI tem mudado sua perspectiva para uma abordagem mais definida por software ao invés de tão dependente de hardware. A fim de alcançar a interoperabilidade efetiva entre estas bases desconexas, os CIOs e gerentes de instalações precisam convergir, através da integração colaborativa e de cultura, e até mesmo dos realinhamentos organizacionais. Esse passo é necessário para a utilização eficaz da Internet das Coisas.

Desde que a revolução industrial começou, as pessoas têm dado uma grande importância ao acúmulo de coisas. Hoje, a realidade da acumulação,desorganização e distrações se tornou insustentável e disfuncional. Mais e mais pessoas e empresas estão começando a buscar boas experiências ao invés de acumular mais e mais produtos. E esse é o verdadeiro objetivo da Internet das Coisas: oferecer melhores experiências.

A Internet das Coisas na verdade não é nem um pouco sobre coisas. Tem mais ligação com chegar em uma era na qual utilizamos software para ampliar e melhorar as relações humanas e de humanos com máquinas para criar melhores experiências com menos coisas. No entanto, para fazer isso, precisamos chegar a esse ponto não apenas tecnicamente, mas organizacionalmente também.


Fonte:
http://www.networkcomputing.com/iot-infrastructure/iot-requires-organizational-realignment/2011230729

 

 

 

 

Categorias: Internet of Everything, Internet das Coisas