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Novas abordagens para atualizar a rede de uma instituição de Healthcare

Publicado em 4/jul/2016 5:00:00

Acompanhar pacientes via Internet, armazenar prontuários e ainda permitir BYOD exigem uma rede tecnológica forte e complexa.

Novas abordagens para atualizar a rede de uma instituição de Healthcare

Uma recente pesquisa francesa separou 133 pacientes com câncer de pulmão em dois grupos após o tratamento inicial. O primeiro grupo seria acompanhado de forma tradicional e o segundo, a partir de telemedicina, via Internet e com a utilização de um aplicativo. Os dois grupos tiveram as mesmas quantidades de retornos em seus médicos de forma presencial.

Após um ano, 75% dos pacientes acompanhados pela Internet sobreviveram, contra 49% do acompanhamento padrão. De forma remota, os pacientes que faziam parte do segundo grupo utilizavam um aplicativo para preencher 12 itens sobre seus sintomas, o que estavam sentindo. Quando havia um cuidador, ele poderia também acessar essas informações e amenizar alguma dor ou complicação. Para os médicos, eram gerados relatórios a partir de algoritmos de decisão.

Se os sintomas apontavam para algo grave, o médico recebia uma notificação por e-mail, que poderia avaliar a situação e pedir para antecipar alguns exames. A pesquisa apontou que houve significativa melhora de sobrevida e qualidade de vida dos pacientes que eram acompanhados também via Internet. Com visitas programadas e tomografias planejadas, eram necessários menos exames de revisão.

A taxa de reincidência do tumor foi semelhante nos dois grupos, porém, dos que eram acompanhados de forma tradicional somente 33% tinham condições de receber novo tratamento, contra 74% do outro grupo.

Bons resultados da telemedicina como este pressionam ainda mais as unidades de saúde a terem suas bases de TI bem estruturadas. Além de todo suporte à ferramentas como o acompanhamento via Internet, existem ainda questões como o trânsito intenso de arquivos grandes, como imagens de exames por exemplo, a segurança da rede a partir da disponibilidade de BYOD para a equipe médica, os pacientes e seus familiares e também a confidencialidade dos prontuários dos pacientes que devem ser facilmente acessados pelos especialistas, mas guardados a sete chaves de pessoas mau intencionadas.   

Na contramão, os investimentos em TI são cada vez menores em instituições de saúde, que tem foco em atender melhor seus pacientes. Porém, dois casos são representativos mundialmente com atualizações significativas em suas redes e que podem servir de inspiração para outros centros.

Segurança para Virtualização

Atualização de WLAN

Consulate Health Care, o sexto maior fornecedor de serviços de saúde de alto nível nos EUA, tem base na Flórida, mas tem mais de 200 centros de atendimento espalhados em 21 estados. A empresa realizou avaliações de produtos para substituir a sua WLAN existente, trocando-a por um modelo controller-less centralizado, que facilitou o gerenciamento, aumentou a capacidade de visão detalhada sobre o que está acontecendo em uma unidade, identificando problemas para se fazer alterações para atender às exigências de cada uma.

A troca de WLAN permitiu que a pequena equipe de TI, composta por três engenheiros, pudessem implantar uma infraestrutura sem fio segura em todas as suas localidades, ampliando de 2.700 pontos de acesso instantâneo para 4.300 em um prazo de 2 anos. Diariamente, a WLAN é utilizada por 2.500 dispositivos de emissão da Companhia, 1.600 dispositivos de terceiros autorizados e 3.100 dispositivos de hóspedes.

 

Virtualização do Data Center

Já a Baystate Health atende cerca de 800.000 pessoas em todo o oeste de Nova Inglaterra, contando com várias instalações, incluindo um hospital de ensino, hospital infantil, companhia de seguros de saúde, cuidados paliativos, e um centro de trauma. Para atender a demanda tecnológica, diminuir crescentes custos de manutenção, de licenciamento e complexidade de gerir um grande Data Center, a instituição queria construir uma nova e ampliada instalação com dupla refrigeração e nova infraestrutura de energia para substituir a antiga.

Porém, com poucos investimentos na área de TI, optaram por uma arquitetura definida por software que permitiu projetar o que acabará por ser três Data Centers físicos convergidos em um único Data Center lógico e virtual. A organização está mantendo um de seus antigos Data Centers, mas em um design significativamente reduzido, e adicionando duas pequenas instalações. Em vez de um projeto de US$ 6 milhões, a Baystate espera gastar menos de  US$ 2 milhões em seu redesenho.

Fontes:

http://www.networkcomputing.com/cloud-infrastructure/upgrading-network-healthcare-two-approaches/732001772

http://cbn.globoradio.globo.com/default.htm?url=/comentaristas/luis-fernando-correia/LUIS-FERNANDO-CORREIA-SAUDE-EM-FOCO.htm

 

Categorias: Healthcare, Redes, Virtualização