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O CDO vai substituir o CIO nas empresas?

Publicado em 14/jun/2017 5:00:00

A figura do CDO despontou como uma opção para liderar a transformação digital.

O CDO vai substituir o CIO nas empresas?

Desde que a temática da transformação digital ganhou destaque no mundo dos negócios, sobretudo no que se refere a como as empresas conduziriam esse processo, imediatamente estabeleceu-se um verdadeiro duelo entre dois tipos de profissionais: o CIO (Chief Information Officer) e o CDO (Chief Digital Officer), que teriam a responsabilidade de liderar esse processo.

 

Em um contexto cujas transformações tecnológicas acontecem de forma exponencial e com impactos significativos para as corporações, a figura do CDO despontou como uma opção para liderar a transformação digital, uma vez que, esse profissional reuniria atributos como uma boa compreensão sobre a visão digital,  olhar estratégico sobre o negócio e habilidade para conviver com as demais áreas da empresa, além do relacionamento com clientes, parceiros e fornecedores.

 

De acordo com um estudo conduzido pelo Gartner, o CDO já é a escolha de 90% das corporações para liderar a transformação digital até 2019.

Em contrapartida, o tradicional CIO estaria preterido nesse contexto e até mesmo vendo suas funções suplantadas em razão da abrangência e aderência do CDO. O CIO seria, de maneira geral, aquele profissional com uma visão mais técnica, orientado para soluções racionais e palpáveis, e mais focado na eficiência das entregas.

 

Apesar da discussão estar centrada nas funções dos CIOs e CDOs, outra questão perpassa esse processo e deve ser analisada com cautela: o que é necessário para manter a estabilidade, segurança e desempenho das empresas sem deixar de lado o processo de inovação?

 

Cloud Computing em detalhes

 

É, ao tentar responder esse último questionamento, que mais uma terminologia se apresenta: a TI Bimodal. Resumidamente, este novo termo tenta unificar as necessidades da área de TI para conseguir velocidade e modelos de operação funcionando de formas diferentes, mas atuando em conjunto.

De maneira prática, o termo representa uma forma de gestão que pensa, por um lado, na necessidade de sustentação das rotinas de operação e de outro, na exigência de gerar inovações que impulsionem negócios. São frentes portanto, que andam em velocidades diferentes.

 

Ainda de acordo com o Gartner, em 2016, cerca de 45% dos CIOs afirmavam já possuir um modelo de operação rápida e, a previsão da Instituição é que 75% das organizações de TI se apresentem como bimodais em 2017.

 

A posição do CDO vem crescendo, pois há hoje um sentimento de que o gestor de TI tradicional não consegue acompanhar a evolução em escala, além de uma proximidade cada vez maior entre o Marketing e as Tecnologias da Informação, funções que se distanciam das habilidades dos CIOs.

 

No entanto, é preciso também analisar que não se cria cargos desnecessariamente e, em empresas cujos CIOs estão em dia com suas entregas, essa discussão não é nem necessária, pois entende-se a atuação desses dois profissionais em atividades distintas, mas que se complementam.

 

Portanto, de acordo com analistas da área, não se trata simplesmente de uma substituição entre profissionais, mas sim de observar o desempenho de cada gestor em seus papéis e, planejar qual será o mais estratégico para atingir os passos planejados para a transformação digital no contexto de cada organização.

 

Fontes:

http://cio.com.br/opiniao/2017/03/28/o-cdo-e-uma-ameaca-ao-cio/
http://dxc.itforum365.com.br/carreiras/mobilidade-os-novos-servicos-tecnologicos-da-industria-automobilistica
http://www.cio.pt/2017/01/23/a-lideranca-da-transformacao-digital-nao-pode-ser-delegada/
http://computerworld.com.br/dez-coisas-que-voce-deveria-saber-sobre-ti-bimodal

 

Categorias: CDO