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O papel da infraestrutura de TI na transformação digital

Publicado em 25/nov/2016 5:00:00

Especialistas apontam que uma infraestrutura para suportar a enorme carga de dispositivos conectados é a chave para o sucesso de uma transformação digital.

 O papel da infraestrutura de TI na transformação digital

A transformação digital é um assunto que exige bastante atenção das empresas. Uma vez que ela está em constante evolução, pode comprometer de forma significativa o futuro das organizações que tardarem a estabelecer um processo para se adaptar ou inovar nessa área.

 

Nesse contexto de tecnologias disruptivas, repensar e desenhar novos modelos em uma sociedade mundialmente conectada será um fator determinante para a competitividade dos negócios. E a infraestrutura de TI precisa oferecer o suporte a todo esse processo de mudanças, considerando um universo que sinaliza, até 2020, para mais de 25 bilhões dos mais diversos dispositivos e coisas conectadas, de acordo com o Gartner.

 

Algumas tendências nesse cenário podem ajudar a orientar as empresas a trilharem os passos da transformação digital. Entre áreas importantes que exigem atenção devido ao impacto que causam nas redes corporativas estão o Big Data, a Internet das Coisas, o mobile e Computação em Nuvem.

 

São setores importantes que, junto aos Data Centers, devem garantir a continuidade dos negócios de forma flexível, com sistemas que proporcionem, ao mesmo tempo, maior produtividade, eficiência, redução de custos e otimização de recursos. E a infraestrutura de TI está inserida nesse processo como a chave para o sucesso da transformação digital, desde o nível básico, como a construção de segurança física e digital dos Data Centers, até a gestão de informação e prestação de serviços ao usuário final.

 

Cloud Computing: o futuro chegou ao mercado de TI

 

A situação das empresas mexicanas diante da transformação digital 

O México ainda tem problemas para lidar com a transformação digital. Uma análise do IDC, realizada em 2015, checou entre CIOs da América Latina, sobretudo em países como o México e o Brasil, em qual grau eles acreditam que suas empresas estavam diante da transformação digital. E os resultados não foram animadores, dada a importância do tema: mais de 73% dos entrevistados analisaram o grau de maturidade quanto à questão como iniciante.

 

Ainda de acordo com o IDC, cerca de 7% declararam não ter intenção em modificar seus modelos, enquanto pouco mais de 6% disseram-se “exploradores’, no sentido de investigar como e quais tecnologias adotar a fim de obter benefícios para os negócios. Por fim, 9,5% das organizações são players digitais, já padronizaram o problema e têm definição de áreas onde eles poderiam aproveitar a transformação digital.

 

Ainda especificamente sobre o mercado mexicano, um estudo realizado pelo Bizagi demonstrou que 27% das empresas iniciaram processos para essa transformação, mas 90% declararam estar passando por graves problemas no processo, dos quais a cultura corporativa, a complexidade organizacional e falta de processos que permitem aos funcionários a participar, colaborar e inovar, são considerados como os maiores obstáculos.

 

Para gerar resultados positivos para as empresas, governo e também usuários finais, foi criada a  Estratégia Nacional Digital 2013-2018. Nesse contexto, está inserida a norma mexicana NMX489, que especifica parâmetros de design, construção e operação de centros de dados, considerando aspectos de segurança, disponibilidade e eficiência energética. Trata-se de uma regulamentação inteiramente local, mas que tem aderência ao que é aplicado em outros países, e tem a intenção de lançar o país a um nível mais elevado de competitividade, principalmente na América Latina.

 

A NMX489 não é obrigatória, mas pode ser uma boa prática para empresas que não podem perder competitividade e tem na norma um padrão um padrão que os CIOs podem usar para que seus Data Centers operem com alta qualidade e alto desempenho. 

 

O papel da Infraestrutura de TI

Uma das formas de minimizar esses obstáculos descritos é justamente reforçar o papel das infraestruturas de TI.  E isso significa atuar desde a escolha da fiação correta e um sistema adequado de refrigeração – os quais podem trazer benefícios ambientais à estratégia - como também prover estruturas modernas, com capacidade flexíveis e escalonáveis de armazenamento, sem esquecer de integrar tecnologias de apoio, como a virtualização, por exemplo.

 

A questão do superaquecimento dos Data Centers traz uma boa visão do problema em relação à transformação digital. É sabido que centros de dados consomem grande quantidade de energia para manter-se em funcionamento. Os resfriamentos dessas estruturas impactam diretamente em seu funcionamento, ocasionando perdas, aumento de despesas operacionais, refletindo diretamente na continuidade dos negócios.

 

Para se ter uma ideia desse impacto, de acordo com a General Electric, Data Centers em todo o mundo sofrem com 13 interrupções por ano, em média, com custos na casa dos U$ 10 milhões, envolvendo questões de produtividade nas empresas e, na ponta do processo, a insatisfação do cliente, o que afeta de forma sem precedentes, a reputação da marca.

 

Esse é apenas um simples exemplo que mostra a importância crucial para os negócios de um bom planejamento em infraestrutura de TI. O grande desafio, de acordo com especialistas, é adaptar-se às tecnologias de serviços de apoio, como Nuvem e Big Data, que poderiam estar inibindo o processo de transformação digital em um primeiro momento, e usá-las efetivamente como um acelerador de mudanças e inovação. Assim, o papel ocupado pela infraestrutura de TI é de vital importância, uma vez que é nela que está baseada toda a estratégia da transformação digital. Além disso, um dos gargalos enfrentados pelas empresas nesse processo é em relação ao orçamento para as mudanças em sua infraestrutura. Não se trata de um processo fácil, mas a modernização é um passo necessário.

 

Pilares da transformação digital para as empresas

Por fim, o IDC destacou cinco pilares os quais a transformação digital vai impactar as empresas. São eles:

 

1- Liderança: importância de compreender os recursos atuais de forma a possibilitar a evolução da empresa em suas formas de gestão, utilizando-os como parte da mudança nesse processo da força de trabalho da geração conhecida como Millennials, que tem como principal marca a inovação e digitalização.

 

2- Experiência do usuário: elevar a experiência do usuário, buscando novos canais e formas de distribuição de produtos e serviços, de forma a proporcionar valores e benefício para os clientes.

 

3- Processamento de informações: ir além do simples armazenamento de uma infinidade de dados gerados na empresa e transformá-los em informação útil, que agregue valor ao negócio, como por exemplo, padronizar ou prever comportamentos de compra e gerar novos produtos e serviços.

 

4- Mudança operacional: dependendo do tipo de indústria, há uma vasta possibilidade em atualizar processos ou opções que possam ocasionar melhorias no negócio, mantendo-os competitivos.

 

5- Transformação da força de trabalho: a obtenção e retenção de talentos é um dos problemas enfrentados pela área de TI na atualidade. Sendo assim, é importante criar um ambiente favorável nas empresas e entre elas para permitir a identificação de talentos e a manutenção destes de forma a contribuir para a geração de inovação nas empresas.

 

Categorias: Mercado de TI, Infraestrutura de TI