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O que buscar em Arquiteturas Digitais de Rede (DNA)

Publicado em 30/out/2017 5:00:00

Conheça os principais objetivos desse suporte de rede para tornar a digitalização e crescimento das empresas de seus clientes mais eficiente.

 

O que buscar em Arquiteturas Digitais de Rede (DNA)

Todo o processo de digitalização visto atualmente é motivado por tendências tecnológicas como a Computação em Nuvem, a Mobilidade e a Internet das Coisas (IoT). Mas para que essas tecnologias possam ser usadas para beneficiar a experiência dos usuários e os negócios das empresas é necessário buscar por meios de conseguir analisar o volume de dados disponíveis, personalizar processos e garantir conformidade, automação e segurança.

 

Aumentar a capacidade de equipamentos e melhorar a qualidade e capacidade de atender demandas com produtos e serviços tem intensificado os processos de automação de uma grande variedade de aplicações. Mas para que essa automação e mobilidade possam evoluir e suprir as necessidades de mercado, elas dependem do suporte da rede, uma vez que oferece flexibilidade suficiente para comportar todos os requisitos de aplicativos, fluxos de trabalho e demais componentes comunicativos.

 

Para alcançar essa rede ideal, a tecnologia se voltou para o desenvolvimento de infraestruturas e frameworks direcionados a atender às especificações dos sistemas computacionais de comunicação.

 

Buscando uma rede intuitiva e capaz de suprir todas as necessidades dos processos de digitalização, surgiu o DNA - Digital Network Architecture, em português Arquitetura Digital de Rede, que suporta diversos aplicativos de usuários, sistemas de hots e interconexões.

 

O DNA possui 7 objetivos principais:

 

1. Oferecer interface mais simples para usuários, que não mostre características internas e topologias da rede enquanto permite que aplicativos sejam movidos entre os sistemas da rede.

 

2. Permitir a adaptação de acordo com as necessidades, operando com diferentes canais e se adequando às novas tecnologias.

 

3. Ser rentável, construindo redes que tenham a mesma eficiência e desempenho de redes desenvolvidas para um aplicativo específico.

 

4. Suportar diferentes topologias, garantindo que as estruturas físicas adotadas para a rede subjacente de tráfego de dados interfira negativamente na comunicação entre usuários.

 

5. Garantir disponibilidade, evitando que falhas, erros, desastres ou nós impactem negativamente as operações da rede, oferecendo algoritmos distribuídos para as funções críticas.

 

6. Permitir extensão, de forma que, à medida que se faça necessário, seja possível inserir novos hardwares e softwares na rede.

 

7. Facilitar a implementação por meio de uma arquitetura independente das características internas dos hosts e de seus sistemas operacionais.

 

Mas as redes DNA vão muito além desses objetivos.

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Uma rede pronta para uso digital

 

O principal elemento a ser destacado é que redes abertas e baseadas em software, como a DNA, têm grandes efeitos positivos do ponto de vista comercial, principalmente por serem digitais. Essa característica permite que sejam aplicadas ferramentas mais eficientes de analytics, de forma que o acesso e tratamento aos dados é maior.

 

À medida que é possível analisar os dados provenientes da rede, muitos insights são conquistados pelas empresas, permitindo identificar em que processos a automação é necessária e benéfica, quais as principais portas de entrada de possíveis ameaças no sistema e qual o comportamento dos usuários, permitindo traçar estratégias que garantam maior produtividade e segurança.

 

Além disso, é possível identificar, também, o comportamento dos clientes enquanto eles se movem pela rede e de que maneira isso interfere nos padrões de consumo, auxiliando no desenvolvimento de ações que permitam fechar negócios e conquistar clientes com maior facilidade.

 

O que vemos como mudança fundamental, então, são redes mais abertas, programáveis e focadas em softwares, gerenciadas por processos automatizados com base em políticas específicas de cada empresa e o estabelecimento de padrões de segurança que analisam e consideram o contexto em que a rede foi incorporada, considerando, principalmente, os dispositivos de borda.

 

Desta forma, vemos as redes DNA como uma ferramenta de crescimento e agilidade para a empresa, oferecendo uma arquitetura flexível para que os demais aplicativos tenham o suporte necessário para suprir as necessidades de demanda de maneira segura e produtiva.

 

Após compreender esses pontos essenciais para uma arquitetura digital de rede, será mais fácil compreender como ela pode ser aplicada nos negócios.

 

 

Fontes:

https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-1-4615-6698-4_10

https://www.cisco.com/c/dam/en/us/solutions/collateral/enterprise-networks/cisco-digital-network-architecture/solution-overview-c22-736580.pdf

https://www.cisco.com/c/pt_br/solutions/enterprise-networks/index.html

 

Categorias: Redes, Soluções de TI