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O que é a terceira plataforma?

Publicado em 11/set/2017 5:00:00

Conheça a nova camada da computação e o que ela oferece para o desenvolvimento de novas formas de experimentar os avanços tecnológicos.

 

O que é a terceira plataforma?

O intenso processo de virtualização observado atualmente ganha cada vez mais espaço entre os serviços e soluções de tecnologia da informação, compondo uma camada mais estruturada entre os períodos de desenvolvimento da computação, conhecida como Terceira Plataforma de TI.

 

A classificação em plataformas foi criada pela IDC, a International Data Corporation, uma das mais conhecidas e respeitadas empresas de pesquisa e consultoria na área de TI do mundo. Foi as mesma empresa que anunciou o ano de 2016 como o início de uma mais profunda e ampla adoção de tecnologia desta nova plataforma, dando início à era de transformação digital.

 

A hiperconectividade é uma realidade. De produtos e serviços até as pessoas, tudo pode ser levado para o mundo virtual, principalmente com o avanço da Internet das Coisas (IoT) e com as contribuições da Computação em Nuvem.

 

Mas para entender de que maneira essa hiperconexão acontece, como os negócios e clientes se inserem na era digital é necessário entender, primeiro, o que é a terceira plataforma. Entenda melhor como ela se estrutura:

 

O que é a terceira plataforma?

 

É a camada que se destina a construir um ambiente mais moderno, seguro e flexível para a TI, tomando como base de desenvolvimento as principais megatendências tecnológicas que o mercado apresenta e que são:

 

  • Cloud computing (computação em nuvem);
  • Mobile (mobilidade);
  • Social business/media (negócios e mídias sociais);
  • Big Data (ferramentas e serviços analisar e aproveitar as oportunidades geradas pelo grande volume de dados produzidos).

 

Essa ampla virtualização coloca a web como elemento central e de maior importância para todos os elementos, desde as infraestruturas até os processos de aquisição e uso de softwares como serviços (SaaS).

 

Além disso, se percebe uma preocupação crescente com o crescimento do volume de dados das empresas e com sua capacidade em analisá-los e aplicá-los da melhor maneira. A produção de dados, parte, ainda, das pessoas, por meio das redes sociais, da produção de conteúdo digital e da interação com o conteúdo produzido pelas marcas.

Cloud Computing em detalhes

Vemos, então, um movimento sempre em direção à IoT, à computação cognitiva e à realidade aumentada (RA), além de diversas outras tecnologias disruptivas.

 

Dentro deste universo de disrupção digital (LINK), vemos a terceira plataforma oferecendo suporte, hardwares e softwares que fazem com que as empresas busquem novos modelos de negócio, promovendo uma evolução que visa atender aos desejos dos clientes e às necessidades que esses apresentam.

 

Olhando para os objetos e elementos que nos cercam, vemos que, atualmente, tudo pode ser digitalizado. Infraestruturas, hardwares e softwares se reorganizam no universo digital para criar disrupção e inovação para aproveitar o grande volume de dados produzidos em diferentes fontes e canais.

 

A medida que a computação cognitiva, a realidade aumentada, a nuvem e diversas outras evoluções tecnológicas tornam a conexão com a internet possível para diferentes elementos e volumes de informações, e que essa tecnologias se encontram cada vez mais acessíveis, a atual plataforma se distancia das anteriores, que se focavam mais nas necessidades de empresas que de usuários.

 

O que veio antes da terceira plataforma?

 

Com a evolução das tecnologias e canais de comunicação, desenvolveu-se, também, a computação, por meio da primeira e da segunda plataformas de TI. Entenda um pouco sobre cada uma delas:

 

Primeira plataforma

 

Este primeiro estágio da computação é marcado pelo mainframe, os grandes computadores utilizados para processar dados militares, de empresas multinacionais e bancos nas décadas de 1960, 1970 e primeiros anos de 1980. Ele era, ainda, utilizado para executar a contabilidade de diferentes empresas em bureaus.

 

Neste período, não existiam muitas máquinas e o número de usuários e aplicações que se relacionavam com elas era ainda menor. Não havia a democratização tecnológica vista atualmente, o mainframe tinha seu uso restrito ao governo ou a empresas com grande poder no mercado, tanto aquisitivo quanto competitivo.

 

Segunda plataforma

 

Referente ao período que vai de 1986 a 2010, se refere ao período de surgimento e desenvolvimento dos computadores pessoais (PC), que inicia o processo de revolução tecnológica.

 

Seu uso, inicialmente, se restringia a médias e grandes empresas, mas, ao contrário do mainframe, esses computadores alcançaram as residências, passando a ter amplo uso doméstico. Assim, começam a ser construídas as primeiras redes de computadores e o conceito de cliente-servidor, principalmente a partir do advento da internet.

 

Mais importante ainda é pensar que foi neste período que a globalização se concretiza e que, com as tecnologias vindas dos Estados Unidos, a informação começa a ser trocada em larga escala, conectando todos os cantos do mundo.

 

 

Desta forma, percebemos que a terceira plataforma se coloca como uma evolução natural da computação, buscando suprir o desejo por maior conectividade e virtualização de experiências, principalmente como forma de inovar as tecnologias para aplicações móveis, para uma aproximação com clientes e por formas de oferecer melhores experiências.

 

Assim, o grande volume de dados produzido se torna um dos elementos de maior valor nos negócios, auxiliando no desenvolvimento de produtos e serviços e na conquista de maior competitividade e vantagens de mercado.

 

 

Fontes:

https://cloud21.com.br/computacao-em-nuvem/o-que-e-terceira-plataforma-de-ti/

https://ecoit.com.br/blog/computacao-em-nuvem/terceira-plataforma-de-ti-a-evolucao-da-tecnologia-nas-empresas/

http://www.maximizasoftware.com.br/noticias/terceira-plataforma-de-ti-veja-por-que-a-inovacao-esta-na-nuvem/

Categorias: Cloud Computing, Virtualização, Transformação Digital, IoT, Terceira Plataforma, Disrupção Digital