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O que é gerenciamento unificado de ameaças (UTM)?

Publicado em 9/mai/2018 5:00:00

É cada vez maior o número de empresas que sofrem ataques virtuais que provocam perdas financeiras no mundo todo. O UTM é eficiente no combate a ameaças na rede.

 

O que é gerenciamento unificado de ameaças (UTM)?

 

 

Nunca foi tão importante investir em segurança na internet. O ano de 2017 terminou com diversos registros de ciberataques poderosos. Em alguns episódios, como o ocorrido em maio passado e que afetou 150 países, a perda financeira mundial foi de vários bilhões de dólares - o Brasil também foi atingido e teve dados de órgãos governamentais sequestrados.

A previsão para os próximos anos não é otimista. Até 2021, a estimativa é de que os prejuízos alcancem a cifra de US$ 6 trilhões.

Um dos sistemas de segurança mais modernos no mercado é o UTM (sigla em inglês do termo Unified Threat Management). O sistema unificado de gerenciamento de ameaças é uma arma no combate à ascensão do cibercrime, o que é possível apenas com investimento das empresas em tecnologias avançadas de proteção.

O modelo unificado, na forma de sistemas ou hardwares, aumenta a eficácia da segurança na internet, uma vez que conta com modelos compatíveis de firewall, antivírus, antispyware, antispam, filtragem de conteúdo, prevenção de vazamento, entre outros. Pode contar ainda com suporte de rede privada virtual (VPN), conversão de endereço de rede (NAT) e roteamento remoto.

Juntar grande parte das tecnologias de prevenção já criadas aumenta a eficácia da proteção, simplifica o processo de gestão do suporte de TI e elimina a necessidade de uma empresa contratar vários fornecedores de sistemas, o que proporciona otimização do tempo e do investimento financeiro em diversos softwares.

Diminuir o gasto com a contratação de tecnologias variadas, no entanto, significa investir em segurança mais inteligente. Contar com sistemas avançados é, inclusive, recomendação técnica das mais variadas entidades filantrópicas e empresas privadas da área de tecnologia. Para elas, é cada vez mais urgente alocar recursos na contratação de recursos de segurança virtual.

 

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

 


O UTM é bastante seguro, inclusive para a forma mais frequente de vírus, o malware. Estudo divulgado por uma empresa russa desenvolvedora de sistemas de proteção na internet indica que ele corresponde a pouco mais de 80% dos ataques virtuais. Foram principalmente ameaças do tipo que impulsionaram o desenvolvimento de um sistema único, que torna mais preciso o combate desse vírus, que hoje é usado de forma combinada para atacar simultaneamente partes diferentes do sistema.

O ambiente virtual oferece riscos crescentes no Brasil. Segundo dados de pesquisas divulgadas recentemente, o país encabeça o ranking de usuários que mais sofrem ataques virtuais na América Latina. Os números apresentam um crescimento vertiginoso, 59% entre janeiro e agosto do ano passado, quando comparado com os números de 2016.

Outro levantamento mostra que mesmo empresas de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, demoram alguns dias para detectar problemas nas redes. Depois, ainda são necessários mais alguns dias para reestabelecer as operações.

Empresas atacadas perdem não somente dinheiro na hora de corrigir as falhas e recuperar sistemas, mas também na imagem do negócio. Dependendo do tipo de vírus aplicado pelos criminosos virtuais, é possível que sejam vazadas informações sigilosas sobre o empreendimento e danos na marca podem ser irrecuperáveis.

Especialistas alertam que os ataques, cada vez mais frequentes, atingem empresas independente de seu porte e em vários países. Em 2016, 72% das companhias americanas com mais de 250 empregados foram atacadas. O número de empresas com menos de 250 empregados que sofreram algum tipo de ataque também é expressivo, chega a 60%. Levantamentos como esses reforçam a importância do investimento em sistemas de segurança avançado, como o UTM.

Ter um sistema unificado traz várias vantagens, em contrapartida, tem um ponto de atenção. Como se trata de um ponto único de defesa, o indicado é que se utilize de maneira complementar um segundo software que possa barrar qualquer malware que tenha conseguido ultrapassar as barreiras de segurança do UTM.

Categorias: Cibersegurança