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Pontos a observar na hora de contratar um provedor de serviços DRaaS

Publicado em 16/jan/2017 5:00:00

Questões tecnológicas, de contrato, de Data Center, além de custo benefício devem ser avaliados.

Pontos a observar na hora de contratar um provedor de serviços DRaaS

A sigla DRaaS provém do inglês Disaster Recovery as a Service, que significa a recuperação de desastres em Nuvem. A diferença entre o DRaaS e um backup online é que o primeiro faz a replicação do Data Center principal e assume o seu comando em caso de acidente, enquanto que a segunda solução é uma cópia de dados de aplicações, que ficam disponíveis para consulta e armazenados em Nuvem.


Com o crescimento do mercado de Computação em Nuvem, muitas ferramentas e serviços passam a ser oferecidos e a contratação de um provedor de serviços DRaaS é um deles. Antes de bater o martelo com um provedor, porém, a empresa deve conhecer de perto o novo fornecedor, o portfólio de serviços que oferece, sua estabilidade financeira, o tipo de contrato, se é customizado em que é possível adicionar cláusulas personalizadas, de acordo com o interesse da empresa, ou se são cláusulas genéricas.


Como acontece na contratação de qualquer fornecedor, é necessário pesquisar seu posicionamento de mercado, seus principais concorrentes, principais clientes, casos de sucesso em oferecer soluções customizadas, seus benefícios e ameaças que em caso de desastre poderiam causar algum tipo de transtorno para o negócio.

 

Sustentabilidade em TI
Além disso, conhecer um pouco sobre o perfil dos profissionais desta empresa, saber a forma como será o atendimento, como é o processo em caso de uma emergência e também a experiência com clientes de empresas do mesmo ramo de atuação são pontos importantes.


Em questões tecnológicas, conhecer o tamanho da base instalada, o número de recuperações realizadas, saber sobre a estabilidade do servidor, se já houve falhas no sistema que poderiam comprometer o cotidiano de seus clientes e como é a interface do programa.


No Data Center, saber se atende os requisitos de normas internacionais, a quantidade de clientes por Máquinas Virtuais (VMs) e quais são os testes permitidos para os usuários antes da contratação.


No contrato, é necessário checar o desempenho das VMs, a localização geográfica dos centros de suporte e avaliar se satisfazem as necessidades da companhia, além de uma previsão de tempo de recuperação dos dados, dependendo do setor em que a empresa contratante esteja. O tempo médio para a recuperação de informações para companhias aéreas, por exemplo, é de 0 a 2 horas. Já para empresas da construção civil, são mais de 24 horas previstas.


Por fim, em questão de preço, devem ser avaliados o valor de DRaaS por camada, taxas de manutenção, custos adicionais, sejam com equipamentos ou outras ferramentas para que não ultrapasse o budget de investimento no provedor. Também, taxas de suporte e com licenças de software, além de custos com treinamentos, consultorias ou atendimento in loco com equipe especializada.


A pesquisa por uma empresa parceira é normal e fundamental, mas especialmente com questões de sigilo de informações, segurança e recuperação de dados em caso de desastres, o cuidado deve ser ainda maior. Investir em uma empresa que tenha boas referências, conhecimento do setor de atuação da contratante e custo-benefício adequado são passos importantes para a segurança de qualquer negócio.

Fontes:
https://datafloq.com/read/what-to-look-for-in-a-disaster-recovery-provider/2422
http://computerworld.com.br/especiais/2012/09/27/perguntas-que-devem-ser-feitas-ao-provedor-de-cloud-em-casos-de-recuperacao-de-desastres

 

 

Categorias: Mercado de TI, Transformação Digital