<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
comstor-logo.png
  • 11 dicas de Big Data para Pequenas e Médias empresas
  • VoIP: hospedada, On-Premise ou híbrida?
  • A Cisco e a Internet de todas as Coisas
  • 11 dicas de Big Data para Pequenas e Médias empresas
  • VoIP: hospedada, On-Premise ou híbrida?
  • A Cisco e a Internet de todas as Coisas

Quais são as métricas essenciais para equipes de implantação de soluções de TI?

Publicado em 4/mai/2017 5:00:00

Tempo de ocupação, quantidade, velocidade e qualidade de entrega são algumas das métricas utilizadas.

Quais são as métricas essenciais para equipes de implantação de soluções de TI?

Avaliar a produtividade de uma equipe e, individualmente, qual é a eficiência de cada membro. Estes são os propósitos de gestores que implantam métricas para avaliar o potencial de cada colaborador que atua na implantação de soluções de TI. A definição das métricas também colabora para que sejam criadas metas e para que sejam determinadas tarefas específicas para determinado perfil de profissional.

 

Uma pesquisa realizada em 2014 pela Tasktop, empresa desenvolvedora de softwares, aponta quais são os parâmetros que os profissionais de implantação de TI preferem ser avaliados. Para 27% deles, o melhor índice seria o tempo de ocupação. Para 17,7%, atividades completas e entregues; 16,5% acreditam que seja o valor das tarefas; 15,7% a agilidade, sendo o tempo utilizado para a realização de cada tarefa e, por fim, 14,5% acham que deve ser o número de alteração de foco e interrupções. As empresas consideram esses fatores, cada uma em sua ordem de prioridade, além de outras como a qualidade do código.

 

Cloud Computing, Computação em Nuvem, Cloud, Cloud Computing em detalhes

 

O tempo de ocupação seria o número de horas que o desenvolvedor leva para realizar um trabalho que lhe foi designado, levando em consideração os atrasos e as interrupções ao longo do processo. Essa métrica ajuda a balizar, por exemplo, quanto tempo será necessário para o desenvolvimento de uma atividade e na hora de cobrar o valor do cliente, é possível saber o prazo de entrega ou dimensionar o tamanho da equipe para cada projeto. Também ajuda o gestor a identificar atividades não produtivas.

 

Já as atividades completas, podem ser consideradas os RCs – release candidates -, que são as versões finalizadas enviadas para aprovação e que podem ser ou não as versões finais de uma programação. Através desta métrica é possível mensurar se a equipe está utilizando o tempo com eficiência, já entregando um material que vai precisar de pouco ou nenhum retrabalho.

 

O valor das tarefas está relacionado com a complexidade da programação. Para implementações mais simples, a velocidade de entrega e a quantidade de programas será maior e por isso, precisa haver uma taxa de pontuação que avalia se a demanda vai exigir mais da equipe, que passará a entregar algo maior, mas utilizando mais tempo, não podendo dar prioridade para outras atividades.

 

A velocidade de entrega também um ponto muito importante para os gestores, que como já dito anteriormente, precisa mensurar o tamanho do projeto para precificá-lo ao cliente. Quanto menos tempo no desenvolvimento de uma atividade, maior as possibilidades que um programador tem de começar uma nova tarefa.

 

Porém, de nada adianta uma implementação ser rápida se existem falhas nos códigos, bugs. A velocidade deve andar de mão dada com a qualidade, com taxas de eficiência altas e significativas para os gestores.

 

Por fim, uma métrica que seja capaz de avaliar o número de interrupções e mudanças de foco. Especialmente em equipes mais enxutas, em que há dependência de um programador, o número de vezes em que uma pessoa é parada ou mesmo que precisa mudar de tarefa, vai atrasar um projeto e pode aumentar o número de erros, já que a linha de raciocínio é interrompida.

 

Para um dia de trabalho produtivo, os desenvolvedores entrevistados pela pesquisa da Tasktop acreditam que são essenciais cinco fatores:

  1. Completar tarefas e entregar metas: 53,2%
  2. Não haver nenhuma ou poucas interrupções e distrações: 50,4%
  3. Não haver reuniões: 21,9%
  4. Ter metas claras para o dia: 19,9%
  5. Planejar o dia de trabalho: 17,2%

A pesquisa ainda perguntou o que os programadores consideram produtivo ou improdutivo em um dia de trabalho. “Reuniões” representou 57,9% das respostas para as questões improdutivas, seguidas por ler e responder e-mails, com 18,8%. Nesta lista ainda aparecem: trabalhos não planejados, codificação e necessidade de ler e escrever relatórios. Entre as questões produtivas, a principal é a programação em si, com 71,5% dos votos.

 

São métricas simples de serem implantadas e avaliadas, gerando dados significativos para a gestão de um negócio focado no desenvolvimento de programas, softwares, games e outras ferramentas em TI. A equipe pode ser consultada para que esses fatores sejam traçados em conjunto, sendo claros e objetivos em cada quesito. Além de uma ação participativa, os colaboradores serão capazes de enxergar suas metas e saber quais as principais formas de alcançá-las.

 

Fontes:

 

https://opservices.com.br/quais-sao-as-metricas-mais-importantes-para-equipes-de-desenvolvimento/
http://searchsoftwarequality.techtarget.com/photostory/4500271447/Measuring-software-developer-productivity-one-task-at-a-time/1/Productivity-makes-for-happy-developers?utm_source=blog&utm_campaign=rc_blogpost

 

Categorias: Revendas de TI, Métricas deTI