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Recuperação de desastres: por que um planejamento é essencial

Publicado em 13/ago/2015 5:00:00

Empresas que dependem da área de TI devem possuir plano para recuperar dados e evitar prejuízos.

Recuperação de desastres: por que um planejamento é essencial 

A recuperação de desastres é o processo pelo qual a empresa se empenha em arrumar as aplicações após um grande problema ocorrido. Este "desastre" pode ser algo enorme, como um terremoto, desastres naturais em geral, ou até ataques terroristas. Ou pode ser algo de menor expressão, como um mau funcionamento de um software causado por um vírus.

O plano de recuperação de desastres visa restaurar o mais rápido possível - e mesmo com desempenho reduzido - a TI que sustenta processos críticos do negócio. O processo de planejamento de recuperação de desastre deve minimizar a interrupção das operações e garantir algum nível de estabilidade organizacional e uma recuperação ordenada.

Uma falha catastrófica de um Data Center principal ou a simples perda de servidores em sites remotos é um pesadelo para departamentos de TI. É fundamental planejar como restaurar os serviços o mais rapidamente possível com mínima perda de dados.

As tecnologias de virtualização oferecem a capacidade de simplificar parte desse planejamento. Ser capaz de fazer uma cópia de uma imagem virtual e reimplantá-la em outro servidor reduz drasticamente o tempo de inatividade e a perda de dados.

Retomar o funcionamento de serviços de TI após um desastre é geralmente determinado pela velocidade com que o novo hardware pode ser disponibilizado e quão rápido o processo de backup acontece. Quando servidores individuais estão envolvidos, isso pode ser um processo complexo.

O planejamento de continuidade de negócios sugere uma abordagem mais ampla, para assegurar que a empresa continue operando e gerando receita, não só após um desastre natural, mas também no caso de problemas menores, como a saída de um funcionário-chave, problemas de parceiros que refletem na operação ou qualquer outra limitação que as empresas possam encarar ao longo do tempo.

Toda a empresa deve trabalhar em conjunto e fornecer os indicadores para determinar qual é o tipo de plano necessário e quais os sistemas e unidades de negócios mais cruciais para a organização. Para se planejar uma recuperação de desastre, alguns itens importantes devem ser priorizados.

Inicialmente, o foco é projetar um Data Center primário o mais resistente possível, que possa se recuperar rapidamente da maioria dos desastres sem ter que usar sempre o Data Center secundário. Com isto, o objetivo do secundário, ou remoto, é principalmente para catástrofes naturais. Vale ressaltar a possibilidade de este último estar em uma cidade diferente do primário, para estar fisicamente mais seguro.

Sincronizar os dados entre o Data Center primário e o remoto é outro aspecto importante de uma implementação bem-sucedida de recuperação de desastre. Listadas todas as aplicações que precisam ser replicadas para o site remoto, é necessário descobrir como sincronizar os dados entre estes dois locais para todas essas aplicações.

É preciso identificar qual o tempo de recuperação aceitável após um desastre, para que todas as aplicações críticas devem estar plenamente operacionais no site remoto. Outro fator importante é determinar o ponto de recuperação aceitável, ou seja, quanto tempo a empresa está disposta a perder durante um desastre.

Os planos de recuperação dão muita ênfase para replicação de dados, mas menos foco para os aspectos da rede, sendo que junto à equipe de rede é preciso identificar todas as infraestruturas que precisam também ser replicadas. Uma possibilidade é em vez de usar o site remoto só para a situação de desastre, aproveitá-lo como uma plataforma de garantia de qualidade, fazendo testes de carga e desempenho dos aplicativos. Isso pode ser útil, pois não é necessário investir em uma infraestrutura de testes adicional no Data Center primário, facilitando a sincronização dos dados do site primário para o site remoto de forma contínua.

Esporadicamente é preciso validar as configurações atuais para garantir que o site remoto funcione corretamente e cumpra o objetivo original. Se tudo estiver configurado corretamente, a empresa será capaz de transferir manualmente suas aplicações críticas do Data Center principal para o remoto, e deixá-las funcionando por alguns dias.

Para finalizar, o planejamento de recuperação de desastres, é importante incluir procedimentos documentados e que, se seguidos corretamente, irão garantir a disponibilidade permanente de recursos críticos e continuidade das operações testadas. As chances de um desastre acontecer em uma organização são incertas, por isso todos devem estar preparados para que não haja perda financeira grave e isso represente uma ameaça à sobrevivência da empresa.

A continuação do funcionamento de uma organização depende da consciência da gestão de potenciais desastres, da sua capacidade para desenvolver um plano para minimizar as interrupções de funções críticas e da capacidade para recuperar operações de expediente com sucesso.

 

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Fontes:

http://www.tiespecialistas.com.br/2015/07/a-importancia-do-planejamento-de-recuperacao-de-desastres/

http://www.thegeekstuff.com/2011/08/it-disaster-recovery/

http://www.profissionaisti.com.br/2014/05/gestao-de-continuidade-de-negocios-x-plano-de-recuperacao-de-desastres-entenda-a-diferenca/

https://technet.microsoft.com/pt-br/virtualization/disaster_recovery_with_virtualization.aspx

http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/artigos-seguranca/18/03/2015/a-diferenca-entre-recuperacao-de-desastres-e-continuidade-de-negocios/#.VaVhdvkV_MA

Categorias: Data Center, Outsourcing de TI, Redes, Servidores, Profissionais de TI, Projetos de TI