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Seguro anti-hack exige empresas minimamente protegidas

Publicado em 16/abr/2018 5:00:00

Uma seguradora não vai arriscar o seu negócio gerando apólice de seguro para empresas que não são atuantes na cibersegurança

 

Seguro anti-hack exige empresas minimamente protegidas

 

Da mesma forma como acontecem com carros, residências, empresas e vidas, no mercado está sendo oferecido agora o seguro contra cibercrimes, o conhecido seguro anti-hack. Seguradoras passam a ser responsáveis pelos prejuízos financeiros gerados por ataques de hackers, caso haja uma invasão no sistema da empresa contratante.


Para ter um seguro anti-hack, porém, a seguradora vai fazer uma análise prévia minuciosa na rede da empresa que a pretende contratar, para que não perca dinheiro e corra riscos tão facilmente.


Neste ponto, a contratação do serviço gera imediatamente um benefício para a empresa: ela vai receber um relatório completo de possíveis gaps em sua rede, avaliado por especialistas em cibersegurança.


Por mais que haja uma equipe de TI interna ou terceirizada, um relatório sobre pontos que precisam ser melhorados no sistema é sempre bem-vindo. A partir deste documento é que a seguradora vai informar à empresa se aceita ou não tê-la como cliente e, se aceitar, qual o valor mensal do contrato que cobrirá seus riscos.


Assim como em seguro de carros, em que determinados perfis de condutores têm desconto no contrato - como por exemplo, pessoas na faixa etária entre 40 e 70 anos que são estatisticamente mais prudentes e experientes no trânsito, gerando menos acidentes -, o contrato de seguro anti-hack terá preço melhor para empresas que apresentarem mais eficiência em cibersegurança, e, portanto, menor risco.


Já discutimos anteriormente aqui no nosso canal quais os principais pontos que são observados nos contratos e como este seguro funciona. Confira o material completo clicando aqui.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

 


Empresas devem se preparar antes de contratar seguro anti-hack

 

Ter uma rede altamente segura é premissa para qualquer empresa que deseja defender suas informações estratégicas. Porém, são muitos os tipos de ataques, a evolução das tecnologias é muito rápida e por isso, as companhias preferem ter uma segunda retaguarda sobre seus riscos, além de equipe de TI que vai defender suas redes corporativas.


A contratação do seguro reforça a garantia do negócio, mas o ideal seria que o anti-hack não fosse usado. Apesar disso, nem sempre as empresas têm o antivírus atualizado e por isso, tem detecção lenta de invasões, os usuários podem digitar uma URL errada migrando para sites maliciosos, podem abrir arquivos phishing via e-mail, enfim, são muitas as possibilidades de aberturas para hackers, que buscam sempre explorar essas falhas.


Por isso, no mercado existem algumas opções de ferramentas como conectores de segurança capazes de dar visibilidade a todo tráfego de rede, inclusive em dispositivos móveis e Wi-Fi público que acessam os arquivos da empresa via Nuvem, podendo bloquear conexões a sites mal-intencionados e diminuindo os riscos de infecção.

 


Descubra se a sua rede está apta a ser segurada


Antes de entrar em contato com uma corretora de seguros digitais, a empresa deve ter a certeza de que está minimamente protegida e apta para ser cliente da seguradora.


O primeiro ponto a ser observado é o próprio navegador. Sendo ele a porta das máquinas para a Internet é também o caminho de entrada de invasões. Nele, precisa ser avaliado que tipo de informação corporativa está sendo disponibilizada na rede, como IP do computador, rastreamento de cookies publicitários, versão e tipo de navegador e localização do usuário de cada máquina.


Na sequência, verificar o firewall. Se está ativo, atualizado e se todas as portas de acesso na rede não estão vulneráveis. E, por fim, mas não menos importante, checar constantemente o antivírus. Fazer testes de funcionamento, checar validade, buscar soluções específicas para a necessidade da empresa. Neste caso é importante reforçar que mais de um tipo de antivírus instalado em uma mesma rede pode sobrepor o trabalho um do outro, atrapalhando as defesas.


Em resumo, o seguro anti-hack é uma garantia para a continuidade do negócio mesmo depois de uma invasão, mas para que seja contratado, uma empresa deve apresentar minimamente a capacidade de se proteger para não colocar seu próprio capital em risco, assim como a saúde também da seguradora, que avalia de forma minuciosa a aptidão de cada empresa antes de aceitá-la na sua carteira de clientes.

 

 

Categorias: Cibersegurança