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Você conhece os serviços de seguro cibernético?

Publicado em 27/mar/2018 5:00:00

Entenda como o seguro cibernético tem crescido entre os serviços focados na proteção de empresas contra perda e vazamento de dados em casos de ataques, fortalecendo a cibersegurança.

 

Você conhece os serviços de seguro cibernético?

 

Entenda como o seguro cibernético tem crescido entre os serviços focados na proteção de empresas contra perda e vazamento de dados em casos de ataques, fortalecendo a cibersegurança.

Não é segredo que os riscos à cibersegurança têm crescido a cada dia. A cada ataque são registradas grandes perdas, que têm sido maiores do que os investimentos feitos por empresas em segurança de TI.

Esse desequilíbrio acontece porque hackers estão cada vez mais ativos e as ameaças evoluem todos os dias, além de vermos, atualmente, um mercado de segurança fragmentado e falta de profissionais capacitados em empresas que não sejam da área de tecnologia.

Assim, o contexto que se apresenta é de maiores dificuldades para que empresas entendam, gerenciem e previnam os riscos que se apresentam. O seguro cibernético, então, desponta no mercado como uma resposta para essa realidade, prometendo maior cobertura cibernética para aliviar as preocupações das empresas.

 


O que é um seguro cibernético?


Seguros cibernéticos não são focados em prevenção, como é o caso de soluções de TI como firewall e antivírus, mas sim em ajudar após ataques cibernéticos não terem sido barrados e os sistemas dos clientes serem infectados.

Assim como seguros de carro, casa e tantos outros existentes, as apólices colocam nas mãos das seguradoras a responsabilidade sobre os danos, oferecendo uma série de garantias para proteger os segurados, variando caso a caso de acordo com o expresso em contrato.

Este tipo de serviço não se restringe a alguns tipos específicos de empresas, podendo ser contratados por negócios de diferentes setores e tamanhos. Isso porque qualquer empresa pode sofrer com falhas ou ataques. Antivírus podem ser lentos na detecção de uma ameaça e softwares podem não estar atualizados, além do fator humano, resultando em brechas na segurança.

É importante destacar que os mesmo elementos que justificam a contratação de um seguro cibernético são os que ajudam a determinar seu custo. Entre os principais pontos observados nos contratos estão:

 

  • Avaliar a dimensão da proteção cibernética que a empresa necessitará;

  • Analisar a resiliência cibernética, ou seja, a postura de segurança assumida pelos colaboradores internos do cliente, recomendando formas para melhorar suas defesas;

    Determinar se as soluções de segurança utilizadas respeitam as diretrizes de uso mais eficiente determinadas pelos fabricantes e fornecedores;

    Classificar os serviços de resposta a incidentes que serão necessários, oferecendo acesso a equipes de respostas para situações de ataques malware.

 



A maior dificuldade das empresas, atualmente, está em estabelecer defesas fortalecidas e aptas para garantir termos favoráveis de coberturas cibernéticas, como descontos, franquias e serviços de suporte em casos de ataques. Assim, antes de buscar por seguros cibernéticos, é essencial que as empresas atualizem suas defesas, adotando ações proativas de segurança. Dessa forma, os contratos de seguro poderão ser mais benéficos e baratos.

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas


Brasil ainda vive momento educacional


Os grandes ataques cibernéticos mais recentes, como o WannaCry e o Nyetya, tiveram como maior foco empresas da Europa, mas isso não impediu que afetassem, também, o Brasil. Os impactos aqui foram relacionados, principalmente, à maior percepção dos riscos cibernéticos existentes.

Esses ataques começaram a movimentar ainda mais o mercado de cibersegurança brasileiro, abrindo espaço para que o serviço de seguradoras cibernéticas começasse a crescer no país. As expectativas para 2018 apontam para um grande crescimento na área, reflexo da consciência cada vez maior de proteger dados de clientes e negócios.

No entanto, mesmo que os negócios no setor de seguros cibernéticos tenham se iniciado no Brasil em 2012 e estejam se expandindo cada vez mais e mais rápido, ainda falta muito para que atinja a maturidade.

O principal problema que o setor enfrenta é a questão da regulamentação, ainda inexistente, de forma que não existem bases para controle, fiscalização de mercado e autorização para oferta de serviços.

Para compensar a falta de normas específicas para riscos cibernéticos, esse tipo de seguro acaba se enquadrando em outros ramos, como o setor de riscos cobertos e seguros de danos. Passam a ser considerados, então, aspectos como responsabilidade civil, riscos diversos e lucros cessantes.

Assim, é importante considerar, no momento de contratar um seguro cibernético, um contrato que considere, entre diversos outros, elementos como:


  • Cláusulas de aceitação de proposta;
    Detalhamento da forma de contração;
    Especificação sobre pagamento de prêmios e atualização de valores;
    Informações sobre concorrência de apólices e liquidação de sinistros;
    Condições para a perda de direitos.


No Brasil, o amadurecimento e crescimento do mercado de seguros cibernéticos ainda depende de incentivos, estabelecimento de legislações específicas e capacitação profissional. Esses movimentos já começam a ser vistos por parte de empresas que oferecem treinamentos, workshops e que começam a vender esses serviços de maneira mais intensa.

 

Categorias: Cibersegurança