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10 erros comuns em Cloud Computing que podem destruir os negócios

Publicado em 31/jan/2019 5:00:00

Nuvem não é para amadores. Depois de contratar um provedor, os desafios são outros.

 

10 erros comuns em Cloud Computing que podem destruir os negócios

 

Cloud Computing é a plataforma de desenvolvimento da Transformação Digital. É na Nuvem onde tudo acontece no que tange às questões de inovação não somente em TI, mas também nos negócios. É o ambiente flexível, expansível onde tudo se conecta.


Porém, em meio a toda euforia nas descobertas que a Nuvem traz, existem alguns erros comuns que são capazes de destruir qualquer negócio. Listamos alguns deles para facilitar uma checagem:


1 – Falta de governança e planejamento: ao mover a carga de trabalho para Nuvem, é preciso ter um plano de ação, sabendo quais os dados serão movidos e como serão organizados. Além disso, a governança precisa ser bem detalhada, listando quais os membros da equipe serão responsáveis pelo gerenciamento, segurança e finanças da Nuvem.


2 – Nem tudo pode ser movido para Nuvem: acreditar que todas as aplicações já desenvolvidas podem entrar em Nuvem é um erro grave e que pode danificar seriamente o desempenho de um sistema. Uma aplicação deve estar completamente preparada para uma integração com sistemas legados.


3 – Tratar a Nuvem como Data Center local: a questão está no TCO, o custo total de propriedade. Um aplicativo, por exemplo, que não precisa estar disponível 24h, se colocado em Nuvem pode significar o triplo de custos para mantê-lo, enquanto que se estivesse no Data Center local, o custo é de aproximadamente 8h diárias. Nesta questão, o gerenciamento é fundamental para desativar o aplicativo depois do horário de expediente, diminuindo o espaço necessário contratado sob demanda do provedor de Nuvem.


4 – Cloud Computing não é mágica: longe disso, exige muito esforço para ser mantida, construída e eficiente. Não é somente conectar o cliente com o provedor que todas as questões de TI estarão resolvidas. Geralmente, os provedores de serviços de Nuvem são responsáveis por parte do processo. A implantação, por exemplo, manutenção e medidas de segurança são responsabilidades dos clientes.


5 – Estratégia de migração incompetente: todo valor que tenha sido economizado na contratação de uma Nuvem pode cair por terra se a arquitetura da Cloud for mal feita. Se o processo de migração for descoordenado, exigir muitas interferências e mão de obra para organizar os dados na Nuvem, é sinal de que os custos serão maiores que o previsto.


6 – Falta de monitoramento dos indicadores de desempenho: como é possível saber se a Nuvem contratada está atendendo às necessidades de um negócio? Criando indicadores relevantes para a empresa e fazer um monitoramento sistemático de sua evolução. Se isso, é impossível buscar inconstâncias da plataforma e realizar ajustes para adequar a tecnologia às demandas.

 

Cisco Unified Computing System (UCS)

 

 

7 – Acreditar que a equipe de TI atual conheça a plataforma contratada: mesmo que haja entre os especialistas em tecnologia no negócio em algum momento ele terá dúvidas sobre a plataforma contratada. Dificilmente uma empresa não encontra problemas com o pessoal, uma vez que estão se adaptando à nova ferramenta.


8 – Confiar cegamente em scripts automatizados: o papel desses scripts é justamente o provisionamento e desprovisionamento automático dos recursos de computação. Mas e se um processo for mau escrito, muito complexo ou pouco documentado? Voltaremos então à preocupação do item 3, que é o custo da Nuvem ao final de um período.


9 – Acreditar que segurança está inclusa no pacote: realmente, deveria estar, mas toda empresa que tenha preocupação com seus dados, deve ter atenção redobrada a este item, quem sabe, talvez, até ter uma equipe específica interna para lidar com esse assunto para cobrar o provedor, para gerar relatórios e analisar indicadores.


10 – Negligenciar a recuperação de desastres: manter todos os dados salvos em uma Nuvem é sinal de que estão totalmente fechadas à prova de balas? Sempre existe uma frestinha, um erro que pode causar a queda de uma empresa que acredite cegamente que está 100% seguro. É preciso sim ter um plano de recuperação de desastres ou pelo menos discussões avançadas na empresa supondo uma catástrofe no provedor.


Enfim, Cloud Computing não é para amadores. Para que a tecnologia possa oferecer todos os benefícios que são amplamente divulgados, precisa ser bem planejada, ter fornecedores e provedores competentes, assim como uma equipe capaz de monitorar a plataforma para que funcione corretamente, colaborando para as metas da empresa.

Categorias: Cloud Computing