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3 formas de utilizar a realidade virtual como ferramenta no setor da saúde

Publicado em 18/abr/2019 5:00:00

O setor de saúde tem muito a ganhar com a implantação da realidade virtual em seus principais processos.

 

3 formas de utilizar a realidade virtual como ferramenta no setor da saúde

 

A realidade virtual está mudando de maneira significativa a forma como os profissionais atuam. Um bom exemplo disso é como essa tecnologia está ajudando o setor da saúde.


As possibilidades são tão grandes que, em alguns casos, essa tecnologia pode conectar cirurgiões que estejam fazendo operações em diferentes países, online.


Isso sem contar das claras oportunidades de enriquecimento na área, o que poderá melhorar seu grau de sucesso com relação aos pacientes, independente da enfermidade a qual estejam tratando.


Nesse sentido, a realidade virtual tem sido cada vez mais útil, tornando-se cada vez uma ferramenta indispensável em uma área cuja responsabilidade é imensa, envolvendo decisões que podem ocasionar a salvação de vidas.
Conheça um pouco mais sobre como o setor da saúde têm feito uso das tecnologias.


A Realidade Virtual a serviço da saúde mental

O professor de Psicologia Clínica da Universidade de Barcelona, Daniel Freeman, criou um ambiente em realidade virtual, incluindo um instrutor igualmente virtual, que irá orientar usuários a realizarem jogos os quais desafiarão as suas principais fobias.


Esse trabalho realizado serviu para um estudo do British Journal of Psychiatry, que afirmou que 8 dos 15 pacientes submetidos ao projeto já não apresentavam mais os mesmos problemas de antes.


Esse ambiente foi projetado com bastante cuidado, devido ao medo que muitos tinham de altura, o que fez com que o lugar incluísse elevadores, escadas rolantes e saliências para oferecer diferentes formas adaptação aos pacientes.


Inclusive, nesse ambiente, há jogos e um sistema parecido com uma espécie de “pontuação”.

 

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O próprio Freeman, recentemente, co-escreveu uma avaliação a respeito do uso da realidade virtual na saúde mental nas últimas duas décadas. Esse estudo tem servido como referência para profissionais na área.


O que impede projetos assim de se desenvolverem mais o seu alto custo. Mas, ao que tudo indica, estamos no caminho certo.


Um grande potencial à nossa espera

Ter a realidade virtual como fator impulsionador para uma área tão específica quanto o setor da saúde, de fato parece ser excelente, mas ainda há o impedimento financeiro. Ainda assim, Freeman mostrou, com o seu experimento, que essa tecnologia pode ser viável, comercialmente falando.


Tanto é que ele já está gerando seguidores, como o Dr. Stéphane Bouchard, professor do departamento de psicologia da Université du Québec en Outaouais.


Assim como Freeman, Bouchard está desenvolvendo ambientes de realidade virtual cujo intuito é a aplicação no setor da saúde mental, incluindo algumas patologias mais específicas, como transtorno de ansiedade social.

 

Inclusive, em um artigo do qual foi co-autor, Bouchard mostra que essas terapias conseguem ser tão ou mais eficazes do que qualquer terapia padrão.

 

O professor também menciona que os ambientes criados em realidade virtual atualmente estão mais voltados para a estrutura de videogames, do que para algo mais realista. Nesse experimento que ele coordena, é usado menos poder de computação, o que deixa a imaginação do paciente fluir de uma maneira melhor.


Bouchard ainda vê a possibilidade de usar a realidade virtual para treinar profissionais da área com pacientes de alto risco ou mesmo treinar pacientes (especialmente os mais jovens) para usarem a técnica do mindfulness, que visa a usar a atenção plena da pessoa como forma de concentração.


Combatendo fobias

Além dos fatores citados até agora, é bom ressaltar também o uso da realidade virtual para ajudar a combater os medos dos pacientes.


Para se ter uma ideia, o Nationwide Children's Hospital, em Columbus, Ohio, desenvolveu um jogo especificamente para ajudar jovens com hemofilia a lidarem com seu medo de agulhas. O jogo se chama Voxel Bay, e está, de fato, obtendo resultados excelentes.


Ele é ambientado como se fosse uma aventura marítima, na qual o jogador navega para inúmeros lugares diferentes e joga pequenos games para, por exemplo, achar criaturas subaquáticas.


É verdade que nem sempre essa estratégia funciona, dado o grau de complexidade que envolve o problema de cada paciente, mas também é verdade que para quem usa esse jogo, a melhora tem sido considerada significativa.


Analgésico em forma de Realidade Virtual

Além do controle de fobias e afins, alguns médicos estão usando a realidade virtual como método para melhorar a dor dos pacientes, como o que está acontecendo na Pain Consultants of East Tennessee.


A organização está usando um ambiente chamado de Cool, que tem por objetivo ser uma alternativa aos medicamentos opiáceos para os pacientes que apresentam dores crônicas. O problema desses remédios é que eles viciam.


O Dr. Ted Jones, que é psicólogo clínico da Pain Consultants, afirma que o método traz alívio para cerca de 95% dos pacientes (apesar do efeito simplesmente passar após a retirada do fone de ouvido). Contudo, o método mostrou que funciona, sendo mais uma iniciativa no setor de saúde.


A Realidade Virtual nunca foi tão real

Além de proporcionar um controle imediato da dor, a realidade virtual também pode ser usada na área de saúde com outro propósito: preparar pacientes e profissionais para procedimentos diversos.


Um bom exemplo disso é o NHS Foundation Trust, que criou um aplicativo para crianças prestes a fazer sua primeira ressonância magnética e ainda utiliza a realidade virtual para auxiliar cirurgiões a entender melhor os resultados dos exames.


Pelo visto, o céu é o limite quando se trata de realidade virtual. E, se essa tecnologia é usada para fins muito benéficos, como para a área de saúde, melhor ainda. 

Categorias: Realidade Virtual