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3 passos para criar uma estratégia de segurança na era da transformação digital

Publicado em 12/jun/2019 5:00:00

Tornou-se mais do que necessário criar planos eficientes e ágeis que garantam a segurança dos dados para evitar os crescentes cibercrimes.

 

3 passos para criar uma estratégia de segurança na era da transformação digital

 

Em meio à rápida transformação digital, a sociedade se beneficia de ferramentas cada vez mais sofisticadas e precisas em suas funções. Porém, ao mesmo tempo, as estratégias usadas para cometer crimes virtuais também estão em contínuo aperfeiçoamento.

No Brasil, apesar de não haver uma legislação específica, já existe um entendimento jurídico em relação aos crimes cibernéticos. Observa-se que os casos aumentaram de forma exponencial desde os anos 2000, ocorrendo ataques a sistemas de informação de grandes empresas, governos e bancos.

Além de expor a fragilidade dessas instituições, isso traz à discussão a questão da privacidade do usuário comum e demonstra a necessidade de se estar vigilante. Nesse sentido, é preciso constantemente melhorar os recursos de segurança digital a fim de evitar ou de, pelo menos, reduzir as chances de cair em golpes.

Conheça agora alguns passos para se proteger dos crimes cibernéticos na era da transformação digital.

 

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1° Passo - Listar os recursos disponíveis

A primeira tarefa a ser realizada para garantir um sistema seguro é fazer uma lista dos aspectos que necessitam de atenção e dos recursos possíveis de protegê-los. Por exemplo:

 

  • Questione e analise: quais são os pontos mais vulneráveis do sistema utilizado? Com que frequência eles são atualizados? O que podemos aprender com os recursos de segurança de outras empresas?
    Identifique quais ações e ferramentas são passíveis de serem utilizadas contra crimes cibernéticos;
    Estabeleça um cronograma de pesquisa, contratando serviços de programação que atendam às necessidades específicas da empresa. Estude propostas e só então adote as melhores medidas de proteção.


Criando esse roteiro de ação, fica mais fácil e rápido organizar um plano de aperfeiçoamento do sistema de proteção e tirá-lo do papel. Além disso, caso a equipe de colaboradores sofra mudanças, o plano é uma referência para manter este trabalho.


2° Passo - Vincular a estratégia ao risco

Outro ponto de atenção é a necessidade de relacionar o plano de ação aos possíveis riscos de crimes cibernéticos. Como se pode apenas considerar situações conjunturais, é possível imaginar situações em que a segurança digital de seu sistema possa vir a ser comprometida.

Aqui, a proposta é colocar o seu lado pessimista em ação e enfrentar os aspectos passíveis de serem atacados eventualmente:

  • O que há de mais valioso em seu sistema operacional? Banco de dados com informações de milhares de pessoas? Investimentos com capital alto? O que faz com que pessoas mal intencionadas se interessem por invadir seu sistema de segurança?
    Quais são os recursos utilizados atualmente para conter estes riscos de crimes cibernéticos? Quais são seus pontos fracos? O que aconteceria se eles falhassem?
    Como os usuários do seu sistema se sentiriam frente a um ataque? Quais são as informações que podem ser compartilhadas? Como isso afeta a sua privacidade? O que se espera do seu serviço? Quais são as consequências jurídicas de uma situação como essa?



As empresas devem se fazer essas perguntas para se antecipar a soluções antes de os problemas aparecerem, ou seja, contribuir ao máximo para que não aconteçam.

Este tipo de estratégia permite que o responsável esteja ciente de seu trabalho e proponha a utilização de ferramentas que tragam resultados reais para o sistema de segurança digital.

A transformação digital exige que profissionais de TI tenham raciocínio e ação tão rápidos quanto a própria velocidade de suas mudanças. Apenas dessa forma se consegue propor estratégias efetivas para os desafios desta área.


3° passo: Segurança digital para todos e proposta por todos

A criação de estratégias de segurança na transformação digital não precisa ser - e não é recomendável que seja - uma jornada solitária. É interessante que colaboradores de outras áreas e também clientes possam participar do processo.

Não só porque a segurança digital é algo de interesse de todos, mas também pelo reconhecimento de que a opinião de cada segmento e as diferentes visões do assunto ajudam a chegar a propostas mais precisas.

Sendo assim, a transformação digital também permite que haja uma expansão de ferramentas e de agentes que trabalham juntos contra crimes cibernéticos.

Os passos aqui descritos são fundamentais para que se chegue a propostas eficientes para a instalação de um sistema de segurança que de fato funcione. 

Categorias: Segurança