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3 principais desafios de Cloud Computing para enfrentar este ano

Publicado em 8/mai/2019 5:00:00

Com o aumento de demanda pela tecnologia, surgem obstáculos a serem superados.

 

3 principais desafios de Cloud Computing para enfrentar este ano

 

Computação em Nuvem é onde tudo se conecta na Transformação Digital. Por isso, com certeza continuará sendo um dos principais meios que continuarão recebendo investimento das empresas este ano.


De acordo com pesquisa da consultoria IDC, quase metade dos gastos de TI em 2018 foram em alguma ferramenta baseada em Nuvem. A previsão é que este número alcance 60% de toda a infraestrutura da Tecnologia da Informação até 2020.


Pois bem, a demanda cresce, a tecnologia precisa atender as necessidades das empresas e consequentemente, surgem novos desafios. Para 2019, especialistas acreditam que entre os principais pontos estarão:

 

1 – Aumento de soluções híbridas:

O modelo de nuvem híbrida, de acordo com o Gartner, é considerado como melhor opção para atender às necessidades das organizações de todos os portes e segmentos, sendo a escolha de 50% dos empresários em todo o mundo. A previsão da consultoria para o segmento é de que até 2020, não menos do que 90% das organizações adotarão esta infraestrutura.


Este modelo responde ao questionamento entre as preocupações dos usuários entre nuvem pública ou privada em como é possível escolher entre os dois padrões a forma mais eficiente e adequada para alocar as cargas de trabalho das empresas.


Um dos pontos positivos da Nuvem Híbrida é a possibilidade de programar a carga de trabalho, ganhando escalabilidade com a nuvem pública e mais segurança para dados mais estratégicos com a nuvem privada, o que significa que em um ambiente único é possível utilizar dois tipos de nuvens para finalidades distintas.


Além disso, neste contexto, os fornecedores garantem reações mais rápidas às mudanças do mercado, otimização de processos e iniciação de projetos com mais rapidez.

 

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2 – Novas regulamentações trazem confusão à segurança da Nuvem:

Discutimos recentemente no nosso canal como lidar com os dados corporativos na Nuvem para seguir as normas do GDPR. Estas mesmas preocupações devem ser estendidas para atender também a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor no Brasil no primeiro semestre de 2020, uma vez que as bases são semelhantes.


Uma das imposições do GDPR é de que as empresas precisam obrigatoriamente notificar autoridades governamentais que regulam a manipulação e uso dos dados pessoais na internet no prazo de até 72 horas caso haja alguma invasão em seus sistemas.


O que significa que as empresas devem entender rapidamente onde a violação ocorreu, o que obrigatoriamente exige um entendimento geral de onde todos os dados pessoais dos clientes estão sendo armazenados.


O mais importante é que os responsáveis pela TI mostrem que têm controle sobre os dados pelos quais são responsáveis ou ao menos neste primeiro momento - em que ainda não se completou um ano da legislação -, provem que estão se esforçando para entrarem em conformidade.


Os profissionais também precisam comprovar que estão tentando evitar pontos de vulnerabilidade que podem representar prejuízos financeiros e de imagem em todos os locais onde há dados da empresa, seja rede local, servidores, HDs externos, e, claro, na Nuvem.


Uma pesquisa da Ponemon, encomendado pela Gemalto, revelou que a grande maioria dos profissionais de TI entrevistados acredita que é mais complexo gerenciar a conformidade com o GDPR estando a carga de trabalho em Nuvem do que em ambiente local.


O passo mais importante é criar uma equipe multidisciplinar para tomar as decisões com relação ao uso dos recursos da Nuvem. A mudança de governança é justamente uma questão de reorganização de processos e equipes de trabalho para construírem novos padrões, novas formas de lidar com o GDPR e com a LGPD e suas exigências.

 

3 – Aumento do número de serviços e soluções as a service tende a aumentar:

DevOps as a Service, Firewall as a Service, Software as a Service, Plataforma as a Service são as muitas possibilidades que foram integradas ao longo dos anos na Computação em Nuvem.


Existem muitas outras e ainda novas possibilidades a serem desenvolvidas, justamente para descentralizar as funções e permitir que todo o trabalho seja realizado em contextos digitais.


De acordo com pesquisa da Bain & Company, SaaS apresentará um crescimento anual em torno de 18% até 2020. Já para KPMG, os investimentos em PaaS está passando de 32% em 2016 para 56% até o final deste ano. Por fim, levantamento do Gartner mostra que IaaS deverá atingir US$ 72,4 bilhões até o ano que vem.


São números que confirmam o crescimento dos XaaS e que o mercado tem buscado as soluções para aprimorarem sua Computação em Nuvem.

Categorias: Cloud Computing