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5 dicas para criar modelos de Big Data eficazes

Publicado em 22/mai/2018 5:00:00

Tecnologia oferece vantagens competitivas, num mercado em que agilidade na tomada de decisões é fator cada vez mais decisivo.

 

5 dicas para criar modelos de Big Data eficazes

 

A tecnologia, em conjunto com a internet, traz mais e mais possibilidades para os empresários em termos de ferramentas gerenciais, entre elas o armazenamento de dados por meio de Big Data.


A capacidade de arquivar informações para análise posterior é um elemento vantajoso na busca de consolidação no mercado. Percorrendo o caminho adequado e com a assistência de profissionais de tecnologia da informação capacitados é possível extrair ao máximo o potencial da ferramenta.

 

Com mercado extremamente dinâmico e inovador, é um desafio para as organizações definirem se devem ou não adotar uma nova tecnologia, seja ela qual for. Nem sempre o que serve a determinado negócio atenderá a outro.

 

1. Planejamento: antes de investir na aquisição de sistemas, é preciso planejar cada etapa de implantação; mais ainda, é indispensável estabelecer formas de acompanhar e melhorar o processo. O PDCA (Plan, Do, Check e Act) é uma ferramenta eficaz de gestão, que pode integrar o estudo.

 

Já se sabe, por meio de pesquisas, que as empresas que analisam dados são mais lucrativas. Também há uma espécie de consenso sobre a quantidade de informação armazenada.


2. Garimpar informações relevantes: quanto mais melhor, certo? Em partes. Contar com informações variadas e volumosas só faz a diferença quando estão relacionadas ao setor em que a empresa atua. É fundamental identificar dentre a grande quantidade de dados aqueles que são essenciais e aí sim trabalhar a modelagem.


Sobre os modelos de armazenagem, é importante que tenham definições completas, qualificadoras, com o objetivo de agrupar corretamente as informações, conhecendo a procedência e finalidade que elas têm para a empresa.


3. Ter ferramentas adequadas: para a necessidade e porte da empresa é parte integrante do processo de garimpagem dos dados. O profissional de TI ou o responsável pelo processo dentro da empresa deve definir adequadamente o que deve ser atendido pelo Big Data.


Modelos tradicionais de modelagem não são adequados ao Big Data, por mais que a possibilidade seja tentadora. O crescimento exponencial e, de certa forma, desordenado da tecnologia pede uma estrutura mais aberta e elástica, até por que não dá para assegurar quando e como irá surgir uma nova fonte de informação.


Inclusive, esta tecnologia está ganhando corpo no país, com grandes e médias empresas entendendo o custo-benefício das ferramentas. Em 2018, o crescimento de investimentos na área será de cerca de 25%, de acordo com um estudo publicado recentemente.


4. Criar modelos adequados de análise: no Big Data pode ou não haver um banco de dados – nesta hipótese, na estrutura NoSQL, que não requer nenhum esquema específico. Assim, os modelos devem ser criados como sistemas, atendendo aos requisitos de informações corporativas, controle e segurança corporativa, armazenamento físico usado para os dados, integração e interfaces abertas para todos os tipos de dados, com capacidade de lidar com tipos variados de informações.


5. Encontrar as pepitas de ouro entre a enxurrada de dados: para usufruir completamente os benefícios do Big Data, como a entrega de soluções mais assertivas para o público-alvo e, consequentemente, ser uma empresa mais relevante e que provoca maior satisfação do cliente, é fundamental estabelecer os pontos comuns de entrada no sistema. Quanto mais definido, melhor será para projetar modelos de dados adequados ao negócio.

 

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas 

 

Fenômenos da geração de dados

 

De acordo com especialistas, para caracterizar um Big Data são necessários cinco fenômenos simultâneos na geração de dados: volume, variedade, variabilidade, velocidade e complexidade.


Cresce vertiginosamente o volume de dados e rastros deixados por usuários, o que reforça a necessidade das empresas adotarem a tecnologia, como forma de conhecer melhor os clientes, mas ainda para acelerar o processo decisório dentro do empreendimento.


O Big Data muda não só a forma de gerenciar e analisar informações dentro das empresas, como também vai ocasionar uma mudança de paradigmas no mercado de trabalho.


Conhecer todo o potencial da ferramenta e ainda a utilizar corretamente, com planejamento e o cuidado indicados, com certeza vai aumentar o potencial do negócio no mercado, atual e futuro.

 

Categorias: Big Data