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6 erros nas redes corporativas que abrem as portas para hackers

Publicado em 11/jun/2019 5:00:00

A proteção pode ser feita por meio da adoção de determinados cuidados no dia a dia. Veja como evitar crimes cibernéticos.

 

6 erros nas redes corporativas que abrem as portas para hackers

 

Para manter a proteção de redes corporativas é bastante importante que os responsáveis façam uma pesquisa sobre o que há de melhor na área e planejem um sistema de segurança eficiente contra crimes cibernéticos.

Neste ponto, é essencial realizar uma investigação que comece pelos aspectos mais básicos da segurança virtual. Isso porque é comum que eles passem despercebidos e sejam motivo de problemas muito maiores, os quais poderiam ter sido evitados.

Pensando nisso, conheça agora 6 erros em redes corporativas que facilitam a ação de hackers.


1 - Erros em procedimentos básicos

Qualquer um que acesse à internet irá se deparar com orientações simples de segurança como instalar um programa antivírus na máquina utilizada e criar senhas que sejam difíceis de serem reproduzidas. Por isso, é inaceitável que empresas tenham este tipo de problema.

 

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Assim, para começo de conversa, observe se os computadores utilizados estão com as configurações atualizadas. Ao criar contas de acesso, procure utilizar letras maiúsculas e minúsculas, números, símbolos como asteriscos e vírgulas para reforçar a proteção das redes corporativas.


É importante que as senhas não estejam associadas a dados pessoais, como data de aniversário, e que a pergunta de segurança não seja óbvia.


2 - Falta de assinatura SMB

Segundo especialistas, os programadores devem ficar atentos à:

  • Solicitações de validação do nome de destino do SPN;
  • Reconsideração de filtragem de porta;
  • Definição de SPN para serviços a fim de evitar NTLM,etc.

 

Estas ações fazem com que o sistema de segurança não deixe que códigos estranhos intervenham no meio operacional da empresa.

3- Atualizações constantes

Este ponto é um dos principais problemas para a proteção de redes corporativas. Como já dissemos, é muito importante que os responsáveis pela segurança digital estejam atentos a tudo o que pode se constituir em uma brecha para a invasão de hackers, facilitando os crimes cibernéticos.

E isso começa com a atualização constante do sistema. Deve-se lembrar que a tecnologia se transforma rapidamente e, da mesma maneira, as estratégias utilizadas por criminosos também são atualizadas a fim de acompanhar as mudanças e se aproveitar das vulnerabilidades existentes.

A utilização de procedimentos antigos ou que estejam desatualizados são prejudiciais ao funcionamento do serviço. Por essa razão, é necessário que os sistemas estejam sempre atualizados, pois é a partir de pesquisas e investidas de terceiros, que o serviço de segurança é adaptado para não permitir ações futuras.


4- Conhecimento das ferramentas utilizadas

Para que haja a devida proteção de redes corporativas, é importante que os responsáveis pela segurança realmente conheçam a fundo os dispositivos utilizados a fim de entender como eles agirão para a prevenir uma eventual invasão de hackers.

É essencial que se conheçam os pontos fortes e os vulneráveis das ferramentas, além de dispor de recursos alternativos para o caso de haver falha em alguma estratégia de ação, já tendo um plano para contornar determinadas situações de fracasso.


5- Dispor de rede segmentada

A divisão de networks para um maior controle dos colaboradores se mostra como um vilão da proteção de redes corporativas. Quanto mais segmentações existem, mais difícil é assegurar o controle dos dados.

Aqueles que optarem por este modelo de funcionamento devem ficar atentos aos riscos que ele traz em uma eventual invasão de hackers. O ideal é que haja uma um monitoramento rígido deste tipo de sistema.


6 – Uso indiscriminado de todos os recursos possíveis

É importante que os sistemas operacionais estejam preparados com os melhores dispositivos contra crimes cibernéticos. Porém, sobretudo, os programadores responsáveis pela segurança devem fazer uma espécie de curadoria do que poderá ou não ser integrado ao serviço de proteção.

Tudo em excesso também é prejudicial e, dessa maneira, é preciso que se estabeleçam critérios de adoção para que um recurso acabe não atrapalhando a ação de outra estratégia. O conjunto de práticas deve fazer um trabalho harmonioso, buscando atuar em sintonia e complementaridade.

Sendo assim, a proteção de redes corporativas é um desafio possível de ser alcançado. Colocando em prática algumas medidas cotidianas, os erros mais comuns são eliminados e tornam difícil o desserviço dos que pretendem cometer crimes cibernéticos. Simples cuidados evitam problemas que podem demandar mais tempo e dinheiro para serem resolvidos.
 

Categorias: Segurança