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6 etapas para se recuperar de incidentes de segurança cibernética

Publicado em 11/mar/2019 5:00:00

Antecipação e planejamento são as palavras-chave para mitigar ataques.

 

6 etapas para se recuperar de incidentes de segurança cibernética

 

Por mais que existam milhares de ferramentas altamente tecnológicas capazes de ajudar na cibersegurança, os hackers estão sempre um passo à frente pensando em como burlar essas tecnologias e ainda mais inovar para criar um ameaça surpresa.


É por esse motivo que ouvimos muitas notícias de ciberataques bem-sucedidos, de sistemas de órgão público e privados paralisados. Muitos especialistas acreditam que as empresas devem se questionar não se vão ser atacadas, mas quando, já que as ameaças são muito frequentes.


Pois bem, conheça 6 etapas para se recuperar de ataques cibernéticos e como retornar as atividades o mais rápido possível:


Etapa 1: Tenha um IRP

Plano de resposta a incidentes (IRP) é um conjunto de instruções impressas que definem como a empresa deve reagir a um ciberataque. Tem por objetivo preparar a empresa para lidar com uma situação de invasão nos sistemas e limitar os danos ao negócio, reduzindo o tempo de resposta ao ataque e consequentemente os custos de recuperação.


Além disso, aumentar a confiança dos investidores e stakeholders, tendo a consciência de que há um plano de contenção.


Criar um plano de resposta a incidentes tecnicamente é fácil, apesar de complexo, uma vez que deve ter uma visão 360º de todo o negócio, elencando especialmente os pontos de falha.


Etapa 2: Tenha backup atualizado

Caso os dados de uma empresa sejam sequestrados e os criminosos exijam o pagamento de resgate para serem liberados, a organização pode restaurar todo o sistema se estiver com o backup atualizado, sem se preocupar.

 

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Etapa 3: Faça simulações de ataque

A prática leva à perfeição, por isso, vale a pena fazer simulações de diferentes ameaças para testar como a equipe se comporta, o tempo de resposta, as ferramentas que foram utilizadas e depois abrir uma discussão com toda a equipe para saber se haveria outras formas mais eficientes de combate.


Etapa 4: Mantenha-se atualizado sobre leis e regulamentos

Depois do início do GDPR em maio de 2018 muitos países têm lançado iniciativas próprias para regulamentar o armazenamento, manipulação e uso de informações pessoais de seus cidadãos na internet.


A equipe de TI deve conhecer essas regras e adaptar os sistemas para estarem sempre em conformidade. É importante observar se há regulamentações municipais, estaduais, federais, além de setoriais, específicas para os mercados trabalhados.


Etapa 5: Pesquise o custo-benefício em ter equipe de segurança terceirizada

Dependendo do tamanho da empresa e a quantidade de especialistas em TI no departamento, pode valer mais a pena para uma organização contratar terceiros para fazerem a gestão de cibersegurança, mesmo de forma remota.


Essas empresas conhecem estão atualizadas com relação às principais ameaças, acompanham o mercado de segurança e sabem quais as ferramentas mais efetivas para cada caso. Mesmo que seja um custo que pode ser mais elevado, a terceirização pode ser mais efetiva.


Etapa 6: Tenha um seguro cibernético

Da mesma forma como funciona o mercado de seguro de carro, casa e empresa, o seguro cibernético é uma garantia para a continuidade do negócio mesmo depois de uma invasão. Por meio dele, as seguradoras passam a ser responsáveis pelos prejuízos financeiros gerados por ataques de hackers.


Companhias seguradoras preveem como cobertura dos incidentes desde ataques por ransomware, vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais, até mesmo erros ou omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua responsabilidade e de seus provedores de serviço.


As seguradoras ainda oferecem suporte técnico de especialistas em engenharia de riscos, que ajudam os clientes a compreenderem os riscos cibernéticos, fazerem uma avaliação de suas redes e propor soluções de defesa.


Enfim, um ciberataque pode causar além das perdas de dados, também os de receita, de clientes, oportunidades e custos diretos com paralisação das atividades ou resgate das informações.


Qualquer incidente que não seja contido ou solucionado pode se tornar um problema muito maior com danos significativos. Responder rapidamente a um incidente vai fazer com que a empresa minimize as perdas, mitigue as vulnerabilidades exploradas, restaure serviços e processos e reduza o risco de futuros incidentes.

 

Categorias: Segurança