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6 formas que o Analytics pode otimizar a TI das empresas

Publicado em 21/nov/2018 5:00:00

Avaliar a capacidade da rede e buscar reduções de custos é um dos benefícios.

 

6 formas que o Analytics pode otimizar a TI das empresas

 

Se ouve sempre falar que Analytics ajuda as empresas a preverem jogadas futuras, a criarem tendências de consumo a partir da análise de informações que são armazenadas e analisadas provenientes de clientes.


E porque não seria interessante utilizar essa mesma ferramenta para potencializar as ações internas da TI das empresas? Antecipar falhas, necessidades, novos investimentos, entre outras possibilidades para gerar competitividades dos negócios, que passam a ter melhor planejamento de suas ações.


De acordo com um levantamento, existem mais de 10 milhões de servidores ociosos no mundo todo, gerando um desperdício anual de US$ 30 bilhões com contas de energia elétrica para manter esses sistemas, armazenamento em local físico, manutenção e suporte de hardwares e softwares.


A seguir, listamos algumas formas em que o Analytics pode otimizar a TI corporativa:
1 – Equilíbrio entre capacidade e o uso de recursos: por meio do Analytics e geração de relatórios é possível determinar os padrões de uso da capacidade do sistema em cada momento do ano para organizar o uso dos recursos de computação, armazenamento e rede.


Uma empresa que tem sazonalidade e aumento da necessidade de ampliar a capacidade computacional a partir de fatores externos, pode se programar com maior eficiência e reduzir custos nos investimentos de tecnologias quando o período de uso está em baixa.

 

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2 – Cortar recursos desnecessários: com as ferramentas de Analytics é possível checar a carga de trabalho de cada servidor e realocar recursos de acordo com a capacidade de cada um. Se um servidor atua com dois terços de sua capacidade e outro com um terço, não seria possível juntar todos os dados em apenas uma das plataformas e desabilitar a outra?


3 - Ajustar a migração para a nuvem antes de realizar o investimento: com análise fica mais fácil decidir pela migração dos dados da empresa para a nuvem ou não, dependendo dos custos que serão apresentados, benefícios e riscos da movimentação. Modelos hipotéticos podem ajudar a determinar os verdadeiros custos de execução da carga de trabalho na nuvem.


4 – Manter conformidade: leis municipais, estaduais, federais ou mesmo de outros países que podem implicar na continuidade de cada negócio devem ser monitoradas. Com Analytics é possível analisar todas essas regras que devem reger o negócio para alertar sobre irregularidades e corrigir desvios de conformidade.


5 – Desenvolver um departamento de TI mais ágil: como alertado no início, fazer a previsão de tendências e comportamento do sistema é uma outra possibilidade com Analytics. Sabendo de possíveis falhas que podem surgir a partir de desvios de padrões, a equipe de TI antecipa o problema e lida com a certeza ao invés de correr atrás do prejuízo e ter que encontrar soluções.

 

6 – Ter uma visão mais geral do sistema: reunir dados e informações que serão utilizadas para análises é meio caminho andado para a centralização dos dados e consequentemente aumenta a visão que um gestor possa ter de sua rede. Quais ferramentas impactam em cada aplicativo e como está sendo utilizado, se trabalhando no limite ou sendo menos aproveitado.


Enfim, as empresas precisam começar a profissionalizar o uso de análises e relatórios para aproveitarem os dados que já possuem para descobrirem e explorarem oportunidades de otimização da TI. Investir em ferramentas pode não ser um custo, mas sim um benefício para ganhar mais organização e agilidade.

Categorias: Big Data, Gerenciamento