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6 medidas para ter sucesso em um ambiente de microsserviços

Publicado em 1/mai/2019 5:00:00

Softwares, redes e aplicativos podem ser olhados com mais detalhe fora do bloco monolítico.

6 medidas para ter sucesso em um ambiente de microsserviços

 

No modelo de microsserviços, ao invés de ter todas as funções inseridas em um bloco, como na arquitetura monolítica, a aplicação é transformada em pequenos pedaços, sendo trabalhados de forma autônomas e independentes.


Um software pode ter, por exemplo, um microsserviço destinado apenas ao controle de estoque, outro para banco de dados dos clientes, outro para vendas e outro para receber pedidos. Como eles trabalham de forma independentes e se comunicam através de serviços, quando há necessidade de uma atualização em algum dos itens, não é necessário mexer em toda estrutura do bloco, como acontece com o monolítico.


Com esse modelo, os programadores estão desmontando arquiteturas de sistemas maciços, privilegiando componentes menores e que trabalham em conjunto para resolverem problemas complexos.


A arquitetura de microsserviços define, justamente, o agrupamento desses subsistemas, que são escalados de maneira separada, trazendo inúmeros benefícios para o programador e o especialista que futuramente fará a manutenção desse software.


Entre eles estão a facilidade de manutenção, testes e atualizações mais rápidas, agilidade na implementação e segurança independente. Também por esta autonomia, os microsserviços podem ser substituídos, utilizando tecnologias mais novas, outras ferramentas, novas interfaces, buscando mais eficiência para a operação de um negócio, sem a necessidade de trocar o sistema como um todo.


Para ter sucesso neste ambiente, porém, é preciso cumprir alguns processos, como por exemplo:


1 – Planejamento
Especialistas em programação concordam que o ideal é considerar o microsserviço como uma opção no momento de iniciar um novo software. Porém, para arquiteturas monolíticas já prontas com alto grau de complexidade, a segmentação pode ocorrer aos poucos, seguindo um planejamento para que o sistema como um todo não seja paralisado.


Desacoplar os microsserviços de um bloco monolítico incluiu em primeiro lugar criar um serviço e definir qual será a sua função, seus objetivos e quais bancos de dados devem ser considerados neste subsistema. Na sequência, os dados que serão utilizados neste bloco menor podem ser copiados para uma base privada para os testes serem iniciados.


2 – Ter o DDD (design orientado a domínio)
É a governança do projeto, orientando cada equipe para sua atividade, responsabilidade, prazos e objetivos, delimitando o banco de dados de cada um e como devem executar o serviço.


3 – Não compartilhar banco de dados entre microsserviços
As chances de perda, extravio e edição de um banco de dados que é compartilhado para outra função são muito grandes. Por isso, para respeitar a legitimidade de um dado, o ideal é ter um banco de dados para cada função.

 

4 – Segurança
Ao desenvolver cada microsserviço, é imprescindível listar suas vulnerabilidades e tentar isolar os erros.

 

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5 – Criar aplicativos a partir do zero pode ser uma boa opção
O desmembramento do bloco monolítico pode ser penoso e demorado e, por isso, o ideal seria começar um novo aplicativo para o sistema a partir do zero, sem muitos recortes e complexidade.


6 – Ajuste do dimensionamento exige medir o desempenho de cada serviço
No bloco monolítico, quando a demanda é mais alta, basta incluir novos servidores para que atenda o volume maior de carga de trabalho. No microsserviço é possível investir mais e melhor apenas nos serviços mais defasados e que realmente precisam de melhoria em seus componentes, por isso, o ideal é ter uma medição de cada aplicativo para saber onde a carga deve ser maior.


Enfim, em blocos menores, é possível trabalhar as funções de forma mais especializada, considerando pequenos detalhes que com o bloco monolítico é mais difícil de se encontrar. Planejamento e organização são duas palavras chaves para essa migração ou mesmo para criar microsserviços a partir do zero.

 

Categorias: Transformação Digital