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6 questões sobre CRM e GDPR que seus clientes precisam saber

Publicado em 9/jul/2018 5:00:00

Nova regulamentação da União Europeia afeta qualquer empresa que tenha ao menos um cidadão da região em seu banco de dados.

 

 

6 questões sobre CRM e GDPR que seus clientes precisam saber

 

 

O que o CRM – Customer Relationship Management (ou Gestão de Relacionamento com o Cliente) tem a ver com o GDPR - Regulamento Geral de Proteção de Dados, que entrou em vigor no dia 25 de maio e tem por objetivo proteger a privacidade dos cidadãos da União Europeia diante das empresas de internet? Tudo!


O que muda na vida dos empresários brasileiros? Muita coisa, que aliás, todos que estão conectados precisam saber.


O GDPR é uma lei que introduziu novas normas sobre obrigações, responsabilidades, direitos e restrições sobre o fluxo de dados internacionais. Baliza como os dados pessoais dos residentes da União Europeia devem ser processados, desde a coleta, gravação, armazenamento até a edição.

 

O regulamento foi criado com o intuito de proteger a privacidade e dados pessoais dos residentes da União Europeia, adicionando normas mais rígidas, elevando o nível de segurança e prestação de contas exigidas, especialmente para empresas que manipulam dados desses cidadãos, estando a companhia, ou não, geograficamente localizada no bloco.

 

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Se uma empresa coletar alguma informação de residentes da UE na internet ou tiver relacionamentos com qualquer pessoa que faça negócios por lá, ela deve seguir as normas do GDPR, o que interfere diretamente em negócios de diferentes segmentos, que precisam avaliar suas condutas para se adaptarem às exigências.


É neste momento que se encaixa o CRM, que deverá oferecer suporte à coleta e ao gerenciamento de dados pessoais de maneira segura. GDPR e CRM têm em comum o fato de construírem uma confiança mais profunda com clientes por meio da manipulação profissional dos seus dados pessoais.


Mesmo estando no Brasil, o GDPR também se aplica para as empresas que tenham em seus bancos de dados de clientes ao menos uma pessoa que seja cidadã da União Europeia. Especialistas acreditam que 92% de todas as empresas no mundo se encaixam neste grupo, independente do seu porte.

 

A nova legislação envolve algumas questões que todos os empresários precisam saber e, por isso, precisam estar atentos a alguns pontos:


1. Procurar um advogado é o primeiro passo: saber exatamente do que se trata o GDPR e como pode atingir especificamente o seu negócio. Além disso, juridicamente, quais são as penalidades que podem ser aplicadas em caso de descumprimento de alguma norma.


2. A “não conformidade” ao GDPR é comum: por se tratar de uma norma nova, apesar de muito discutida, ainda não existem ferramentas ou consultorias que conseguem deixar um sistema 100% dentro da nova regra. Por isso, vale fazer o máximo de esforço para chegar o mais próximo da conformidade total, mas sabendo que ainda não é possível.


3. Os formulários de registro dos sites: deverão conter campos específicos para distinguir os cidadãos europeus dos demais. Para os que se encaixam no GDPR é necessário criar campos especiais, garantindo que estes terão tratamento diferenciado no que tange a legislação.


4. Entender que a conformidade é um processo: todas as vezes que a empresas faz uma alteração ou muda de fornecedores de tecnologia, a conformidade pode se aproximar ou se afastar do ideal. O certo é dizer que vale demonstrar esforço, atualizar processos e ferramentas, além de incentivar a equipe a sempre buscar soluções para se alinhar às regras.


5. Catálogo de endereço de e-mail poderá ser o principal problema das empresas: ter salvo o e-mail de um cidadão da União Europeia já significa que está manipulando dados pessoais. A sugestão é que a equipe de TI exija dos usuários que separem quais são os e-mails que considerem pessoais dos que são corporativos. Os corporativos devem ser sincronizados com o CRM e os endereços que fazem parte do GDPR deverão ter atenção diferenciada.

 

6. Por fim, todos os esforços que estão sendo feitos devem ser publicamente declarados em sites, rodapés de e-mails e outros canais corporativos. Porém, a divulgação excessiva pode chamar a atenção de hackers, que podem querer encontrar alguma forma de deixar o sistema em não conformidade.

 

Categorias: Segurança