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7 erros cometidos pelas empresas ao realizarem corte de custos em TI

Publicado em 8/nov/2018 5:00:00

Os reajustes precisam ser muito bem planejados para manter a eficiência do negócio.

 

7 erros cometidos pelas empresas ao realizarem corte de custos em TI

 

Fazer mais com menos é o desafio de qualquer negócio hoje em dia, independente de seu porte e segmento. Aquelas empresas que atuam de forma mais eficiente têm um grande diferencial competitivo no mercado.

 

Porém, quando o assunto é rever os custos e investimentos que a empresa faz e os gestores pedem aos departamentos para que refaçam suas contas e cortem alguma porcentagem de gastos, os departamentos de TI devem ligar seus alertas e questionar.


As empresas dependem hoje da tecnologia para competirem e um corte errado nas ferramentas empregadas pode causar a falência de qualquer negócio. Quando o TI agrega valor à companhia e a ajuda a alcançar suas metas, os cortes em seus investimentos devem ser ao menos questionados.

 

Os cortes de investimentos realizados precisam ser previamente avaliados para que os negócios não corram alguns riscos comuns nessas decisões:

 

1 – Não entender o impacto de cada ativo

Uma ferramenta pouco usada pode ser a pedra angular para a funcionalidade de um sistema inteiro. Por isso, é preciso ter conhecimento de como as tecnologias se relacionam na rede, quais são interdependentes e quais delas atuam de forma independente e que pode sofrer alguma redução.

 

Também é importante rever o contrato de fornecedores, renegociando especialmente aqueles que impactam menos no negócio.


2 – Não categorizar corretamente os tipos de despesas

Despesa operacional ou despesa de capital? Quais delas a diretoria está exigindo a realização de ajustes? Como cada ativo do departamento de TI se divide entre essas duas classes? Primeiro é preciso separar as categorias e analisar qual delas deve e pode sofrer corte.

 

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3 – Ter uma infraestrutura bagunçada

A falta de padrão no departamento de TI apresenta uma armadilha potencial de corte de custos, uma vez que leva a empresa a contratar ferramentas e tecnologias que muitas vezes fazem o trabalho de outra que já estava na rede ou mesmo pagar por licenças de forma duplicada.


4 – Acreditar em soluções mágicas

É certo que mudar as operações para Nuvem, adotar DevOps ou terceirizar algum serviço ajudam a reduzir os custos da empresa, mas em longo prazo. Não existe uma solução mágica para o curto prazo e essa necessidade temporal precisa ser discutida com os gestores.


5 – Deixar de automatizar tarefas rotineiras e repetitivas

Pode ser mais barato contratar um software para realizar determinadas funções da rotina do departamento do que contratar uma pessoa para fazer o mesmo trabalho, mas pagando todos os encargos trabalhistas. Quais são as atividades que podem ser automatizadas e com pouco impacto em caso de erro? Estas são as primeiras a terem a mão-de-obra humana substituída.

 

6 - Tomar decisões isoladas

O corte de alguma ferramenta no departamento de TI pode gerar impactos não intencionais em outros departamentos, por isso, o corte do orçamento deve levar em consideração a opinião de pessoas de outros departamentos. Também vale a pena consultar amigos de trabalho de outras empresas, que podem dar soluções pertinentes e que não estavam sendo vistas pelo público que está envolvido internamente com os cortes de despesas.

 

7 – Deixar de negociar e pedir descontos

Fornecedores e empresas terceirizadas que têm contrato com o departamento de TI devem ser consultadas sobre o abatimento de suas despesas para a continuidade da parceria e quais outros benefícios poderiam oferecer, como por exemplo, ajudar a simplificar tarefas, para que fiquem menos custosas.


O certo é que em tempos de mercados voláteis, incertezas econômicas e políticas, toda empresa que pretende ser competitiva, avalia seus custos de operação centavo por centavo e precisa encontrar soluções plausíveis, justificáveis e que vão manter a continuidade e eficiência do negócio.

Categorias: Redução de Custos