<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
Comstor Americas
  • Partner Portal
  • 14 dicas de marketing para revendas de TI
  • Baixar agora
  • Baixar E-book grátis
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki
  • Partner Portal
  • 14 dicas de marketing para revendas de TI
  • Baixar agora
  • Baixar E-book grátis
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki

7 fatos para entender os conceitos de máquinas virtuais e containers

Publicado em 2/fev/2017 5:00:00

Frequentemente comparados entre si, máquinas virtuais (VMs) e containers geram dúvidas até mesmo entre profissionais de TI.

7 fatos para entender os conceitos de máquinas virtuais e containers

A virtualização trouxe inúmeros benefícios para o mundo dos negócios e hoje é uma tendência definitiva. Cada vez mais, novos recursos estão sendo disponibilizados para atuar nesse contexto e a rapidez com que surgem geram dúvidas até mesmo entre os profissionais de TI.

 

É o que acontece entre o conceito de máquinas virtuais (VMs) e containers. Frequentemente comparados entre si, as duas tecnologias resolvem problemas diferentes de forma semelhante. A popularidade dos containers é crescente e o recurso está entre as principais tendências que despontaram em 2016. Dessa forma, surgem muitas dúvidas na sua utilização. Os containers substituirão VMs? Eles são seguros? Eles fazem a mesma coisa que as VMs fazem? VMs e  containers podem coexistir no mesmo ambiente?

 

Para responder estas e outras dúvidas, acompanhe abaixo alguns pontos sobre o uso das duas tecnologias:

 

1- Virtualização como base

Ambas as tecnologias são métodos de virtualização, mas elas atuam em “camadas” distintas. Uma Máquina Virtual significa que um disco rígido virtual foi criado, com o uso de um software específico, dentro de um ambiente físico. As máquinas virtuais, portanto, operam de forma independente e isto é uma grande vantagem desse modelo: poder usar aplicações e programas sem depender do sistema operacional que tem no disco físico. As VMs permitem criar um ambiente virtual diferente, dentro daquele que já existe, ficando livre para utilizar os programas de que precisa em uma mesma máquina.

 

Outra vantagem do modelo é que não é necessário criar repartições no HD para rodar múltiplos sistemas. O disco rígido físico permanece intacto e, mesmo ao testar, criar e rodar qualquer aplicação no ambiente virtual, os recursos do dispositivo são poupados. Com os novos softwares disponíveis para otimizar esse ambiente, as funcionalidades como a gestão de ambientes de máquinas virtuais permite uma disponibilidade em escala: é possível especificar quanto recurso físico cada ambiente virtual usará e até mesmo aumentar gradualmente em caso de necessidade. Já o container é um sistema operacional virtualizado que divide um sistema operacional em ambientes menores. Vários containers podem ser executados em um único sistema operacional, pois ele é apenas um processo em execução em um kernel (basicamente, o núcleo, parte principal do sistema operacional do computador que tem como função conectar o software ao hardware, garantindo a comunicação eficaz entre os recursos do sistema) compartilhado entre todos os outros containers. Vale lembrar que o conceito de container não é novo, mas o Docker se apresentou como uma solução inovadora, trazendo diversos serviços e novas facilidades que deixaram  esse modelo muito mais atrativo.

 

Dessa forma, a principal diferença entre os dois modelos, que utilizam-se do conceito da virtualização, é que os containers virtualizam o hardware e assim, várias instâncias do sistema operacional podem ser executadas em um mesmo servidor físico. Por sua vez, a VM tem um sistema operacional exclusivo e é gerenciada separadamente.

 

2- Portabilidade

Uma grande vantagem do Container é a possibilidade de criar serviços e códigos independentes, que podem ser movidos sem dificuldade entre máquinas e ambientes diferentes. Eles são portáteis, mais fáceis e rápidos de implantar e, por isso, são cada vez mais usados em  organizações que priorizam a entrega contínua de software, como DevOps, pois oferecem aos desenvolvedores uma condição muito desejável na atualidade: capacidade de desenvolver e inovar rapidamente uma vez que é possível escrever um código flexível, pequeno e compartilhável, perfeitamente adequado a abordagem de microsserviço, na qual o código pode ser implantado de forma modular, em componentes reutilizados e compartilhados.

 

 

Segurança para Virtualização

 

3- Padrões abertos

A possibilidade de serem executados em quase todos os sistemas operacionais existentes, como Linux, Microsoft ou qualquer infraestrutura de Nuvem, oferece outra vantagem aos containers, que são baseados em padrões abertos. Já as VMs não têm a mesma adaptabilidade, uma vez que suas arquiteturas bloqueiam a sua utilização em formatos diferentes do que foram projetados. Isso quer dizer que se as máquinas virtuais forem construídas com a tecnologia de um fornecedor não poderão ser executados em outros hypervisores (camada de software entre o hardware e o sistema operacional) e necessitarão de um processo de conversão para suas aplicações em caso de provedores de Nuvem diferentes, por exemplo.

 

4- Disponibilidade

Se a portabilidade está para os containers, a disponibilidade está para as VMs. As VMs possuem como características serem escalonáveis e de alto desempenho, sendo a tecnologia ideal para a execução de vários aplicativos em vários servidores. Por esses motivos, elas são mais estabelecidas, oferecendo maior segurança e isolamento do que os containers.

 

5- Coexistência

Uma grande dúvida que ronda as equipes de TI é: adotar VMs, containers ou é possível utilizar os dois modelos? Como dito, as tecnologias têm papéis diferentes, mas atuam muito bem juntas, complementando necessidades diferentes das empresas.

 

Os containers vem ganhando mais popularidade para a tarefa de desenvolvimento de aplicativos em Nuvem e, por sua característica de serem mais rápidos. As empresas estão adotando os containers visando agilizar processos internos, melhorar a eficiência de recursos e até mesmo realizar uma mudança para a Nuvem. Com os containers, os aplicativos são desmembrados em microsserviços, trazendo novos recursos para o mercado sem necessidade de uma depuração bastante aprofundada de código. Por esse motivo, os containers podem ser implantados sobre VMs. Por exemplo, promover uma ampla disponibilidade das máquinas, usando os dois métodos é uma alternativa bastante eficaz. Basta criar containers dentro da sua Máquina Virtual. Assim, além de disponibilidade, também será ampliada a gerência dos recursos potencializando os resultados sem recorrer a novos investimentos.

 

6- Segurança

Quando o assunto é segurança, a adoção dos containers ainda causa preocupação. O Container é um pouco menos robusto que a Máquina Virtual. Isso quer dizer que as VMs oferecem mais proteção ao usuário. Outras preocupações são com a perda de dados, desempenho e armazenamento dos containers. Em vista disso, os principais players do mercado estão justamente trabalhando em ferramentas que possam trazer maior conhecimento e soluções em relação a essas  vulnerabilidades.

 

A segurança é uma preocupação, assim como a perda de dados, desempenho, armazenamento e gerenciamento. Os principais players da área de containers estão ouvindo e respondendo a preocupações de segurança, adicionando ferramentas de verificação que verificam vulnerabilidades conhecidas.

 

7- Diferencial competitivo

É praticamente improvável que containers substituam máquinas virtuais. O que acontece é que, pelas características e usos, o container permite às organizações uma maior competitividade, pois oferece mais facilidades em relação à mudanças: são portáteis e podem acelerar o desenvolvimento de aplicativos. Mais uma vez: as tecnologias não são concorrentes e podem muito bem ser complementares. Uma vez que as VMs virtualizam o hardware, aumentando potencial de utilização, os containers permitem a portabilidade de aplicativos. Juntando o melhor de cada um, as organizações podem se tornar bastante ágeis para concluir diferentes trabalhos.

 

Fontes:

http://blog.shi.com/2016/12/07/6-facts-will-clear-confusion-containers-virtual-machines/#.WGqZZfArKUk

http://techfree.com.br/2015/11/container-vs-maquina-virtual/

http://www.uolhost.uol.com.br/academia/noticias/tecnologia/2017/01/05/maquina-virtual-vm-x-containers-diferencas-e-semelhancas.html#rmcl

http://www.ibm.com/developerworks/br/cloud/library/cl-3-ways-to-deliver-cloud-applications-bluemix-trs/

https://www.tecmundo.com.br/macos/1636-o-que-e-kernel-.htm

http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/OqueohypervisorouVMM(VirtualMachineMonit.html

  

Categorias: Cloud Computing, Profissionais, Carreira em TI, Machine Learning