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8 tendências que impactarão o varejo até 2025

Publicado em 14/mai/2018 5:00:00

Em oito anos, a experiência de compra estará em outro patamar, com uma participação ainda maior da tecnologia nos resultados e sobrevivência das empresas.

 

 8 tendências que impactarão o varejo até 2025

 

 

Uma palavra pode resumir as principais tendências do varejo para os próximos oito anos: tecnologia. São várias as possibilidades - de internet das coisas à realidade aumentada - que vão impactar não só a forma como os clientes consomem, com uma experiência mais customizada, mas principalmente a maneira como as empresas oferecem os seus produtos.

De acordo com pesquisas do setor, atualmente, apesar de a loja virtual ser uma extensão da física há uma distinção que deve desaparecer, tornando o canal on-line um player para transações e o ambiente presencial um local sem grandes evoluções, com redução no tamanho do ambiente e na quantidade, mas diferente em seu funcionamento, sendo uma espécie de vitrine para os consumidores.

Para se manter relevante diante das possibilidades de compras convenientes via dispositivo móvel, os comerciantes precisam se manter atentos às alterações do mercado e pensar em como deverão se estruturar para acompanhar as evoluções.

Ainda de acordo com especialistas que acompanham este mercado de perto, a Internet das coisas (IoT) estará ainda mais próxima dos consumidores, mais propriamente em suas cozinhas. De acordo com a previsão, a despensa se “tornará” ativa ao encomendar os itens necessários para a reposição do estoque familiar.

A mesma IoT trará ao empreendedor ferramentas mais adequadas para a gestão do estoque, a partir de um fluxo de informações constantes e aperfeiçoado, além de dispor ao alcance do varejista elementos para que as operações das empresas sejam eficientes, com uma cadeia de abastecimento, logística e gestão da frota mais inteligentes.

O blockchain é outra tecnologia já existente que fará parte da evolução do setor varejista. Como é um sistema que dispensa intermediários nas transações, poderá ser utilizado para simplificar os processos, o relacionamento com o cliente e dar agilidade ao ato da compra. Também é uma forma de diminuir a falsificação dos produtos, com a disponibilidade de informações dos produtos nas redes compartilhadas. Mesmo motivo que facilitará a rastreabilidade na cadeia de alimentos.

Os smartphones também são protagonistas na história da evolução do varejo, dando aos consumidores cada vez mais possibilidades de obter experiências de compras personalizadas, agindo como ferramenta de comparação, recomendação e pagamento. As empresas já trabalham para otimizar sites e aplicativos, para que ofereçam aos clientes mais usabilidade e diminua o número de carrinhos abandonados.

 

 

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No futuro, os lojistas deverão entregar informações direcionadas aos interesses dos clientes, com o objetivo de aumentar a conversão e tornar o consumidor mais engajado, o que ele poderá potencializar com programas de fidelidade e recompensa, onde o dispositivo móvel, de novo, será fundamental.

Outra possibilidade que deve ser aproveitada são os aplicativos que promovem a outro patamar a experiência do consumidor com o provador, afinal ele não será assim tão necessário no futuro. Com os wearables e a realidade aumentada até o consumidor mais agitado, sem tempo ou paciência para experimentar uma peça de roupa, por exemplo, provavelmente vai mudar de opinião sobre a experiência, já que ela será rápida e virtual.

A conveniência, aliás, será fundamental no futuro, já que ela será parte da experiência de compra. Em 2025, os consumidores estarão ainda mais ansiosos por comodidade e inovação no ambiente de compra.

Já o raciocínio sobre a cadeia de abastecimento deverá ser feito para oferecer aos clientes menor preço, agilidade, flexibilidade e outros fatores. Concorrentes, inclusive, podem trabalhar em conjunto para alcançar os resultados esperados. Assim nenhum veículo circularia com espaço subaproveitado, o que diminuiria sensivelmente os custos na operação logística e na ponta, junto ao cliente. Essa é a opinião de 46% das transportadoras e 81% dos operadores de serviços logísticos.

Com o passar dos anos e o crescimento da intimidade dos consumidores com a internet, será possível ter acesso a mais dados dos clientes e assim ofertar mais personalização e facilidade para o público-alvo, fundamental na briga por engajamento e fidelidade.

Atualmente, a concorrência está a um clique de distância. Potencializar e ampliar o uso das lojas físicas e ainda dar mais possibilidades online faz parte do caminho de quem quer se manter competitivo por mais tempo. É tempo de inovar.

 

Categorias: Varejo, Internet das Coisas