<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
Comstor Americas
  • Cibersegurança para pequenas empresas
  • Baixar E-book
  • Westcon-Comstor lança o BlueSky Solutions Marketplace
  • Partner Portal
  • Baixar agora
  • Cibersegurança para pequenas empresas
  • Baixar E-book
  • Acesse agora
  • Partner Portal
  • Baixar agora

A importância da cibersegurança em Manufaturas

Publicado em 14/mar/2018 5:00:00

Acompanhe os resultados do relatório Cisco para a vertical de Manufatura e descubra como sua revenda de TI pode contribuir para o crescimento de clientes deste setor.

 

A importância da cibersegurança em Manufaturas

O setor de Manufatura tem se destacado como um dos que a TI tem mais impactado, modificando sistemas de produção, atendimento e modelos de negócios. A adoção de novas tecnologias, no entanto, mostra diferentes desafios a serem superados, principalmente em relação à segurança.

 

Segundo dados apresentados no Relatório Cibersegurança do meio do ano feito pela Cisco 80% das fábricas existem há mais de 20 anos. Este período de tempo é muito longo, quando consideramos as diversas mudanças no cenário da Tecnologia da Informação, que evolui rapidamente. Muitas das vulnerabilidades de sistemas ainda estão sendo descobertas e novos riscos sendo identificados à medida que dispositivos voltados para a conectividade são adotados.

 

Identificar as vulnerabilidades e as necessidades tecnológicas é essencial para a produtividade do setor de Manufatura. Falhas de sistemas e impossibilidades em atender às carências dos clientes desse setor significam indisponibilidade e atrasos na produção, retardo dos projetos e a redução da automação, sobrecarregando os profissionais.

 

Em indústrias, indisponibilidade implica em custos mais altos e desperdícios de recursos, impactando negativamente, inclusive, a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, comprometendo equipamentos e colaboradores.

 

Os desafios do setor de manufatura

 

Por ser um setor em que o maquinário é antigo, com fábricas que existem há muito tempo, um dos primeiro desafios enfrentados pelo setor é o de atualizar sistemas e equipamentos. Em tempos de Transformação Digital e Indústria 4.0, essa atualização significa adotar processos digitais e soluções voltadas para a automação.

 

Como resultado da transformação interna, as vulnerabilidades de sistema se tornam mais visíveis, permitindo que os profissionais de segurança de manufatura atuem de maneira mais direta na proteção contra intrusões e ataques, integrando, principalmente, tecnologias e sistemas IIoT (Internet Industrial das Coisas).

 

As mudanças passam, ainda, a exigir melhor planejamento e controle de processos tecnológicos, resguardando não apenas a segurança de dados e informação, mas o consumo de recursos das indústrias e contra possíveis falhas.

 

O maior erro cometido, aqui, é o não estabelecimento de estratégias de segurança, de práticas padronizadas e de políticas de acesso e segurança, como o ISO 27001 ou NIST 800-53, por exemplo. Esta é a realidade de 40% dos profissionais de segurança de manufaturas que participaram da pesquisa desenvolvida pela Cisco.

 

Políticas bem estabelecidas e registradas, processos de transição gradual para a substituição de equipamentos e introdução de soluções de segurança e foco em áreas críticas podem ser de grande auxílio no momento de superar esses desafios.

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

Mas, o maior desafio apresentado pelas Manufaturas é a redução das complexidades das soluções de segurança, que impedem a plena integração e atualização de sistemas. A pesquisa aponta para um total de 46% de profissionais que utilizam seis ou mais fornecedores de segurança e outros 20% adotam soluções de ao menos 10 fornecedores. Em relação a produtos, vemos 63% dos entrevistados utilizando seis ou mais produtos e 3% utilizando mais de dez.

 

Esta multiplicidade de soluções e produtos aumenta as dificuldades de análise e controle para os especialistas em segurança, impedindo que o foco seja restrito às ameaças. Assim, eliminar complexidades corresponde a aumentar a segurança e tornar a proteção de infraestruturas de rede mais eficiente.

 

Combinando a experiência de equipes de TI e OT

 

Proteger ativos de chão de fábrica, um dos elementos mais importantes da cibersegurança no setor de manufaturas, depende da assistência de profissionais familiarizados com os sistemas de fabricação. Muitas vezes esses especialistas trabalham na empresa por anos e, quando saem, faltam pessoas para substituí-los.

 

De acordo com a pesquisa Cisco, 60% das organizações possuem menos de 30 funcionários dedicados à segurança. Além disso, 25% dos entrevistados dizem não adotar processos e tecnologias mais avançados de segurança por falta de pessoal treinado.

 

Aliar os conhecimentos das equipes de Tecnologia da Informação (TI) e de Tecnologia Operacional (TO), assim, é essencial, garantindo maior controle dos dados críticos e de seus fluxos, promovendo segurança desde o chão de fábrica até a administração. Um bom relacionamento e comunicação entre essas equipes é imprescindível, uma vez que downtimes de manutenção, causados por uma delas pode afetar os projetos da outra.

 

Combinar as experiências dessas duas equipes permite, então, ampliar a compreensão das ameaças de segurança, tornando as práticas de gerenciamento tecnológico mais eficientes e a inserção de novas tecnologias, como IoT e BYOD, mais produtiva.

 

Evitar violações aumenta a competitividade

 

A necessidade de atualizar sistemas e equipamentos no setor de Manufaturas vai muito além de questões de proteção de dados. Ela se reflete diretamente na capacidade da indústria em se manter competitiva no mercado. Isso porque as atualizações garantem a redução dos riscos de interrupção de processos decorrentes de falhas em equipamentos, de desperdício de recursos e aumento da capacidade produtiva e, consequentemente, de atendimento de demandas.

 

Além disso, garantir a segurança e reduzir os diversos riscos e vulnerabilidades afeta a reputação que a empresa tem entre os consumidores, reduzindo a perda de clientes. Em casos em que as violações de segurança se tornam públicas, como visto com os diferentes ciberataques do ano de 2017, a imagem negativa da empresa cresce. A pesquisa da Cisco aponta para um total de 40% entre manufaturas que enfrentaram reavaliação após violações de dados, sendo que 28% afirmaram ter perdido receita.

 

 

Garantir a segurança de clientes na vertical de manufatura e atualizar os sistemas existentes é, assim, missão principal para revendas de TI que atendem a este setor. Possibilitar o máximo de produtividade e proteção para esses clientes pode abrir diversas portas e promover o crescimento tanto das revendas quanto das indústrias.

 

 

Categorias: Segurança, Manufatura