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A TI de seus clientes está pronta para competir na era da Transformação Digital?

Publicado em 6/nov/2018 5:00:00

Mudanças no Data Center e substituição de tecnologias obsoletas são fundamentais.

 

A TI de seus clientes está pronta para competir na era da Transformação Digital?

 

Marc Prensky é um estudioso e consultor em educação que em 2001 criou o termo ‘nativo digital’, que define as pessoas já nascidas na era em que a tecnologia parece estar dominando tudo e que transitam facilmente entre as tecnologias, que são fluentes na web e tem facilidade para se adaptar a novas mudanças tecnológicas.


Fazendo um paralelo a esse termo, existem empresas que estão nascendo a cada dia em um ambiente de Transformação Digital e que, com certeza, já começam suas atividades com as tecnologias básicas estruturadas.


Além disso, usam as experiências das empresas com anos de mercado como benchmark, criando um serviço online que ofereça uma alternativa de serviço mais atraente, mais simplificada e mais fácil de ser adquirida pela nova geração.


E as empresas com 15, 20 anos de mercado? Elas serão capazes de concorrer com essas empresas nativas digitalmente? Quais as adaptações que precisam ser feitas? Quais as vantagens que as mais velhas têm sobre as mais novas, além da experiência de gestão? Será que a sua TI está preparada para competir na era digital?


Uma das soluções é a transformação da TI existente de forma obrigatória para a sobrevivência no mercado. Não é mais possível fazer previsões de orçamentos, de estoque e pedidos utilizando somente planilhas de Excel ou estudos de mercado.

 

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A empresa que quer competir, independente de seu tamanho, precisa ter ferramentas de automação e robôs que trabalhem a seu favor, uma vez que dados e análises têm um papel fundamental na inovação, assim como devem alterar suas tecnologias para terem processadores escaláveis para suportar a nova quantidade de dados que serão recolhidos, armazenados e trabalhados.
Valores clássicos de qualquer negócio como peso da marca, operações mais enxutas e produção mais rápida ainda podem ser considerados fatores de competitividade, mas tem menor peso hoje na decisão dos clientes do que há 20 anos.


Esses valores hoje podem ser totalmente trabalhados em algum grau pela Inteligência Artificial e as empresas começam a se nivelar, sendo outros agora os diferenciais de competição.


Mudar para competir

CEOs de todo o mundo já entenderam que as empresas devem inovar constantemente para se manter no mercado. Porém, essa inovação só é possível se houver mudanças na TI.


Por isso, as prioridades estão mudando nos negócios, que passaram a investir pesadamente na melhoria da experiência do cliente para aumentar seu engajamento com a marca, além de criar novos modelos de negócios para que possam desenvolver alguma forma de lucrar no setor digital. Esses são dois pontos principais levantados por uma pesquisa do IDC.


Em questões de infraestrutura de TI, porém, são necessários investimentos na consolidação de um Data Center, preferencialmente baseado em Nuvem por questões de mobilidade, custo, eficiência e flexibilidade.


Além disso, tecnologias obsoletas devem ser removidas e substituídas por outras mais novas que vão colaborar para aumentar a conversa com o mercado e com outras plataformas tecnológicas de e-commerce, de CRM, de gestão de redes sociais, de marketing e logística.


As necessidades de transformações estão acelerando cada vez mais. Pesquisa do IDC mostra que em 2016, os executivos de TI viam que 27% de seus negócios dependiam de tecnologia e esperavam que aumentassem para 33% até 2019. Porém, essa visão mudou depois de 2 anos.


Hoje, os executivos acreditam que 30% do total dos negócios dependem do digital e que essa relação deve aumentar para 40% até 2020. Demonstrando que as necessidades de mudanças estão sendo exigidas com mais velocidade.

Categorias: Transformação Digital