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Ambiente de trabalho da próxima geração: como garantir segurança da informação?

Publicado em 1/nov/2018 5:00:00

Geração Z já representa 15% dos profissionais que atuam hoje no mercado. Por isso, as empresas precisam se transformar.

 

Ambiente de trabalho da próxima geração: como garantir segurança da informação?

 

Estamos vivendo um momento em que 4 gerações estão trabalhando juntas no mercado de trabalho. Na questão de faixa etária, de um lado estão os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964 prestes a se aposentarem e, de outro, a geração Z, os nascidos no final da década de 1990 e que começam a chegar no mercado de trabalho agora.


Entre eles estão os representantes da geração X, nascidos entre 1960 e 1980 e os Y, entre 1981 e meados de 1990.


Pensando neste contexto, o ambiente de trabalho, a gestão de pessoas e muitas outras características de empresas tradicionais, precisarão passar por uma transformação.


Na questão tecnológica, por exemplo, os baby boomers podem ter uma dificuldade maior para se adaptarem às novas ferramentas, em oposição à extrema facilidade dos profissionais Y e Z, praticamente nativos digitais.

 

De acordo com levantamentos recentes, 15% dos profissionais que atuam hoje no mercado têm menos do que 25 anos de idade, sendo que até 2020, eles representarão 20%.


Perfil da nova geração

Níveis hierárquicos não fazem sentido para a nova geração, que tem muita vontade de aprender, mas também de participar das decisões da empresa. Com a evolução da internet, da conectividade e dos smartphones, dando acesso fácil às informações, os jovens se sentem empoderados e querem opinar.


Sendo assim, o ambiente de trabalho precisa ser colaborativo, democrático e aberto, da mesma forma que precisa estimular todas as idades a se engajarem nos projetos propostos, metas e propósito da empresa.


Um local de trabalho preparado para receber a próxima geração quando bem sucedido, aumenta a cultura da empresa.

 

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Mudanças organizacionais

As empresas que se preparam para a continuidade e que receberão os mais jovens a partir de agora precisam estar preparadas para suportar em suas redes tanto o BYOD, quanto o BYOW – em que dispositivos vestíveis passam a se conectar também na rede corporativa.


Além disso, tecnologias como Machine Learning, chatbots e plataformas sociais precisam ser integradas com sucesso nos sistemas já existentes. Empresas que já começaram a implementar mudanças nessa questão, afirmam que, ouvindo a opinião dos jovens, os treinamentos já passaram a ser realizados por plataformas digitais e a comunicação – a famosa intranet -, agora migrou para o celular.


O engajamento é fundamental

De nada vai adiantar, porém, todos os esforços e investimentos de uma empresa em transformações e adequações tecnológicas se não houver engajamento de toda a equipe, sejam mais novos ou mais velhos.

 

A equipe precisa estar familiarizada com as ferramentas de produtividade para saberem usar em sua totalidade, com todos os benefícios nela empregada. As palavras integração e convergência passam a ser essenciais nesta fase ou o projeto de adaptação da nova geração está fadada ao fracasso.


Segurança da informação é um grande desafio

Nessas mudanças todas, a segurança da informação é um dos pontos que precisa de atenção, já que mobilidade e flexibilidade são novas obrigatoriedades no mercado de trabalho.


Funcionários digitais não têm um local físico determinado, sendo que podem trabalhar de qualquer parte do mundo, em diferentes unidades da empresa ou mesmo de casa, que se integram ao sistema por meio da Nuvem e outras tecnologias que permitem a mobilidade.


Ferramentas de colaboração como plataformas que permitem a formação de times de conhecimentos diversos e departamentos diferentes para criarem juntos um projeto, aplicativos de chat, redes sociais corporativas e videoconferências são ferramentas que permitem que o colaborador trabalhe conectado o tempo todo com colegas de trabalho e clientes de maneira simples e flexível.


Para permitir este escritório ‘sem fronteiras’, as empresas devem ter uma política interna de segurança reforçada, que garanta a proteção tanto da identidade dos usuários, quanto dos dados que estão na rede corporativa.
Além das inúmeras ferramentas de segurança, criando camadas de proteção ao sistema, o treinamento da equipe é fundamental para diminuir ataques por phishing e outros tipos de ransomware.

Categorias: Transformação Digital