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Arquitetura definida por Software: o que considerar?

Publicado em 2/mai/2016 5:00:00

O conceito é novo e as empresas precisam entender suas bases antes de cobrar resultados.

Arquitetura definida por Software: o que considerar? 

A Arquitetura definida por Software (Software-defined Architecture – SDA) segue o mesmo caminho da Rede (SDN) e do Armazenamento (SDS) definido por Software introduzidos pela Computação em Nuvem. Em todos esses casos, o que acontece é a evolução da ideia de virtualização, porém, com a Arquitetura é possível encapsular um hardware, envolvido por um software, de modo que as aplicações possam ser usadas em outras máquinas, sem estarem bloqueadas em determinados hardware particulares.

 

As tecnologias definidos por software permitem que as organizações usem um modelo mais genérico de Interface de Programação de Aplicativos – APIs, que oferecem encapsulamento, possibilitando mudar um hardware ou combinar hardware de diferentes tipos, sem afetar aplicações relacionadas.

 

O conceito é relativamente novo no mercado e empresas que adotaram a nova tecnologia ainda não têm um consenso sobre o que a SDA realmente significa e como pode ser útil no dia a dia dos negócios.

 

Grande parte do interesse em SDA vem de Data Centers que desejam fornecer serviços semelhantes aos provedores de Nuvens Públicas, mas simplesmente a implantação de alguns servidores virtualizados não cria uma SDA. Em vez de se concentrar em como uma Arquitetura definida por Software é implementada, é preciso prestar atenção aos problemas que a arquitetura pode solucionar e os resultados que ela oferece.

 

Os objetivos dessa tecnologia são proporcionar o uso eficiente dos recursos tecnológicos, agilizar o provisionamento e alocação de recursos acelerando a prestação de serviços, e proporcionar redução de custos operacionais com automatização. A empresa que estiver conseguindo esses resultados está no caminho certo para a utilização da SDA.

 

Para a consultoria Gartner, existem oito princípios que as empresas devem seguir até a SDA em um mundo de aplicação na idade dos negócios digitais, que é especialmente influenciado pela Internet das Coisas, mobilidade, Computação em Nuvem, engajamento social e alto volume de produção de dados e informações nas redes, absorvidos e lidos pelo Big Data:

1- Construir sobre Arquitetura Orientada a Serviços – SOA

Esse primeiro passo permite que haja um plano de serviços modulares, distribuíveis, detectáveis, compartilháveis e substituíveis, tornando o sistema flexível para ser trabalhado com mais agilidade.

 

2- Adotar aplicação SDA

Estabelece um portão de entrada multifuncional para a virtualização e controle de serviços de aplicação.

 

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3- Proteção dos dados

Fornece controle direto ao acesso dos dados a partir de autorizção a um pequeno número de administradores.

 

4- Nuvem e Mobilidade

Todos os serviços na escala de Nuvem e todas as experiências de usuários em um estilo de vida móvel.


5- Implementar a separação de interesses

Separar os serviços por função, cadência, conteúdo semântico, escopo e mais.

 

6- Uso orientado de eventos de arquitetura

Implementar processos de eventos para dar suporte em tempo real às operações e dispositivos.

 

7- Injetar sensibilidade ao contexto

Procurar contexto para dar suporte às operações.

8- Construir e controlar um ecossistema de serviço

Controlar seu ecossistema de recursos, usá-lo e deixar que seja usado de forma segura.

 

A questão é organizar o sistema e usar cada função de forma completa para agilizar os processos da empresa, especialmente às que estejam virtualizando suas redes e adaptando seus servidores à Nuvem. Sendo um negócio digital, tudo funciona através de meios digitais, a partir de interações com clientes e parceiros para o planejamento, fabricação, otimização de negócios entre outras funções.

  

Fontes:

http://www.networkcomputing.com/data-centers/software-defined-architecture-what-consider/284852187

http://www.infoq.com/br/news/2014/07/sda 

Categorias: Infraestrutura de TI, Arquitetura Definida por Software