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BYOD: 4 principais desafios para as empresas

Segurança e suporte técnico sempre preocuparam as equipes de TI. Mas em BYOD, outros pontos também devem ser considerados.

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A BYOD é uma tendência que cresce exponencialmente no mundo todo. Mas como toda nova tecnologia que chega ao mercado e passa a ser introduzida no ambiente corporativo, traz consigo alguns desafios. Líderes de TI ao redor do mundo citaram dois dos principais desafios na introdução da BYOD nas empresas: a garantia de segurança e privacidade da rede, e o suporte de TI para múltiplas plataformas Mobile. Mas existem alguns outros pontos importantes a serem discutidos.

Providenciar suporte para múltiplos dispositivos e sistemas de operação

No passado, o departamento de TI determinava a lista de dispositivos pré-aprovados para o local de trabalho, desde o desktop, o notebook e até mesmo celulares. A partir disso, os colaboradores escolhiam qual deles completava melhor suas necessidades. Tirando os diretores com cargos mais altos, a maioria dos colaboradores tinha uma lista de dispositivos pré-aprovados para escolher. Com as mudanças promovidas pela BYOD, os departamentos de TI tiveram que mudar a estratégia de uso de dispositivos. Por exemplo, como as fabricantes desenvolvem novos dispositivos rapidamente, não é realista aprovar o aparelho de cada marca e seu sistema operacional.

O departamento de TI pode até investir na formação de seus técnicos para trabalharem com todos os dispositivos, sistemas operacionais e aplicativos já existentes, mas isso não seria prático, pois o custo com hardwares e treinamentos seria mais alto. É por isso que a maioria das organizações costuma estabelecer quais tipos de dispositivos poderão acessar a rede. Nos Estados Unidos, por exemplo, 48% dos departamentos de TI conseguem oferecer um suporte de qualidade apenas para dispositivos pré-selecionados. Algumas companhias acabam excluindo totalmente uma categoria ou marca por causa de seus fatores inaceitáveis de segurança. Os números vêm mudando nos últimos anos, devido ao fato de algumas empresas estarem aderindo à BYOD. Exemplo disso é que 36% dos departamentos de TI indicam que conseguem oferecer suporte completo para os dispositivos pessoais de seus colaboradores e apenas 5% dos departamentos de TI proíbem o uso de dispositivos no ambiente empresarial. Isso mostra que as equipes de TI devem iniciar um projeto de suporte para as plataformas Mobile e estarem preparadas para essa tendência.

Garantir a segurança do acesso à rede

Quando um colaborador tem dois, três, ou quatro aparelhos conectados à rede simultaneamente, manter o acesso seguro é de extrema importância. O departamento de TI precisa estabelecer uma lista com os requisitos mínimos de segurança que qualquer dispositivo precisa ter para usar a rede corporativa, incluindo: segurança do Wi-Fi, acesso VPN e talvez softwares add-on que protejam contra malwares. Há também a possibilidade do acesso seguro da rede por meio de impressões digitais.

De qualquer forma, a introdução do BYOD requer uma política de segurança bem definida. A auditoria de aparelhos pessoais como se fossem dispositivos corporativos é uma opção. O colaborador concorda com a utilização de um software de gestão para seus dispositivos móveis e serviços, e adere à sistemas operacionais específicos, como iOS ou Android, além de ser proibido de usar 'jailbreak' em smartphones da Apple para desativar a segurança. É como se fosse um registro da empresa, pois ela terá o direito de monitorar o dispositivo de forma consciente, sem gerar nenhum tipo de incomodo.

Outra forma interessante de introduzir o BYOD e garantir a segurança do programa é contratando uma solução para que os colaboradores utilizem o “modo pessoal” nos aparelhos corporativos. Através de softwares que separam as atividades pessoais das corporativas, as empresas conseguem oferecer acesso às tarefas pessoais do colaborador.

Proteger os dados da empresa

Este é provavelmente o maior desafio de qualquer programa BYOD: garantir a segurança dos dados corporativos. Tradicionalmente, os departamentos de TI podem monitorar e controlar seus ativos corporativos (um exemplo é o notebook cedido pela própria empresa), o que impõe uma política de uso mais rigorosa para os dispositivos. No entanto, como aplicar a política de uso quando o aparelho é do colaborador? Além disso, a base na nuvem para compartilhamento e armazenamento é conveniente para as informações pessoais de alguém, mas é uma fonte potencial de transferência de propriedade intelectual e informações confidenciais da empresa.

O acesso restrito dos colaboradores à determinadas informações e arquivos pode ser uma possível solução, pois limitando o número de pessoas que acessam essas informações torna-se mais fácil a proteção dos dados da empresa.

Encontrar o equilíbrio entre a Segurança e a Produtividade

Há quatro ou cinco anos o uso dos dispositivos móveis era bastante restrito e basicamente apenas os cargos mais altos podiam utilizá-los. Os dispositivos eram usados com foco em acessar aplicações básicas como e-mail. Atualmente, os smartphones e tablets estão sendo utilizados por diversos colaboradores, sejam diretores ou não. Os usuários que fazem parte da BYOD verificam e-mails na cama antes de levantar ou de dormir. Eles desejam esse tipo de acesso e acabam trabalhando mais.

Um dos principais motivos que impulsionam o BYOD é que os colaboradores querem tirar vantagem das ferramentas de produtividade com que já estão familiarizados e usá-las com os clientes, seja no local de trabalho ou fora dele. É óbvio que as empresas querem se beneficiar do aumento na produtividade, mas também precisam encontrar um equilíbrio entre segurança e as políticas corporativas para o controle de dados.

Se as medidas de segurança são muito exigentes, isso pode acabar com qualquer ganho de produtividade que o colaborador possa vir a ter. Por exemplo, pegue algum dos aplicativos de produtividade mais comuns, como Evernote e Dropbox. Essas são ferramentas ótimas para os consumidores administrarem suas informações, mas apresentam um ponto de vazão para os dados sigilosos da empresa. Agora vem a pergunta: como coordenar o uso de ferramentas e dispositivos familiares aos funcionários e proporcionar segurança em paralelo? Esse também é um grande desafio.

BYOD, Bring Your Own Device

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