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As tendências em tecnologia na Educação (parte 4)

Publicado em 18/mar/2014 7:00:00

Entenda como a tecnologia afeta o formato de avaliações e provas aplicadas nas instituições de ensino.

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A postagem de hoje revela mais uma tendência da educação: a evolução das avaliações educacionais com base nas novas tecnologias.

É evidente que provas avaliatórias possuem um papel importante no processo de aprendizado, para identificar possíveis falhas e dificuldades que o estudante esteja encontrando. No entanto, em muitos casos, as avaliações feitas em escolas e universidades servem apenas para responder às necessidades do sistema educacional, deixando de lado o fornecimento de informações para os alunos que buscam melhorar sua própria performance de aprendizado.

Em algumas instituições, uma abordagem mais sofisticada em relação às avaliações já está sendo desenvolvida. Elas estão dando mais ênfase a uma avaliação formativa com base em competências. Isso significa que os alunos estão passando por um processo de avaliação bidirecional, no qual professor e aluno aprimoram, regulam e orientam a forma como aprendem o conteúdo. É o chamado feedback de aprendizagem. Esse processo pode ajudar os estudantes a reconhecerem seus próprios modelos de aprendizagem e a tecnologia tem um papel crucial nesse contato e compartilhamento de feedback entre professor e aluno.

Esse formato é capaz de melhorar a habilidade de localizar as realizações e as falhas que precisam ser corrigidas, com mais confiabilidade, precisão e freqüência. Ele possibilita também que estudantes possam controlar mais o que é avaliado, quando essa avaliação acontece e como os resultados delas são utilizados. Um exemplo interessante é da estudante colegial norte-americana Sierra Goldstein, que abandonou o colegial tradicional para se matricular em uma instituição baseada em um novo formato de ensino, que busca individualizar o aprendizado e torná-lo mais acessível e móvel. Para Sierra, o método clássico de transmissão de conhecimento e avaliação educacional era lento e muitas vezes não conseguia trazer resultados positivos para os estudantes do século XXI.

Monika Hardy, uma das professoras do instituto Be You Innovation Lab, a escola em que Sierra se matriculou, explica melhor o conceito: “A questão aqui não é como melhorar o ensino de matemática para crianças, mas questionar se elas realmente precisam aprender matemática a partir de um certo momento de suas vidas”. A ideia é utilizar os dispositivos móveis e seus aplicativos para conectar os alunos com pessoas que já estudam assuntos de mesmo interesse. A busca pela individualidade, senso crítico e personalização do ensino são algumas das características que representam esse novo modelo disruptivo de ensino e avaliação educacional.
Essa mudança do paradigma educacional se deve, em grande parte, ao fato de que as novas gerações já nasceram conectadas a dispositivos móveis e à Internet. Essas gerações conectadas exigem um método de ensino muito mais dinâmico e interativo do que o método tradicional. Da mesma forma, o método de avaliação deve ser renovado, através da utilização da tecnologia e da Internet para criar portfólios de trabalhos online dos estudantes, trabalhos que podem ser editados em conjunto, o que possibilitaria uma consciência muito maior de trabalho em grupo, testes online com feedback imediato dos professores.

5 grandes tendências em tecnologia da Educação

Esses modelos mais livres permitem que uma escola primária deixe suas crianças definirem seus próprios objetivos de estudo e criem projetos significativos tanto para elas quanto para a sociedade. A partir dessa construção diferenciada, os resultados desse formato de avaliação e ensino oferecem ideias valiosas para o processo avaliatório. Essas novas ferramentas também permitem que escolas, professores, mentores e estudantes possam ver os relatórios de avaliação de várias maneiras, fornecendo informações úteis sobre as realizações e as necessidades dos estudantes.

Um outro exemplo que pode ilustrar esse cenário é o projeto de avaliação feito em escolas secundárias na Dinamarca. O projeto possibilita o acesso à Internet durante os exames, o que logo pode parecer estranho. No entanto, as provas nessas escolas deixam de ser apenas um instrumento de medição de capacidade de recordar o conteúdo apreendido, e se tornam uma oportunidade de avaliar as habilidades associadas à busca, análise e sintetização de informações que respondam os problemas do mundo real.

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As tendências em tecnologia na Educação (parte 3) 

Fonte: http://www.cisco.com/web/strategy/docs/education/CiscoEdBestPracticesWhitePaper-D2_V1.pdf

http://www.fastcompany.com/3007660/mobilizing/drop-out-sierra-goldstein-using-mobile-hack-her-own-education 

Categorias: Tecnologia na Educação