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Big Data cria novos desafios para a segurança da informação

Publicado em 23/jun/2014 7:00:00

Ameaça à privacidade e falta de profissionais capacitados são os principais obstáculos.

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Toda a sociedade deixa rastros digitais públicos nas redes sociais ou particulares nas relações entre pessoas e empresas. Estima-se que sejam gerados 2,5 quintilhões de bytes todos os dias na internet. Com o mundo se aproximando de 15 bilhões de dispositivos conectados, o volume de dados gerados por eles segue em crescimento ininterrupto.


Este é o Big Data: é poder olhar para todos esses dados e gerar visões de oportunidades de negócios ou mesmo antecipar riscos para uma infinidade de empresas de diferentes setores, consumidores, entidades e órgãos públicos.


As aplicações baseadas em análise de Big Data, que ganharam destaque em 2013, devem amadurecer em 2014. A oportunidade está em fazer com que os dados se conectem, sejam interessantes e realmente funcionem para criar valor e informações relevantes.


Nos últimos anos, os esforços de analisar dados e produzir visões que apoiem a tomada de decisão nas corporações têm sido feitos olhando para os dados que estão dentro das empresas e que são consolidados pelo Business Intelligence ou BI. O Big Data abre uma nova perspectiva e propicia que essas informações sejam cruzadas com os outros rastros digitais que não necessariamente estejam “dentro de casa”.


Segundo um estudo da empresa de consultoria de marketing Frost & Sullivan, apesar do mercado estar ainda em processo de assimilação do Big Data, os investimentos na tecnologia em 2013 chegaram a US$ 243 milhões e podem ser de US$ 965 milhões até 2018. Neste contexto, os CIOs e as áreas de TI estão sob forte expectativa e pressionando áreas de negócio, especialmente as de marketing, para que sejam disponibilizadas implementações inovadoras baseadas nesse novo sistema.


Na relação com o consumidor e antecipação dos seus desejos, por exemplo, o Big Data ajuda a compreendê-lo melhor e a ser pertinente, oportuno e preciso na comunicação e no momento de ofertar um produto ou serviço. Favorece uma abordagem por e-mail, na rede social, em portais online e até na mídia tradicional. Em segmentos de mercado de concorrência mais acirrada, é quase certo que alguém esteja se empenhando na busca da personalização da relação com o consumidor como um diferencial competitivo.


Nas duas eleições do presidente Obama nos Estados Unidos, por exemplo, o Big Data e a análise de dados estiveram por trás da maior parte das decisões de campanha.


Em pouco tempo, a nova tecnologia está evoluindo a ponto de possibilitar uma variedade de capacidades de previsão avançadas e controles em tempo real. Ao longo prazo, mudará a natureza dos controles convencionais de segurança, como anti-malware, prevenção de perda de dados e firewalls.


A ameaça à privacidade e a escassez de profissionais preparados para lidar com essa nova tecnologia são dois grandes desafios a serem enfrentados, uma vez que o Big Data está expandindo as fronteiras de responsabilidades de segurança da informação. Por isso, as organizações devem alinhar as suas estratégias de defesa por trás de um programa. Estas estratégias devem ser personalizadas para os riscos, ameaças e exigências específicas da organização.


A análise de Big Data requer informações a serem coletadas de diversas fontes em diferentes formatos, por isso, é importante estabelecer uma arquitetura para capturar, armazenar, analisar e compartilhar todas essas informações de forma segura.

No investimento em novas tecnologias para se trabalhar com a análise das informações, as empresas devem garantir que os produtos de segurança tenham abordagens baseadas em análises ágeis, oferecendo flexibilidade da arquitetura para mudar conforme o negócio, a TI ou os cenários de ameaças evoluem. Também, devem pensar estrategicamente sobre quais ferramentas continuarão a utilizar por vários anos, pois cada produto apresentará a sua própria estrutura de dados que deve ser integrada em um quadro de análise unificado para a segurança.


Mais que a tecnologia, porém, estão as pessoas que fazem as análises, criam os modelos e algoritmos. Não basta apenas capturar e armazenar informações, é necessário que haja mão-de-obra capacitada e pessoas eficientes na leitura dos dados. É importante para esses profissionais terem, além do conhecimento tecnológico, a visão de negócio, uma grande bagagem em estatística e métodos quantitativos e acima de tudo criatividade. Cientistas de dados com conhecimento especializado em segurança são altamente valorizados e estão escassos no mercado, por isso permanecerão em alta demanda.


Resumindo: o Big Data traz novidades ao mercado ao oferecer milhares de oportunidades de cruzamento de dados para gerar informações relevantes para diferentes públicos, porém, exige sistemas personalizados e com alta capacidade de segurança para que os dados sejam capturados e analisados sem riscos para as empresas. Para tal, além de tecnologias focadas, o sucesso da análise das informações se dará também pela contratação de pessoas que saibam manipular tanto as máquinas quanto saber transformar os dados em informações de valor.

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Fontes:
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32838&sid=97#.U1AVA_ldW24
http://computerworld.com.br/blog/opiniao/2014/04/17/big-data-um-olhar-antecipado/
http://imasters.com.br/infra/seguranca/a-estreita-relacao-entre-big-data-e-seguranca-de-dados-na-internet
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Categorias: Big Data