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BYOD: o ataque dos dispositivos móveis

Publicado em 2/jul/2014 7:00:00

Uso de equipamentos pessoais na empresa é uma mudança essencial para o mundo corporativo.

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Com a tecnologia inserida no nosso dia a dia é fato de que muitas empresas têm em seu quadro de colaboradores os que levam para o local de trabalho seus tablets ou os que usam seus smartphones para resolver questões relacionadas à empresa.

Esse fato deixa o funcionário mais a vontade para usar os dispositivos ou aplicativos que mais o agrada facilitando a realização das suas tarefas profissionais. As empresas perceberam que os que usufruem do BYOD estão sempre à frente da vanguarda tecnológica e os líderes perceberam que é mais vantajoso “dar” essa liberdade ao colaborador do que proibir e proporcionar um ambiente de trabalho questionável.

Segundo estudo realizado pela Dell mais de dois terços das empresas que permitem o BYOD têm visto um aumento considerável na produtividade dos funcionários. Mais da metade das empresas pesquisadas também acreditam que elas teriam de enfrentar desvantagens competitivas, caso impedissem a utilização dos aparelhos móveis. Com isso, fica evidente que será um retrocesso proibir o uso de equipamentos pessoais nas empresas, pois é uma tendências difícil de ser controlada. Mas por que trazer um dispositivo pessoal para trabalhar torna os funcionários mais produtivos? Como a TI pode e deve reagir diante desse cenário?

Outro estudo sobre o assunto foi realizado pela empresa de pesquisa de tecnologia Gartner. Nesse levantamento ficou evidente que quase 90% das empresas apoiarão o BYOD em 2014. Elas acreditam que deixar os colaboradores levarem seus dispositivos pessoais pode oferecer benefícios significativos para as empresas, que lutam para trabalhar com o mais recente em tecnologia da informação, sem exceder seus orçamentos de TI. Neste contexto, porém, a empresa deixa de ser dona do ambiente tecnológico de seus usuários.

7 Dicas para obter sucesso em BYOD

E como fazer frente a este tsunami?

Primeiramente deve-se elaborar uma boa estratégia, afinal, apesar do fato de que o BYOD pode aumentar a produtividade da empresa, por outro lado, pode trazer transtornos. O fato, por exemplo, dos usuários comprarem seus smartphones não significa que a empresa deve ficar parada esperando que eles os tragam e os conectem à rede corporativa. É impossível controlar a entrada desses equipamentos, mas por outro lado, liberar todo o acesso aumenta o risco de invasão à rede corporativa. A empresa precisa definir uma política de utilização dos equipamentos móveis, sendo que a área de TI deve liderar o processo envolvendo outros setores como gestão de riscos, RH e jurídico, uma vez que aspectos legais e trabalhistas estão envolvidos.

Nem todas as empresas terão 100% do seu quadro de funcionários formados por BYOD, afinal, há os que adoram tecnologia e há os que resistem um pouco à mudança. Nessa hora vale definir também uma estratégia de uso e de aquisição. Para definir essas questões é importante ter a visão de que uma empresa global não poderá ter apenas uma política de uso. Também deve ser definido quem vai arcar com os custos das ligações e se a alternativa BYOD será obrigatória.

Há também questões no que se refere ao pagamento de ligações corporativas feitas por meio do aparelho pessoal. É uma questão muito variável. Isso porque, muitas empresas reembolsam os funcionários que usam o seu próprio dispositivo nas atividades profissionais. Elas pagam os custos das chamadas móveis e do acesso a dados. Enquanto outras cobrem metade das despesas, mediante apresentação de relatório dos gastos.

Mas o que fazer no caso dos colaboradores que não queiram entrar no programa? O BYOD será uma condição obrigatória? Para estes a empresa vai adquirir smartphones? E se sim, esta aquisição poderá ser vista como benefício diferenciado aos que compraram por conta própria? Esse ponto pode ser considerado um problema? A companhia poderá obrigar o funcionário a mudar de comportamento? São perguntas que muitas vezes só poderão ser respondidas de empresas para empresa de acordo com a sua política de recrutamento.

Uma saída para esses colaboradores é deixá-los livres para usar outro equipamento pessoal, entretanto, sem acesso corporativo. Muito comum hoje entre usuários BlackBerry que também utilizam um iPhone ou Android.

Apesar das alternativas para responder essas questões, não há como negar que a tecnologia é avassaladora. E de que essa mudança é essencial para o mundo corporativo. Afinal, com os dispositivos móveis pessoais a empresa poderá ampliar seu atendimento aos clientes ou até mesmo facilitar a fidelização desses. Isso por que ninguém quer fazer negócios com uma organização que não pode oferecer-lhes um serviço de qualidade em tempo hábil.

A sua empresa já aceitou as vantagens de deixar os funcionários trazerem seus próprios dispositivos para o trabalho? Converse com eles, promova a mudança e aumente a sua produtividade.

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5 preocupações de segurança com o BYOD 

Fontes:

http://tweakyourbiz.com/technology/2013/08/23/4-reasons-why-byod-is-taking-over-the-office/
http://www.ibm.com/midmarket/br/pt/articles_byod_como_comecar.html

Categorias: BYOD, Dispositivos Móveis