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Equipe descompromissada pode prejudicar o BYOD

Publicado em 3/jul/2014 7:00:00

Empresa que permite a utilização de dispositivos pessoais deve ter uma política de segurança.

140703 BYODEquipe Blog

Muito já falamos sobre os benefícios do BYOD para as empresas, assim como os pontos que devem receber maior atenção quando é permitido conectar dispositivos móveis pessoais na rede corporativa. Por um lado, o profissional agrega agilidade ao mundo corporativo, mas por outro, pode deixar a desejar, pois o plano BYOD pode não dar certo.

Estudos apontam que até o final de 2014 o número de empregados que usam equipamentos pessoais no trabalho dobrará, chegando a 350 milhões em comparação com quase 150 milhões este ano. Porém, mesmo apresentando vantagens não são todos que se encaixam no perfil de usuário. Há dois casos para essa questão: o primeiro é o perfil do profissional e o segundo é se a tecnologia da empresa será compatível com o equipamento pessoal.

O comprometimento do colaborador com os dados da empresa foi checado em uma pesquisa recente, feita nos Estados Unidos, apontando que 23% dos entrevistados disseram não saber o procedimento da companhia para lidar com a perda ou roubo de dispositivo móvel que tenha informações de trabalho. Além disso, 10% indicaram que seus empregadores não tinham um procedimento formal para a perda ou roubo.

Nessa mesma pesquisa, questionaram sobre as sanções adequadas a funcionários que deixam vazar informações corporativas. 25% dos entrevistados não concordam com a penalização, uma vez que não consideram que a segurança dos dados seja uma responsabilidade deles. Dos 75% que concordam que devem enfrentar alguma penalidade, 34% afirmaram que já haviam perdido um dispositivo com dados de trabalho e que não sofreram qualquer punição; 30% dos entrevistados simplesmente compraram um novo aparelho.

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Por fim, 35% dos pesquisados que haviam perdido seus celulares pelo menos uma vez, disseram que não mudaram seus hábitos de segurança depois e quase dois terços (60%) dos usuários móveis corporativos estimaram que os dados corporativos valem menos de US$ 500, ou seja, o preço médio de um novo dispositivo.

Se a implementação do BYOD não funcionar, é fundamental separar cada peça envolvida no processo e tentar resolver cada item separadamente: o funcionário usa o seu tablet ou smartphone pessoal na empresa. Esse equipamento está conectado na rede corporativa via wireless e há uma pessoa gerenciando tudo, o gerente de TI. Além disso, há regras que devem ser seguidas e cumpridas, são as políticas de uso e segurança. E cada empresa deve ter a sua.

Todas as regras são fundamentais para o BYOD dar certo, mas a segurança é peça chave no sistema. Nessa hora os gerentes de TI devem ter um sistema e aplicativos confiáveis que garantam o armazenamento em Nuvem de informações com total segurança, independente do dispositivo que está sendo utilizado para acessar tais informações. Além disso, a velocidade de conexão em rede é outro ponto importante.

De acordo com Marcelo Leite, diretor de portfólio de produtos e desenhos de soluções da BT para a América Latina, o aspecto segurança é primordial para o ambiente da empresa. Segundo ele, um exemplo é o caso do Brasil, onde apenas 23% dos funcionários que trabalham em escritórios usando seus aparelhos reconhecem que usar seu dispositivo pessoal apresenta riscos para a segurança da empresa. “Uma vez que os profissionais não percebem o perigo de armazenar informações corporativas em seus dispositivos, provavelmente não protegem essas informações. Portanto a empresa deve tomar medidas preventivas para proteger seus ativos”, observa.

Mas quais são as políticas essenciais para a adoção segura do BYOD?

Um estudo recente da ITC contratado pela companhia de segurança KnowBe4 revela que 71% das organizações que permitem BYOD não têm políticas específicas ou procedimentos para garantir a segurança. A política para a utilização dessa tecnologia deve ser como qualquer outra adotada pela empresa, como a de benefícios em que os funcionários assinam documentos, destacando seus direitos, responsabilidades e regras a cumprir.

Seguindo o mesmo raciocínio de segurança, essas políticas também dão às empresas o direito de proteger-se em caso de roubo, perda ou uso indevido dos aparelhos, devendo haver algum tipo de acordo em vigor entre o colaborador e a empresa. Uma conversa sincera e objetiva enfocando alguns itens torna-se essencial para uma relação de confiança mútua.

Nessa hora, a empresa precisa traçar uma política de segurança e de controle dos dispositivos. Além disso, as políticas devem deixar bem definidas as regras sobre o que é permitido e proibido nos dispositivos móveis. As restrições mais comuns incluem regras contra o download de documentos da empresa e até mesmo restringir o uso de redes sociais durante o expediente de trabalho.

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8 dicas para superar a concorrência com o BYOD 

Fontes:

http://channelnomics.com/2014/03/06/five-reasons-your-byod-security-plan-will-never-work/
http://blogbrasil.comstor.com/blog/bid/281928/Solu%C3%A7%C3%A3o-BYOD-como-funciona-e-como-gerenciar-suas-camadas
http://letstalk.globalservices.bt.com/pt/2013/06/o-que-e-preciso-para-o-byod-funcionar/
http://www.globalweb.com.br/2012/10/quais-politicas-sao-essenciais-para-adocao-segura-do-byod/

Categorias: Segurança, BYOD, Segurança Digital