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Big Data pode dar aos pacientes a posse de seus dados médicos

Publicado em 1/fev/2016 5:00:00

Criar um histórico de saúde e também familiar são possibilidades oferecidas hoje por plataformas e aplicativos.

Big Data pode dar aos pacientes a posse de seus dados médicos 

Já existem no mercado softwares que ajudam pacientes e familiares a terem a qualidade e segurança do atendimento de um hospital de forma mas prática e móvel. Para o corpo clínico, essa ferramenta traz informações sobre os tratamentos, mostrando o que pode ser modificado para agilizar a cura do paciente. Para o paciente, o sistema informa por quais serviços está pagando e para o hospital, mostra seu desempenho em diferentes áreas, gerando dados sobre sua performance.

Esses softwares são feitos sob encomenda e podem gerar muitas outras informações para um estabelecimento particular. E para o paciente? Como é possível ter acesso aos dados sobre sua própria saúde, seu histórico, diagnósticos e tratamentos?

Com tamanha tecnologia disponível hoje no mercado, é possível usufruir do Big Data para se criar um histórico de saúde. O doutor em medicina Robert Rowley, de São Francisco/EUA, é co-fundador de uma ferramenta que se chama Flow Health (fluxo de saúde). É uma plataforma que coleta todas as informações sobre um paciente e o próprio paciente escolhe quais aplicativos quer utilizar para fazer a leitura e armazenamento dessas informações.

A ferramenta obtém dados de convênios médicos, hospitais, a partir da entrada do cliente em emergências, salas de cirurgias, consultas e a partir de todos os diferentes canais que podem alimentar essa plataforma. O diferencial é que paciente pode conceder permissão para que outras pessoas possam ver seu histórico de saúde.

Outro fator importante é que os dados agora são de responsabilidade do mais interessado dentro do processo: o paciente. Sem a necessidade de pedir documentações, aguardar arquivos ou que clínicas e hospitais armazenem suas informações.

Outra novidade da ferramenta é a possibilidade de armazenar informações sobre a família do paciente, buscando informações de saúde que podem ser interessantes para um diagnóstico. No momento de uma consulta, o médico pode receber esse material e já tem informações para avaliação, dinamizando o atendimento. O histórico de saúde familiar é uma peça importante que não é bem trabalhada na maioria das consultas.

A responsabilidade pelas informações, sua confidencialidade e autorização de acesso são controladas pelo próprio paciente, que pode alimentar também essa plataforma com buscas pela Internet com informações de resultados de exames para arquivar, visitas a médicos e hospitais, incluir informações sobre medicamentos prescritos, dosagens, histórico de doenças, além de criar também um histórico familiar e poder oferecer informações sobre distúrbios genéticos.

Com a ajuda de aplicativos, é possível organizar essas informações e oferecê-las a um médico, por exemplo, em um dia de consulta. O profissional vai ter um panorama geral das informações de saúde de quem está atendendo e poderá prescrever tratamentos com maior eficiência.

Com a ajuda do Big Data também é possível desenvolver aplicativos focados nos fluxos de trabalho, gerando informações como relatórios de saúde da população, principais doenças e tratamentos em determinadas regiões de um país, dados gerais sobre a saúde de uma comunidade, assim por diante.

De acordo com uma pesquisa recente da consultoria IDC, instituições de saúde estão aumentando o investimento em tecnologia, especialmente em Big Data. Para 66% dos entrevistados a possibilidade de identificar as necessidades de pacientes é um dos motivos para o investimento em TI. Medir o desempenho e gerenciar o tratamento de pacientes foram atividades possíveis de serem realizadas pelo Big Data apontadas por 64% dos que responderam, seguidas pelo uso de dados como auxiliares na tomada de decisão, que aparece em 57% das respostas.

Unindo informações geradas o tempo todo em banco de dados e cruzando essas informações, é possível fazer um trabalho em prol de um sistema de saúde de uma cidade, por exemplo, aprimorando o atendimento dos pacientes e a gestão dos recursos financeiros empregados nas unidades de saúde.

 

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Fontes:

http://www.information-management.com/news/data-management/giving-patients-ownership-of-their-own-clinical-data-10027847-1.html

http://blog.flowhealth.com/health-data-management-interview-with-robert-rowley-md-flow-health-co-founder-chief-medical-officer/

http://convergecom.com.br/portal/cresce-adesao-de-instituicoes-de-saude-as-tecnologias-de-big-data-aponta-estudo/ 

 

Categorias: Healthcare, Big Data, Análise de Dados