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BYOD melhora produtividade, mas amplia riscos de vazamento de informações

Publicado em 7/dez/2017 5:00:00

Entenda a importância de conscientizar colaboradores sobre as responsabilidades e risco no uso de dispositivos pessoais para carregar dados da empresa.

 

BYOD melhora produtividade, mas amplia riscos de vazamento de informações

O BYOD mostra crescente adoção no mundo todo. O tráfego global de dados móveis cresceu 63% no ano passado, uma multiplicação de 18 vezes no prazo de 5 anos. Apenas em 2016, cerca de 429 milhões de dispositivos móveis e conexões foram adicionados. Estas são conclusões da pesquisa Cisco Visual Networking Index (VNI) Global Mobile Data Traffic Forecast Update, que apontam para o crescimento da utilização de dispositivos móveis em todo o mundo.

 

Este crescimento está presente também no mercado de trabalho, em que os colaboradores têm preferido utilizar seus próprios dispositivos para entregarem tarefas do dia-a-dia. A facilidade no manuseio do aparelho com o qual se está acostumado a mexer a todo momento, com aplicativos com interfaces mais conhecidas, aponta para a otimização da produtividade e maior satisfação do colaborador.

 

Outra pesquisa da Cisco, denominada BYOD e a virtualização, mostra que os EUA lideram a adoção desse modelo e a criação de políticas que regulamentam a utilização dos dispositivos pessoais. Empresas da Ásia e América Latina também vêm incentivando seu uso, enquanto que a Europa se mantém mais restritiva.

 

Porém, não são todas as empresas que permitem o BYOD. As preocupações, especialmente com segurança das informações corporativas e da saúde das redes de servidores, são os principais motivos que barram a utilização de smartphones, tabletes e outros dispositivos a móveis conectados à rede da companhia.

 

O BYOD tem profundas implicações em como as empresas provisionam dispositivos e governam o acesso à rede. Talvez essa seja o principal impasse para companhias que ainda não se sentem seguras em poder liberar o acesso dos funcionários.

 

Segundo a Pesquisa de Riscos em Segurança de TI Corporativa, feita pela Kaspersky Lab, em parceria com a B2B International, 51% das empresas acreditam que o crescimento de dispositivos móveis conectados em suas redes corporativas faz com que o gerenciamento da segurança se torne mais difícil.

 

Esta mesma pesquisa aponta que 48% dos incidentes de cibersegurança foram resultado direto do descuido de funcionários, seja navegando por portais maliciosos, abrindo mensagens de e-mail com malwares ou baixando arquivos infectados por vírus. 54% das empresas tiveram informações vazadas porque funcionários perderam seus dispositivos e outros 37% porque tiveram os aparelhos roubados.

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Ou seja, a chance de uma invasão existe e ela se amplia a partir do momento em que a segurança é descentralizada das mãos da equipe de TI. Cada funcionário em BYOD passa a ter uma parcela de responsabilidade sobre os dados que está carregando.

 

No entanto, ainda que o risco seja real, existem formas de controlar e minimizar os perigos. A primeira delas é capacitando os usuários, oferecendo treinamentos, informando sobre os ataques mais comuns e recorrentes e orientando-os sobre a correta utilização dos dispositivos pessoais nas redes da empresa.

 

A segunda, é blindar a rede, dando acesso específico para informações que sejam relevantes para cada departamento. A equipe de marketing, por exemplo, tem necessidades diferentes da equipe jurídica, que tem interesses diferentes da comercial e assim sucessivamente. Se cada colaborador tem um conjunto de informações que podem ser acessadas, diminui-se a chance de vazamento de informações completas do negócio.

 

A terceira forma é estabelecer uma política de segurança clara e específica, em que seja delimitado o número de dispositivos que serão permitidos e quais serão as regras de navegação. Além disso, é essencial conhecer os aplicativos e programas que os colaboradores estão utilizando e sondar se eles representam algum risco aos interesses da empresa. O uso de aplicativos de escolha pessoal pode ser livre, desde que não coloquem o negócio em risco.

 

Por fim, é importante mudar a infraestrutura da rede corporativa para receber o BYOD, criando maiores flexibilidades sem que o controle necessário para que a segurança se mantenha seja perdido.

 

Assim, vemos que mesmo que os muitos benefícios do BYOD sejam reconhecidos, entre eles a redução de custo, o aumento da produtividade, da solução de problemas e da satisfação dos colaboradores, ainda há grande preocupação com sua adoção.

 

É necessário estabelecer um ponto de intersecção em que os interesses de ambos lados estejam casados: o que o funcionário precisa e a necessidade eminente de manter os dados da empresa seguros.

 

 

Categorias: Mobilidade, BYOD, Cibesegurança