<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
Comstor Americas
  • Westcon-Comstor lança o BlueSky Solutions Marketplace
  • Partner Portal
  • Baixar agora
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki
  • Baixar agora
  • Acesse agora
  • Partner Portal
  • Baixar agora
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki
  • Baixar agora

Ciber inteligência: 4 melhores práticas para os negócios

Publicado em 2/jul/2018 5:00:00

Empresas mais seguras conhecem suas fraquezas digitais e conseguem antecipar os ataques maliciosos.

 

Ciber inteligência: 4 melhores práticas para os negócios

A segurança digital é uma preocupação mundial e hoje é mais importante do que nunca, considerando que hackers estão cada vez mais maliciosos, buscando ganhos financeiros ou mesmo com interesse em sabotar sistemas por motivos diversos.


Eles utilizam ferramentas mais comuns e baratas até as mais avançadas, como já vimos no nosso canal, como Inteligência Artificial e Machine Learning. Veja nosso post já publicado sobre como os ataques mais avançados se utilizam dessas tecnologias: 7 recomendações de defesa contra ciberataques


De acordo com o Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2018, 39% dos chefes de segurança da informação (CISOs) entrevistados em todo o mundo utilizam automação para potencializar a cibersegurança, 34% Machine Learning e 32% Inteligência Artificial para barrar invasões. Esses números não passavam de 10% até dois anos atrás.


Por outro lado, o mesmo estudo apontou que a quantidade e variedade de malwares despejados na rede foram o grande destaque do cibercrime em 2017, reforçado pelo surgimento dos criptoworms de ransomware, que eliminam a necessidade da intervenção humana para lançar ataques, ou seja, quem ataca está utilizando das mesmas ferramentas de quem defende.

 

Baixar e-book grátis

 

 

Um novo estudo, desta vez produzido pelos pesquisadores do Instituto de Engenharia de Software da Carnegie Mellon (SEI), mostra que as empresas mais seguras conhecem suas fraquezas digitais, identificam preventivamente quaisquer possíveis alvos de hackers e contratam uma equipe diversificada de conhecimentos e habilidades, sendo essas três das quatro melhores práticas para a ciber inteligência aplicada aos negócios.


A quarta prática é justamente tirar o máximo proveito das novas tecnologias, despejando serviços repetitivos para serem realizados pelas máquinas, enquanto a inteligência humana é direcionada para questões mais estratégicas e que exigem a tomada de decisão mais ágil e assertiva.

 

O relatório do SEI aponta então as quatro melhores práticas de inteligência cibernética:

 

Encontrar os gaps de segurança da própria rede: um diagnóstico bem feito da rede e possíveis portas de entrada de ataques é fundamental para fechar o cerco para ameaças cibernéticas. Ter o pensamento de um hacker, quais os tipos de informações que interessam e quais os caminhos que ele poderia utilizar para chegar ao alvo, talvez ajude a construir obstáculos e manter informações mais seguras.


Acompanhar o mercado para antecipar os ataques: uma rede forte de relacionamentos com especialistas de cibersegurança de outros segmentos, participar de fóruns sobre segurança digital, ter certificações sobre o assunto, estudar casos de sucesso, tendo como exemplo o que pequenas, médias e grandes empresas fizeram para barrar determinados ataques é fundamental para antecipar os cibercrimes.


Ter uma equipe diversificada: experts em segurança digital são fundamentais em uma equipe de TI responsável por defender a rede de uma empresa. Mas também, profissionais com outras habilidades, como programação e análise de dados podem ajudar a solucionar problemas ou mesmo encontrar gaps no sistema que podem ser a porta de entrada dos hackers.


Utilizar novas tecnologias a favor: sempre comentamos aqui no nosso canal sobre as questões básicas de segurança digital, como manter softwares atualizados, ter senhas fortes, política de segurança clara, entre outras possibilidades. Porém, como apresentado no Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2018, é fundamental repensar o investimento em novas ferramentas, com tecnologias mais avançadas. De acordo com o estudo, a enxurrada de ataques será grande e somente a inteligência e processamento humano não serão suficientes para darem conta da demanda.

 

Em resumo, a ciber inteligência considera os pilares que uma empresa precisa construir e sustentar para se manter segura ao longo de sua existência no mercado. Ter uma das práticas de fora deste contexto pode significar o desmoronamento de toda uma estrutura.

 

Categorias: Segurança