<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
Comstor Americas
  • Westcon-Comstor lança o BlueSky Solutions Marketplace
  • Partner Portal
  • Baixar agora
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki
  • Baixar agora
  • Acesse agora
  • Partner Portal
  • Baixar agora
  • Serviços Gerenciados Cisco Meraki
  • Baixar agora

Como a análise preditiva pode ajudar na detecção de falhas na nuvem?

Publicado em 20/nov/2018 5:00:00

Com uma análise correta das informações é possível realizar correções automáticas.

 

Como a análise preditiva pode ajudar na detecção de falhas na nuvem?

 

O funcionamento ideal das ferramentas de análise preditiva é detecção de tendências que levarão a falhas de hardware e software, assim como determinar a causa dos problemas e corrigi-los antes que aconteçam, sem intervenção humana.


Na vida real, porém, ter dados perfeitos para a análise dependem de outras circunstâncias, como por exemplo, a capacidade de comparar os dados de desempenho do sistema com os dados históricos, assim como influências externas como o crescimento da quantidade de dados que foram projetados, dados econômicos, dados climáticos, ataques à segurança, entre outros.


Na computação em nuvem, a análise preditiva é capaz de dar visibilidade ao TI. Se todos os anos existe um aumento de demanda sazonal, por exemplo, o sistema é capaz de provisionar de forma automática, acessando mais servidores, sem precisar de intervenção humana.

 

Detecção de falhas na nuvem

Ferramentas de análise preditiva e IA são dois fatores que se combinam muito bem para a detecção de falhas na nuvem.


A primeira analisa dados passados para prever comportamentos que são cíclicos e podem se repetir no futuro. As tendências são pontuadas por humanos, que configuram o sistema para começar a análise dos dados a partir do histórico.


As máquinas absorvem esses padrões e a Inteligência Artificial começa a traçar tendências após um tempo de avaliação das informações que foram aprendidas. Relações com dados externos podem ser inseridas com o passar do tempo e o aprendizado se completa.


Um período de frio intenso significa aumento de vendas em uma loja de roupas de inverno e necessariamente mais carga de trabalho em seus servidores para atender o e-commerce. Este é um exemplo de como uma informação externa é correlacionada com a mudança de um sistema e pode ser programada para aprendizagem.

 

Baixar e-book grátis


O mesmo acontece com a detecção de falhas na nuvem. A análise preditiva é capaz de apontar quais as vulnerabilidades do sistema e onde podem estar os gaps de suporte, infraestrutura ou de processos, além de problemas no sistema, queda da rede ou contaminação por ciberataques.


Porém, não é simplesmente implantar uma ferramenta de predição e acreditar que tudo irá se consertar automaticamente. É preciso saber qual o conhecimento que está procurando, escolher um conjunto de ferramentas que vão ajudar a formar hipóteses sobre as falhas, como desconfia que elas possam estar acontecendo, quais motivos externos podem fazer com que apareçam e só depois disso é possível fazer algum tipo de programação para que o sistema funcione sozinho e busque as falhas mais rapidamente.

 

Capacitando a análise preditiva

O primeiro passo para implantar as ferramentas para que realmente funcionem a favor da empresa, é ter um plano formal. Determinar metas e objetivos, definir os responsáveis pelas ações e desenvolver índices de análises são primordiais.

 

Próximo ponto é garantir a qualidade dos dados. Usar os dados reais, limpos e confiáveis é uma ação primordial para que a análise preditiva funcione corretamente. Trabalhar com uma base infectada significa análises fora da realidade da empresa.


O terceiro passo é ter uma equipe capacitada para fazer o gerenciamento correto do volume de dados e garantir que estão sendo escolhidas as informações corretas para serem analisadas.


O próximo passo é respeitar a privacidade e propriedade dos dados, seguindo especialmente as novas leis que começaram a reger a manipulação de dados pessoais na internet.


Por fim, a escolha das ferramentas certas para construírem todo esse processo. É preciso ter plano, equipe, dados, mas também ferramentas à altura da rede para entregar soluções pertinentes à demanda de cada negócio.

Categorias: Cloud Computing