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Como a arquitetura de Edge Computing pode se aliar à Realidade Aumentada?

Publicado em 28/fev/2019 5:00:00

Menor latência deste tipo de arquitetura beneficia a tecnologia.

 

Como a arquitetura de Edge Computing pode se aliar à Realidade Aumentada?

 

A arquitetura de Edge Computing já é uma grande aliada da IoT, aumentando a velocidade das conexões dos sensores. Porém, pode ser também uma infraestrutura que vai ajudar a suportar a realidade aumentada, que se beneficia muito da latência reduzida que esta estrutura oferece.


O amadurecimento de Edge Computing é um ponto que merece destaque em 2019. Mesmo que ainda precise de um modelo de negócios mais eficiente, os empresários começam a enxergar em suas estruturas uma forma de aumentar a velocidade das conexões.


As previsões mais recentes indicam um total de 5,635 milhões de sensores inteligentes e outros dispositivos IoT sendo utilizados no mundo até 2020, gerando quantidades imensas de dados.


É em decorrência dessa representatividade e do alto volume de dados que Edge Computing está recebendo mais atenção, uma vez que todas essas informações precisam ser processadas e fazê-lo nos pontos de coleta parece ser o processo mais eficiente.


A computação de ponta descreve uma topologia de computação em que o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais perto das fontes de informação. Os desafios de conectividade e latência, restrições de largura de banda e maior funcionalidade embutida na borda favorecem a distribuição desse modelo de computação.

 

Realidade Aumentada é favorecida com Edge Computing

Empresas do setor industrial e varejo, especialmente, já começaram pensar soluções para o uso de Edge Computing aliado com a Realidade Aumentada (AR), como por exemplo, o uso de pessoal menos qualificado para realizar manutenções de máquinas no processo fabril.


Basta ter um engenheiro especializado atendendo de forma remota, que um mecânico consegue receber instruções via óculos inteligentes que conecta as duas pessoas. O engenheiro consegue ver a máquina em tempo real e acompanhar as ações do mecânico, passando orientações. O mesmo acontece com empresas que tem mais de uma unidade, mas não tem equipe capacitada para atender localmente.

 

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Outro caso: como AR sobrepõe o mundo digital ao físico, oferecendo a um usuário a visão dois ao mesmo tempo, é possível, por exemplo, que colaboradores mais habilitados possam fornecer instruções gráficas animadas para que pessoas menos instruídas possam executar uma tarefa física.


Esta possibilidade diminui bruscamente as muitas horas de treinamento, elimina grande parte dos problemas de idioma – quando houver – e ainda garante mais eficiência com custo reduzido.


Como o processo precisa ser feito em tempo real, a diminuição da latência com Edge Computing favorece muito a agilidade do trabalho.


Há uma variedade de formas para utilizar AR com Edge Computing, mas atualmente a equipe de TI precisa ser criativa, uma vez que o mercado ainda está em fase de desenvolvimento das tecnologias que vão melhorar ainda mais a relação entre a arquitetura e a tecnologia.

 

Tendência de crescimento do mercado de Edge Computing

US$ 7,9 milhões foi o tanto que o mercado de Edge Computing faturou em 2017, com a previsão de alcançar US$ 20, 4 milhões até 2026, de acordo com levantamento da Research And Markets. Como os especialistas estão apostando nas tecnologias 5G e IoT, que são dois fatores que se beneficiam da computação de borda, a tendência de crescimento é real.


De acordo com a TrendForce, o crescimento será a uma taxa anual de mais de 30% se considerando de 2018 até 2022.

Categorias: Transformação Digital