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Como a Inteligência Artificial pode ajudar a parar ciberataques?

Publicado em 17/abr/2018 5:00:00

O reconhecimento ágil de desvios padrões de comportamento é a principal arma da AI.

 

Como a Inteligência Artificial pode ajudar a parar ciberataques?

 

A Inteligência Artificial está sendo utilizada para combater fraudes e ciberataques em vários setores. Cada dispositivo conectado à Internet tem potencial para ser invadido e as empresas estão utilizando cada vez mais AI e Machine Learning para tentar antecipar os movimentos dos criminosos.

 

Inteligência Artificial são máquinas que realizam trabalhos que os humanos consideram inteligentes, eliminando grande parte da repetição de processos. Já o Aprendizado de Máquina é um auxiliar da AI, em que os computadores aprendem e se adaptam por si mesmos a partir do reconhecimento de comportamentos padrões.


A Inteligência Artificial pode ajudar a parar ciberataques ao cruzar variáveis e encontrar comportamentos que saem do padrão de um usuário ou das configurações pré-determinadas.


A partir do momento em que um ataque é reportado, a resposta de contenção do incidente é muito rápida, reduzindo consideravelmente o tempo de permanência do vírus no sistema, melhorando a eficácia da equipe de segurança, além de diminuir o impacto comercial de qualquer risco de vazamento de informações, sequestro e/ou exclusão de dados.


Provavelmente, um ataque semelhante não volta a acontecer, uma vez que a AI, reconhecendo a causa raiz, usa as informações de ataque bloqueados para melhorar a postura de proteção de uma forma geral, compreendendo onde se instalam os vírus, por onde entram as ameaças e quais são as lacunas na estrutura. Isso significa que tipos de ataques são eliminados, diminuindo a reinserção do mesmo vírus no sistema.


Em uma instituição financeira, por exemplo, que monitora seu sistema contra fraudes, é possível saber o IP do cliente, os dispositivos pelos quais se conecta, os horários mais comuns em que costuma fazer pagamentos e transações em suas contas correntes, assim como as funções dos aplicativos que mais utiliza.

 

Se houver uma mudança muito brusca neste estado, um alerta é ativado e o cliente passa a ser monitorado com maior intensidade, sendo que o sistema está programado para barrar alguma ação que possa prejudicá-lo.

 

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O futuro da AI contra os cibercrimes


Os benefícios dessas tecnologias são enormes, mas especialistas acreditam que ainda levará um certo tempo para os humanos passarem a função de cibersegurança 100% para as máquinas, mesmo que tenham alta capacidade de processamento, alta precisão e consigam aprender mais rápido do que os humanos.


De acordo com previsões de David Brumley, professor de segurança e diretor do CyLab Security and Privacy Institute da Universidade Carnegie Mellon, serão necessários pelo menos 10 anos para usarmos totalmente a AI como um grande general da segurança dos computadores, uma vez que as máquinas trabalham com uma enxurrada de bytes aprendendo por tentativa e erro.

 

Levantamento do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, aponta que a plataforma AI² é capaz de detectar 85% de ciberataques com Inteligência Artificial. As máquinas fazem o reconhecimento das ameaças e reportam suas atividades para especialistas, que vão confirmar quais dos eventos foram ataques reais e incorporam a informação à programação do sistema.

 

Os humanos ainda serão fundamentais para tomarem decisões estratégicas e ensinarem as máquinas o que são realmente ameaças ou não, mesmo porque, hoje em dia, hackers já escrevem malwares que enganam a AI, confundindo o aprendizado do computador, que pode não filtrar um ataque por não reconhecê-lo.


De acordo com uma pesquisa da empresa de segurança Cylance, 60% dos especialistas em segurança cibernética acreditam que até o ano que vem os próprios hackers usarão Inteligência Artificial e Machine Learning para realizar seus ataques. Será uma guerra de terabytes nas redes de computadores.

 

A cada instante são desenvolvidos softwares que criam informações padrões de comportamento, com pontuação de atitudes a partir de dados estatísticos, que são recolhidos, armazenados e avaliados. Os programadores definem o que é um procedimento ideal e instruem as máquinas para encontrarem o que foge desse modelo. Com pequenos ajustes nos sistemas e cada vez mais investimentos em tecnologias focadas em Inteligência Artificial, a eficiência no combate a todos os tipos de crime digital tende a aumentar.


Porém, muito em breve os hackers usarão deste mesmo método para evoluírem suas ações e continuarem roubando segredos industriais, sequestrando redes de computadores para pedir resgate, influenciando eleições, interrompendo infraestruturas nacionais, entre inúmeras outras possibilidades.


Então, os modelos de cibersegurança vão desenvolver novas ações, tentando sempre estar à frente dos criminosos. É um processo que se tornou contínuo no contexto mundial digital.

 

Categorias: Segurança, Inteligência Artificial