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Como a IoT está transformando o desenvolvimento de Mobile?

Publicado em 3/out/2018 5:00:00

Anúncio da versão estável do sistema Android Things deve impulsionar ainda mais a criação de aplicativos e dispositivos com a tecnologia.

 

Como a IoT está transformando o desenvolvimento de Mobile?

 

Que a Internet das Coisas IoT) chegou para ficar e que está alterando o desenvolvimento de toda a cadeia Mobile ninguém duvida, mas se for preciso, pesquisas recentes comprovam a tendência como um fato, no Brasil e no resto do mundo.


Um relatório divulgado pela Ericsson aponta que a tecnologia irá superar até mesmo a quantidade de smartphones conectados até 2018, ou seja, o processo já está em curso.


E a cada novo ano, os dados serão ainda mais vigorosos, com crescimento de cerca de 23% até 2021. No mundo, o destaque é a Europa Ocidental: a ascendência dos dispositivos conectados deve ser 400% só nesta região nos próximos três anos. Dos estimados 28 bilhões de dispositivos conectados no período, 16 bilhões serão de IoT, o que corresponde a 57% do mercado.

 

Em solo brasileiro, a praticidade proporcionada pela IoT está avançando, ainda que lentamente – alto preço dos dispositivos ainda é entrave para que se popularize em todas as camadas. Ainda existe muito campo a ser explorado e a segurança é um ponto crítico.


A terceira edição do estudo "The Hunt for IoT", da F5, colocou o país no quarto lugar do ranking que levantou as nações com mais ataques baseados nos servidores Command & Control (C&C), que invadem os sistemas operacionais de dispositivos como Smart TVs e os transformam em uma rede para a aplicação de cibercrimes.

 

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Outro dado ainda mais recente, divulgado no segundo semestre deste ano pela Kaspersky Lab coloca o Brasil como o principal pólo dos 30 mil dispositivos infectados na América Latina: 72%, marca expressiva em comparação com os irrisórios 4% dos ataques investidos contra dispositivos de IoT na Argentina. No mundo, cinco de seis aplicativos falham em segurança, segundo o mesmo levantamento.


Nada disso, no entanto, freia a força da tecnologia, cada vez mais presente nos dispositivos Mobile. Startups usam e abusam da garantia de obter informações provenientes da conexão entre os aplicativos, dispositivos, IoT e a vida real.


E, mais do que uma geladeira que informa o quê e quando comprar, a praticidade dos recursos provenientes está na palma da mão e ganhando corpo à medida que grandes empresas, como Google, anunciam novidades na área.


Em maio deste ano, a gigante que começou como site de busca e que hoje oferece diversas soluções em tecnologia, anunciou a edição estável do Android Things, sistema operacional desenvolvido para basear soluções de IoT.


A primeira vez que a companhia falou a respeito foi em 2015 e o nome era outro, Brillo. A novidade, que antes mesmo já havia sido utilizada por grandes corporações como a LG, agora traz recursos como a integração com o TensorFlow (biblIoTeca de machine learning) e oferecem aos desenvolvedores a possibilidade de trabalhar com plataformas com as quais já estão habituados, sem a necessidade de programar do zero.


No mundo, o Android, do Google, já é utilizado por 2 bilhões de pessoas, o que dá a ele o título de sistema operacional para dispositivos móveis mais popular em todo o globo, estando em mais de 80% dos novos smartphones vendidos.

 

Mesmo no Brasil, onde a segurança deve ser aperfeiçoada e a IoT está em fase (quase) inicial, o panorama é altamente positivo. Só em 2018, a previsão é que os projetos na área movimentem algo em torno de US$ 8 bilhões, número 14% maior do que o registrado em 2017.

Categorias: Internet das Coisas